Estados Unidos anunciam novas tarifas que afetam US$ 6,6 bilhões em exportações brasileiras
Os EUA anunciaram novas tarifas que impactam US$ 6,6 bilhões em produtos brasileiros, afetando 16,5% das exportações para o país, de acordo com o Mdic.
Os EUA anunciaram novas tarifas que impactam US$ 6,6 bilhões em produtos brasileiros, afetando 16,5% das exportações para o país, de acordo com o Mdic.
Os EUA divulgaram uma lista de 471 produtos brasileiros, incluindo café e petróleo, isentos de uma nova sobretaxa de 12,5% por falhas no combate ao trabalho forçado. Produtos não isentos enfrentarão uma tributação total de 37,5% a partir de sexta-feira.
O ministro Márcio Elias Rosa (MDIC) classificou como "indevida" a nova tarifa de 12,5% dos EUA sobre produtos brasileiros, alegando que se baseia em argumentos "não reais" sobre trabalho forçado. O Brasil buscará negociação para reverter a decisão, mas não descarta adotar medidas de reciprocidade.
Os EUA impuseram uma sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, alegando falha do Brasil em combater a importação de bens com trabalho forçado. A medida, que eleva a tributação total para até 37,5% em algumas exportações, foi criticada pelo governo brasileiro, que planeja recorrer à OMC.

A Câmara de Comércio dos EUA e a Amcham Brasil alertam que novas tarifas americanas de 12,5% sobre importações brasileiras, por falha em fiscalizar trabalho forçado, agravarão o acesso ao mercado. Com tarifas anteriores, a sobretaxa total pode atingir 37,5% para US$ 10,7 bilhões em produtos, afetando competitividade e investimentos.

As novas tarifas americanas de 25% sobre produtos brasileiros devem afetar 18% das exportações para os EUA, totalizando US$ 7,4 bilhões, causando instabilidade e demissões. Indústrias buscam apoio governamental e negociações diplomáticas para mitigar os impactos e defendem medidas como redução tributária e contenção de importações.

Novas tarifas de 25% dos EUA sobre exportações brasileiras entraram em vigor, impactando setores dependentes do mercado americano. Economistas avaliam que a medida não causará uma crise econômica geral, mas pressionará empresas a buscar novos mercados, acelerando a diversificação e a necessidade de reformas internas de competitividade.
O Banco do Brasil anunciou a simplificação da Conta Eleitoral Digital BB para as eleições de 2026, permitindo que candidatos abram contas obrigatórias de campanha de forma totalmente digital via aplicativo, com validação automática pela Justiça Eleitoral, visando agilidade e transparência.
O dólar fechou no menor nível desde 2 de junho, impulsionado pela valorização do petróleo, fluxo de capital estrangeiro e juros altos no Brasil. A Bolsa brasileira avançou mais de 2%, superando 177 mil pontos, enquanto o petróleo subiu devido a tensões no Oriente Médio.
O governo brasileiro anunciou o Plano Brasil Soberano 3, com R$ 18,5 bilhões em créditos para empresas afetadas pelas novas tarifas dos EUA, abrangendo exportadores e setores estratégicos, além de empresas impactadas por conflitos internacionais.

Na ilha de Sumba, Indonésia, uma forma de escravidão persiste, herdada de geração em geração, apesar de oficialmente abolida em 1860. Os 'atas' trabalham sem salário para os 'marambas' (nobres), sujeitos a maus-tratos e, no caso das mulheres, a estupros.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a Lei da Reciprocidade não é retaliação aos EUA, mas busca corrigir injustiça. O governo brasileiro finaliza pacote de apoio a setores afetados por tarifas americanas e busca novos mercados para exportações.

EUA propõem tarifas sobre produtos brasileiros, citando desmatamento e trabalho forçado. Brasil busca ampliar exceções e pressiona contra taxação, enquanto avalia retaliação via Lei de Reciprocidade. Flávio Bolsonaro pede adiamento das tarifas.

Representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirma que decisão sobre novas tarifas a produtos brasileiros será anunciada em breve. Ele ressalta que os dois países ainda estão distantes de um acordo.
O Brasil está no centro de duas audiências públicas nos EUA que investigam supostas práticas comerciais desleais. Uma trata de sobretaxa de 25% em produtos brasileiros, e a outra apura falhas no combate ao trabalho análogo à escravidão.

Pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro se posicionou contra tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e medidas sobre o PIX em audiência em Washington. O governo brasileiro enviará observadores e busca acordo até 15 de julho.

Audiências públicas sobre tarifas de 25% propostas pelos EUA aos produtos brasileiros começaram em Washington. Setor produtivo alega que sobretaxa prejudicará ambos os países. Brasil também é alvo de investigação sobre trabalho forçado.

O Brasil, através do ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira, enviou carta ao USTR contestando a proposta de tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, alegando que as conclusões americanas são errôneas e arbitrárias.

Empresas brasileiras e associações defendem isenção de tarifas propostas pelos EUA para mel, café solúvel e pescados. Argumentos incluem dependência do mercado americano, impacto na inflação e sustentabilidade da produção.

Representantes do setor industrial e do agronegócio brasileiro participam de audiências públicas nos EUA para defender o fim de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida, proposta pelo USTR, pode prejudicar exportadores brasileiros e empresas americanas.

Um torcedor congolês, Mboladinga, viralizou ao homenagear Patrice Lumumba, líder da independência, durante a Copa Africana de Nações. Sua pose imóvel, replicando uma estátua, chamou atenção e o levou a ser convidado para integrar a delegação oficial da seleção na Copa do Mundo de 2026.

Prazo para inscrições em audiências públicas do USTR sobre tarifas de 25% sobre produtos brasileiros termina hoje. Discussões podem definir próximos capítulos da disputa comercial entre Brasil e EUA.

A EVZ pagou €4,4 bilhões a 1,66 milhão de ex-trabalhadores forçados nazistas. Historiadores e a diretora da EVZ questionam se o valor foi suficiente, considerando os 26 milhões de pessoas exploradas e os danos sofridos. A demora nas compensações é atribuída à Guerra Fria e à desconfiança em relação aos ex-trabalhadores.

A National Fisheries Institute (NFI), maior associação de pescados dos EUA, defenderá o produto nacional brasileiro contra novas tarifas. O argumento central é que o Brasil não compete com os EUA, fornecendo tilápia e outros produtos que os americanos não produzem, dependendo da China.