Escravidão em Sumba: Homens e mulheres vivem como escravizados na Indonésia, de geração em geração
Prática remonta ao século XVI e persiste apesar da abolição oficial em 1860
Auf einen Blick
- Na ilha de Sumba, Indonésia, uma forma de escravidão persiste, herdada de geração em geração, apesar de oficialmente abolida em 1860.
- Os 'atas' trabalham sem salário para os 'marambas' (nobres), sujeitos a maus-tratos e, no caso das mulheres, a estupros.
KI-generierte Zusammenfassung
Warum es wichtig ist
A escravidão em Sumba remonta ao século XVI e persiste apesar da abolição oficial.
Umbu Ana Rara (à esquerda), um maramba (nobre), observando seu ata (escravo), Kanisius Kanyali Hambarita, preparar bebidas na vila de Tanggedu, em Sumba — Foto: Bay Ismoyo/AFP [...] (restante do conteúdo do artigo, preservando parágrafos e citações)
Worauf zu achten ist
KI-Ausblick — Möglichkeiten, keine Fakten
Aumento da pressão internacional para o fim da escravidão em Sumba
Wahrscheinlich · Innerhalb von Monaten
Offene Fragen
- Quantos exatamente são os escravizados em Sumba?
- O que impede a efetiva aplicação das leis contra a escravidão?







