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Homem é denunciado por matar namorada a tiros em festa em João Pessoa
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G111.6.2026Crime2 Min. LesezeitBrazil

Homem é denunciado por matar namorada a tiros em festa em João Pessoa

Auf einen Blick

  • Yuri Ramos foi denunciado por matar a namorada, Luanna Alverga Ramalho Barbosa, com um tiro de espingarda em João Pessoa.
  • Ele alega que o disparo foi acidental, mas perícia indica que não foi.

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Yuri foi denunciado pela 3ª Vara Metropolitana do Tribunal do Júri e responde pelo crime ocorrido em 23 de julho de 2017. O caso é analisado por júri popular em João Pessoa, procedimento em que cidadãos decidem sobre a materialidade e a autoria do crime.

Segundo os autos do processo, o disparo ocorreu por volta das 16h, dentro da residência do tio do réu, Ricardo Sérgio Coutinho Nóbrega, no Condomínio Arruda Câmara, no bairro do Róger, em João Pessoa. A denúncia aponta que Yuri Ramos efetuou um disparo de espingarda calibre 20, arma que pertencia ao tio.

Em depoimentos à polícia e em juízo, o réu admitiu ter feito o disparo, mas afirmou que o tiro foi acidental e que não teve intenção de matar.

Luanna Alverga Ramalho Barbosa, de 20 anos, morreu após ser atingida na cabeça por um tiro de espingarda durante uma festa de aniversário realizada na casa do namorado, no bairro do Róger, em João Pessoa.

No mesmo dia, Yuri se apresentou à Polícia Civil, admitiu ter efetuado o disparo, mas afirmou que o tiro foi acidental e que acreditava que a espingarda calibre 22 estava sem munição. Ele relatou que a arma pertencia ao tio e estava guardada em um quarto da casa.

Após a investigação inicial, o Ministério Público apresentou denúncia contra Yuri na segunda-feira (7), acusando-o de matar a namorada. Na denúncia, o MP também pediu a manutenção da prisão preventiva, em vigor desde o dia 24, um dia após o crime.

De acordo com a denúncia, o tiro foi disparado dentro da residência, durante a festa. O promotor solicitou a inclusão dos laudos periciais, como o exame no corpo da vítima, o toxicológico e a reconstituição.

Um laudo da Criminalística concluiu que o disparo não foi acidental do ponto de vista pericial. A perícia apontou que o gatilho foi acionado e que a distância entre o cano da arma e a cabeça da vítima era de cerca de 50 centímetros, considerada curta distância.

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This article was originally published by G1.

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