Suspeito de comércio ilegal de munições é preso no PR em investigação do Amapá
Auf einen Blick
- Polícia Civil do Amapá prende suspeito de logística de comércio ilegal de munições em Curitiba (PR).
- Ação faz parte da Operação Arsenal Invisível, que investiga venda em redes sociais e repasse para grupos criminosos.
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Warum es wichtig ist
A Polícia Civil do Amapá investiga um esquema de comércio ilegal de munições, que envolve a venda em redes sociais e o repasse para grupos criminosos. Uma operação anterior em março de 2026 já havia desarticulado parte do esquema.
Um homem foi preso nesta segunda-feira (1º) em Curitiba (PR), suspeito de atuar na logística de um esquema de comércio ilegal de munições investigado pela Polícia Civil do Amapá. A ação faz parte da Operação Arsenal Invisível, que apura a venda de munições em redes sociais e o repasse para grupos criminosos.
Segundo a investigação, o suspeito, mesmo morando no Paraná, continuava anunciando munições e organizando a distribuição para outros envolvidos.
"A operação é desdobramento de uma prisão em flagrante ocorrida em março de 2026, quando a Denarc desarticulou um esquema de comércio ilegal de munições na cidade. Na ocasião, foram presos um policial militar aposentado, uma vendedora de loja de artigos militares e um rapaz responsável por repassar as munições ao crime organizado", disse o delegado Leonardo Alves.
A ação contou com apoio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Polícia Civil do Paraná, dentro da Rede Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Armas e Munições (Renarme).
De acordo com a Polícia Civil, a prisão ajuda a desarticular a organização criminosa e reforça o combate ao comércio ilegal de munições. O preso será apresentado em audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Paraná.
Denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da Denarc, no número 96 99814-14161. Segundo a delegacia, o sigilo do denunciante é garantido.
Suspeito de comércio ilegal de munições é preso no PR em investigação da polícia do Amapá. — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Offene Fragen
- Qual a extensão da rede criminosa envolvida?
- Quantas munições foram comercializadas ilegalmente?
- Quais grupos criminosos recebiam as munições?
- Qual o papel exato do suspeito preso na logística do esquema?





