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Sport
10.05.2026

Brasil ganha bronze na Copa do Mundo de canoagem

O Brasil voltou ao pódio no último dia da etapa de Szeged da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade, na Hungria. Neste domingo (10), Gabriel Assunção e Jacky Godmann garantiram a medalha de bronze na prova do C2 500 metros masculino. A dupla brasileira completou a final A em 1min37s16 e assegurou lugar entre os melhores da prova. O ouro ficou com os atletas neutros Zakhar Petrov e Ivan Shtyl. A prata foi conquistada pelos italianos Gabriele Casadei e Carlo Tacchini. Notícias relacionadas:Isaquias Queiroz é prata na Copa do Mundo de Canoagem na Hungria.O Brasil também contou com outra embarcação no C2 500m masculino. Filipe Santana Vieira e Mateus Nunes Bastos disputaram a final B, prova sem disputa por medalhas, e terminaram na segunda colocação com o tempo de 1min38s50. No feminino, Valdenice Conceição representou o Brasil na final B do C1 200 metros. A atleta completou a prova em 46s01 e encerrou a participação na sexta colocação. Encerrando a etapa, Mateus Nunes Bastos teve destaque na final do C1 5000 m masculino. Em uma prova desgastante e estratégica, que reuniu 30 atletas, o brasileiro manteve-se entre os líderes durante grande parte da disputa e terminou na quarta colocação. Após a etapa de Szeged, os atletas brasileiros seguem agora para Brandenburg, na Alemanha, onde disputam entre os dias 14 e 17 de maio a próxima etapa da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade e Paracanoagem, dando sequência à temporada internacional de 2026, que além de medalhas, soma pontuação para o ranking olímpico rumo a Los Angeles 2028.

A
Agência Brasil Esportes
Sport
10.05.2026

Brasil derrota Argentina e é campeão Sul-Americano Sub-17 feminino

Na noite deste sábado (9), a Seleção Feminina Sub-17 de futebol venceu a Argentina por 3 a 2 e conquistou o título do Sul-Americano. A partida ocorreu no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Esta foi a primeira vez que a Amarelinha foi campeã sob comando da técnica Rilany Silva. Apesar da Argentina abrir o placar aos 4 minutos de jogo, o Brasil sempre foi superior durante toda a partida. E empatou conseguiu o empate ainda no primeiro tempo com gol de Gamonal, aos 28 minutos. Notícias relacionadas:Santos faz 2 a 0 no Fluminense fora de casa pelo Brasileiro Feminino.Nos acréscimos da etapa inicial, Nicolly ficou de cara para o gol, mas sofreu um pênalti, convertido por Helena, colocando o Brasil na frente do placar. Ainda na primeira etapa, Nicolly Manuel balançou a rede das “Hermanas” para ampliar a vantagem. Na segunda etapa, o time argentino conseguiu se sobrepor e marcou seu segundo, mas não foi o suficiente para tirar o título do Brasil. Campanha do título A Amarelinha fez campanha invicta no torneio continental. Cinco vitórias e um empate, 21 gols marcados e apenas seis sofridos. Com mais essa conquista, o Brasil segue sendo o maior vencedor da competição. São seis títulos: 2010, 2012, 2018, 2022, 2024 e 2026. Paraguai e Colômbia já ergueram o troféu do Sul-Americano uma vez. Já a Venezuela é bicampeã do torneio. A classificação para a final do Sul-Americano já havia garantido a Seleção na Copa do Mundo Feminina Sub-17 deste ano, em Marrocos entre outubro e novembro.

A
Agência Brasil Esportes
NACHRICHT
07.05.2026

Delegação europeia confia em aprovação final de acordo com Mercosul

Representantes do Parlamento Europeu foram recebidos nesta quarta-feira (6), no Palácio do Planalto, em Brasília, pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin. No encontro, foram discutidos os próximos passos do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, que entrou em vigor na semana passada, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos.CNI: acordo Mercosul–UE zera tarifas de 80% das exportações a Europa.Os termos do pacto comercial foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. "Esperamos que a decisão do Tribunal de Justiça e, depois, a aprovação ou ratificação que se seguirá no Parlamento Europeu sejam positivas. Estou crendo que sim", afirmou o deputado português Hélder Sousa Silva, presidente da Delegação para Relações com o Brasil do Parlamento Europeu. Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passaram a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Durante a reunião, Geraldo Alckmin afirmou que acordo com a União Europeia foi elaborado com equilíbrio e prevê salvaguardas para os setores produtivos. "O multilateralismo é importante e ganha a sociedade, que passa a ter acesso a produtos de melhor qualidade, com preços mais acessíveis, além do estímulo à competitividade. O acordo foi muito bem elaborado e tem salvaguardas. É um ganha-ganha", disse. Na última semana, o Brasil definiu as chamadas tarifárias, que são quantidades máximas de algumas mercadorias que podem ser importadas ou exportadas com imposto reduzido ou até zerado. Segundo o governo, as cotas abrangem cerca de 4% do total das exportações brasileiras e apenas 0,3% das importações. Na prática, os percentuais indicam que a maior parte do comércio entre Mercosul e União Europeia vai acontecer sem limite de quantidade, com redução ou eliminação integral de tarifas. O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia envolve 31 países, com um público consumidor de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) somado de mais de US$ 22 trilhões.

A
Agência Brasil Economia
Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos
NACHRICHT
01.05.2026

Acordo Mercosul- UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos

Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor nesta sexta-feira (1º), criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos.  Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo.Alckmin: governo prepara decreto de salvaguardas no acordo Mercosul-UE.Representação Brasileira do Parlasul aprova acordo Mercosul-UE.A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. Mais exportações com menos custos Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passam a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Indústria lidera ganhos imediatos Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Os setores com maior impacto imediato incluem: •    Máquinas e equipamentos; •    Alimentos; •    Metalurgia; •    Materiais elétricos; •    Produtos químicos. No caso de máquinas e equipamentos, quase todas as exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifas, abrangendo itens como compressores, bombas industriais e peças mecânicas. Mercado ampliado e mais competitivo O acordo conecta mercados que somam mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) conjunto trilionário. Com isso, o Brasil amplia significativamente seu alcance comercial. Atualmente, países com os quais o Brasil possui acordos representam cerca de 9% das importações globais. Com a entrada da União Europeia, esse percentual pode ultrapassar 37%. Além da redução de tarifas, o tratado estabelece regras comuns para comércio, padrões técnicos e compras governamentais, trazendo mais previsibilidade para empresas. Implementação gradual Apesar dos efeitos imediatos, nem todos os produtos terão tarifas eliminadas de uma vez. Para setores considerados mais sensíveis, a redução será feita de forma progressiva: • Até 10 anos na União Europeia. • Até 15 anos no Mercosul; • Em alguns casos, até 30 anos. Esse cronograma busca permitir adaptação das economias e proteger setores mais vulneráveis à concorrência internacional. Próximos passos A entrada em vigor marca o início da aplicação prática do acordo. Ainda serão definidos detalhes operacionais, como a distribuição de cotas de exportação entre os países do Mercosul. Durante cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do acordo, na última terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o caráter estratégico do tratado. Segundo ele, o acordo reforça o compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional. Entidades empresariais dos dois blocos também devem acompanhar a implementação para orientar empresas e garantir o aproveitamento das novas oportunidades comerciais.  

A
Agência Brasil Economia