Inflação oficial fecha junho em 0,16%, menor taxa desde outubro de 2025
Inflação oficial (IPCA) em junho foi de 0,16%, a menor taxa desde outubro de 2025, impulsionada pela queda nos preços dos alimentos. Acumulado em 12 meses é de 4,64%.
Inflação oficial (IPCA) em junho foi de 0,16%, a menor taxa desde outubro de 2025, impulsionada pela queda nos preços dos alimentos. Acumulado em 12 meses é de 4,64%.
O Ministério da Fazenda notificou 37 fintechs por suspeita de intermediar recursos de casas de apostas ilegais, determinando o fim da relação financeira com essas empresas. A medida visa combater o mercado clandestino e prevê o bloqueio de valores movimentados.
O Ministério da Fazenda notificou 37 fintechs por suspeita de intermediar recursos de casas de apostas ilegais. As instituições têm até 28 de agosto para encerrar relações financeiras com essas empresas, sob pena de multas e bloqueio de valores.
O Boletim Focus do Banco Central reduziu a projeção de inflação (IPCA) para 5,30% este ano. Estimativas para 2027, 2028 e 2029 foram divulgadas, assim como projeções para a taxa Selic e o PIB.
Empresas de criptomoedas (SPSAVs) terão que seguir regras de segurança financeira mais rígidas a partir de 2027, semelhantes às de corretoras de valores. O Banco Central aprovou a Resolução nº 580, que exige gestão de riscos, capital mínimo e divulgação financeira para aumentar a segurança do sistema e proteger clientes.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) proibiu a cobrança de tarifa de cadastro por instituições financeiras nas linhas de crédito do Programa Move Aplicativos. A medida, que visa facilitar o financiamento para motoristas de apps e taxistas comprarem veículos novos e sustentáveis, impede taxas de pesquisa cadastral, mas permite outros encargos.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o remanejamento de R$ 1 bilhão nos limites de crédito para estados, municípios e Distrito Federal em 2026, sem alterar o teto total de R$ 23,6 bilhões. A medida aumenta o espaço para operações com e sem garantia da União, atendendo à demanda dos entes federativos.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para o Proagro, programa de seguro rural. Produtores deverão usar fotos georreferenciadas para comprovar perdas na lavoura, e a produção obtida será descontada em caso de perdas graves. As mudanças visam aprimorar a saúde financeira do programa e baratear o custo para a maioria dos produtores.
O CMN regulamentou o decreto que permite o bloqueio de contas e transações financeiras de operadores de apostas de quota fixa sem autorização. A medida visa dificultar a operação de sites irregulares e entra em vigor em 28 de agosto.
A previsão de inflação (IPCA) para 2024 subiu para 5,33% no Boletim Focus, estourando a meta do BC. A taxa Selic foi reduzida, mas incertezas globais e regionais impactam o ritmo. Projeções de PIB também foram ajustadas.
Decreto assinado por Lula prevê bloqueio imediato de recursos de apostas ilegais. Dinheiro será transferido para o Fundo Nacional de Segurança Pública para combater o crime organizado.
O Copom do Banco Central decide nesta terça e quarta-feira sobre a taxa Selic, atualmente em 14,5%, avaliando a economia e a inflação. Paralelamente, a Câmara dos Deputados vota projeto que extingue a escala 6x1 de trabalho.
Mercado financeiro eleva estimativas para Selic e IPCA em 2024. Projeção para juros sobe para 13,75% no fim de 2026. Inflação oficial, IPCA, pode chegar a 5,3%.

Especialistas alertam que plataformas de previsão, como Polymarket e Kalshi, não são um bom termômetro para a disputa presidencial brasileira, apesar de serem usadas nas redes sociais. O governo brasileiro bloqueou o acesso a esses sites, que operam como derivativos financeiros, mas políticos e influenciadores de direita continuam a divulgar seus dados como contraponto às pesquisas tradicionais. No entanto, o mercado de apostas reflete mais o comportamento de operadores sofisticados e pode ser manipulado, diferentemente das pesquisas eleitorais.
Projeção de inflação (IPCA) para 2026 sobe para 5,09% no Boletim Focus, superando meta. Taxa Selic e PIB mantêm estimativas. Guerra no Oriente Médio impacta preços.
A previsão de inflação para o Brasil em 2026 subiu de 4,92% para 5,04% no Boletim Focus. A guerra no Oriente Médio pressiona combustíveis e alimentos, elevando a estimativa pela 11ª semana seguida, acima da meta do BC. Taxa Selic segue em 14,5%.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma linha de crédito emergencial de até R$ 1 bilhão para companhias aéreas brasileiras. Os recursos visam reforçar o capital de giro diante da alta dos custos, especialmente do querosene de aviação.
Produtores rurais, pescadores e aquicultores poderão acessar crédito subsidiado do FAT para modernização tecnológica e digitalização. A medida, aprovada pelo CMN, amplia o acesso a financiamentos antes restritos a empresas.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o programa Move Brasil, que oferece financiamento facilitado para motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas adquirirem veículos novos. O programa visa renovar a frota de transporte individual de passageiros, com taxas de juros reduzidas e prazo de até 72 meses.
O governo federal disponibilizou R$ 30 bilhões para o programa Move Aplicativos, que visa facilitar a compra de veículos novos por motoristas de aplicativo e taxistas. O financiamento terá juros mais baixos e prazos estendidos, com condições específicas para cada grupo e para veículos sustentáveis.
O presidente Lula assinou medida provisória que cria o Move Aplicativos, programa de financiamento com juros baixos para compra de carros novos por motoristas de aplicativo e taxistas. O programa oferece até R$ 30 bilhões, com taxas de 12,6% para homens e 11,5% para mulheres, e seis meses de carência.
O Ministério da Fazenda elevou a projeção de inflação para 4,5% em 2024, no limite da meta. A revisão reflete o impacto da guerra no Oriente Médio nos preços do petróleo. A estimativa do PIB foi mantida em 2,3%.
O CMN adiou para 2027 a regra que impede a concessão de crédito rural subsidiado a produtores com registro de desmatamento ilegal, após pressão do agronegócio por mais tempo de adaptação.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Notícias relacionadas:Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real.Copom adota cautela por tensões globais e expectativa da inflação.Entidades do setor produtivo cobram cortes maiores da Selic.Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente. Taxa Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio. De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom. Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação. O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho. Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 10% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) variou de 1,75% para 1,76%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento. No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.