
伊朗因以色列在黎巴嫩的行動暫停與美國的談判
伊朗半官方的塔斯尼姆通訊社報導,伊朗因抗議以色列在黎巴嫩的軍事行動,已暫停與美國透過調解人進行的談判及文件交換。伊朗要求以色列立即停止在加薩和黎巴嫩的戰爭,並全面撤出黎巴嫩。

伊朗半官方的塔斯尼姆通訊社報導,伊朗因抗議以色列在黎巴嫩的軍事行動,已暫停與美國透過調解人進行的談判及文件交換。伊朗要求以色列立即停止在加薩和黎巴嫩的戰爭,並全面撤出黎巴嫩。

伊朗半官方的塔斯尼姆通訊社報導,因抗議以色列在黎巴嫩的軍事行動,伊朗已暫停與美國透過調解人進行的談判及文件交換。伊朗要求以色列立即停止在加薩和黎巴嫩的戰爭,並全面撤軍。

The US-Israel war against Iran has now entered its tenth week and there has been little progress on the stalled peace talks. These are the major takeaways from what happened overnight. What did Trump say? Iran reportedly sent a response to Washington’s latest proposal – a one-page memo aimed at ending the war – but it was rejected by US President Donald Trump. “TOTALLY UNACCEPTABLE!” he wrote on social media on Sunday. Tehran’s Tasnim news agency, citing an “informed source”, reported that...

A Marinha da Guarda Revolucionária do Irã negou, nesta segunda-feira (4), informação divulgada pelos Estados Unidos (EUA) de que navios comerciais, com bandeira estadunidense, tenham passado pelo Estreito de Ormuz com ajuda de navios de guerra dos EUA. “Nenhum navio comercial ou petroleiro passou pelo Estreito de Ormuz nas últimas horas, e as alegações das autoridades americanas são infundadas e completamente falsas”, informou, em comunicado. Notícias relacionadas:Mísseis atingem navio de guerra dos EUA que tentava entrar em Ormuz.Segundo navio é atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24 horas.Proposta rejeitada por EUA abriria Ormuz antes de negociação nuclear.Duas horas antes, o Comando Central dos EUA, que atua na região do Oriente Médio, divulgou que navios de guerra teriam atravessado o estreito escoltando dois navios comerciais estadunidenses como parte do plano de Trump, anunciado nesse domingo (3), para restabelecer o comércio em Ormuz. “Como primeiro passo, dois navios mercantes de bandeira americana atravessaram com sucesso o Estreito de Ormuz e estão a caminho de sua jornada em segurança”, diz comunicado dos militares estadunidenses. Segundo os EUA, a missão inclui navios de guerra de mísseis guiados, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas e 15 mil militares. Em contrapartida, a Guarda Revolucionária do Irã divulgou mapa com nova área de controle marítimo sobre Ormuz com duas linhas de segurança que funcionariam como “novas fronteiras de controle” do Estreito. O novo Estreito de Ormuz controlado pelas Forças Armadas da República Islâmica do Irã. Ao sul, uma linha entre o Monte Mubarak, no Irã, e o sul de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos. A oeste, uma linha entre a ponta da Ilha de Qeshm, no Irã, e Umm Al Quwain, nos Emirados Árabes Unidos - Tasnim News Agency/Divulgação Petróleo Em meio a essa guerra de narrativas sobre a navegação no Estreito de Ormuz, por onde transitavam até 20% do petróleo do planeta, o preço do barril do petróleo Brent, referência no mercado, subiu 5% nesta segunda-feira, ultrapassando os US$ 114 dólares. Ao anunciar o plano para restabelecer o comércio na região, Donald Trump ameaçou o Irã caso o “processo” de navegação for impedido. “Essa interferência terá, infelizmente, de ser combatida com firmeza”, disse em uma rede social. As autoridades iranianas têm insistido que não é possível reabrir o Estreito de Ormuz por meio das redes sociais, somente por meio de uma negociação que coloque um fim definitivo à guerra, incluindo a frente no Líbano. Um dos mais importantes comandantes do Irã, o major-general Ali Abdollahi, aconselhou os navios comerciais e petroleiros “a se absterem de qualquer tentativa de passar pelo Estreito de Ormuz sem coordenação com as Forças Armadas [do Irã] estacionadas lá para não colocar em risco sua segurança”. Há relatos de dois navios comerciais atacados no Estreito de Ormuz em 24 horas. A Marinha do Irã, por outro lado, diz que impediu a passagem de navios estadunidense-israelenses pelo Estreito, tendo atingido um navio de guerra dos EUA no Golfo do Omã. Os militares dos EUA negam terem sido afetados.