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Unidades de Conservação

Stabil25 Meldungen2 QuellenZuletzt aktualisiert: 21.06.2026

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Amazonas: Desafios na Fiscalização de 19 Milhões de Hectares de Áreas Protegidas
In Entwicklung
Environment·21.06.2026KI-Zusammenfassung

Amazonas: Desafios na Fiscalização de 19 Milhões de Hectares de Áreas Protegidas

O Amazonas gerencia 19 milhões de hectares de Unidades de Conservação, essenciais para a proteção ambiental, mas enfrenta desafios de fiscalização devido à vasta extensão e difícil acesso. Mais de 260 mil pessoas vivem nessas áreas, majoritariamente em zonas de uso sustentável. A gestão comunitária e a busca por cooperação internacional são estratégias para superar a escassez de recursos e a logística complexa.

G
G1
Estudo reúne imagens inéditas do ‘cachorro fantasma’, um dos canídeos mais raros da Amazônia
In Entwicklung
Wissenschaft·15.06.2026KI-Zusammenfassung

Estudo reúne imagens inéditas do ‘cachorro fantasma’, um dos canídeos mais raros da Amazônia

Um estudo científico compilou 4.635 imagens inéditas do raro cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas na Amazônia, consolidando o maior acervo sobre a espécie. A pesquisa, realizada na Bolívia, confirma a preferência do animal por florestas intactas e sua atividade predominantemente diurna, alertando que sua sobrevivência depende da conservação da Amazônia.

G
G1
NACHRICHT
11.05.2026

Governo amplia Luz para Todos na Amazônia Legal

O programa Luz para Todos vai ampliar ainda mais seu alcance, levando energia elétrica para áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal. É o que prevê o decreto 12.964, publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11). A eletrificação será feita “com vistas ao fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico local, à geração de trabalho e renda, à segurança alimentar e à inclusão produtiva das populações beneficiárias”. Notícias relacionadas:Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano.IR 2026: chance de inclusão no primeiro lote acaba neste domingo.Concebido pelo governo federal com o objetivo de universalizar o fornecimento de energia – em especial a grupos prioritários, infraestruturas comunitárias e produtivas, de forma a favorecer o desenvolvimento local nas regiões atendidas –, o Luz para Todos apoia também a qualificação de mão de obra local ligada à prestação do serviço. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Prioridades de atendimento De acordo com o texto publicado, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Prioriza também assentamentos rurais, comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais – além de “comunidades localizadas em unidades de conservação ou impactadas diretamente por empreendimentos de geração ou de transmissão de energia elétrica”. Além de residências, o Luz para Todos atenderá infraestruturas públicas e coletivas, como as de serviços de conectividade à internet, sistemas de abastecimento de água, equipamentos de assistência social e estruturas comunitárias de segurança alimentar. Respeito a comunidades e meio ambiente O texto prevê, ainda, que os atendimentos busquem soluções energéticas adequadas às especificidades territoriais, sociais, culturais, ambientais e logísticas do meio rural e das regiões remotas da Amazônia Legal, “observados os princípios da sustentabilidade, da eficiência energética e da descarbonização, do respeito aos modos de vida locais e da preservação do bioma Amazônia”. A nova legislação estabelece regras para os atendimentos, entre elas a observância das normas ambientais aplicáveis. Também determina que os prestadores do serviço respeitem direitos, modos de vida e organização social das populações locais. Por fim, coloca como prioridade a busca por “soluções que contribuam para a redução da pobreza energética e das desigualdades regionais no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal”. O prazo de execução do programa para áreas rurais foi ampliado até dezembro de 2028 (com encerramento financeiro até 2029). 17,9 milhões de pessoas atendidas Segundo o Planalto, desde 2003, ano de criação do Luz para Todos, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o país, o que representa um alcance aproximado de 17,9 milhões de pessoas. “Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal”, informou a Casa Civil. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o programa conta com um orçamento de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.

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Agência Brasil Economia
NACHRICHT
06.05.2026

BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta terça-feira (5) o financiamento de R$ 500 milhões para a prefeitura de Belo Horizonte realizar obras contra enchentes e adaptação climática. As intervenções fazem parte do Plano de Investimentos em Resiliência e Adaptação Climática do município e do programa BH Resiliente (Projeto Transformador Cidade Jardim). Notícias relacionadas:Governo reconhece situação de emergência em mais 22 municípios de PE.Segundo o BNDES, as obras têm o objetivo de reduzir riscos de alagamentos e deslizamentos, ampliar áreas verdes, recuperar recursos hídricos e fortalecer a capacidade de adaptação da capital mineira a eventos climáticos extremos.  De acordo com o governo do Brasil, do total do financiamento, R$ 480 milhões virão do Fundo Clima e R$ 20 milhões do BNDES Invest Impacto, programa voltado a investimentos públicos com foco na redução de vulnerabilidades socioeconômicas e na adaptação e mitigação das mudanças climáticas. “São R$ 500 milhões que estamos financiando só para o BH Resiliente, que é um projeto muito bem concebido: é uma mudança de percepção da cidade que dialoga com o aquecimento global e com os extremos climáticos”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.  Entre as ações previstas estão a implantação da bacia de detenção do Parque Calafate, voltada ao controle de cheias; a implantação de parques; a desimpermeabilização de áreas concretadas e implantação de jardins de chuva na região central da cidade; a contenção de encostas em áreas de risco; a revegetação de encostas; a criação de unidades de conservação; e a recuperação ambiental de rios, nascentes e brejos.  Com cerca de 2,3 milhões de habitantes, a capital mineira tem 389 mil moradores em áreas de risco e cerca de 307 mil, em favelas.

A
Agência Brasil Economia