Jovem morre após ser baleado por PMs; funcionária de supermercado é indenizada por racismo
En resumen
- Um jovem de 20 anos morreu após ser baleado por policiais militares em Brasilândia de Minas.
- Em Rio Paranaíba, uma jovem de 21 anos foi indiciada por furtar R$ 26 mil em mercadorias de um supermercado.
- Já em Araguari, um supermercado foi condenado a indenizar funcionária por racismo.
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Confira o que foi destaque no g1 Triângulo nesta semana, com as notícias mais acessadas entre os dias 16 e 22 de maio.
Um jovem de 20 anos morreu após ser baleado por policiais militares durante uma perseguição em Brasilândia de Minas, no domingo (17). Segundo a PM, os disparos foram feitos após o motociclista tentar fugir de uma abordagem e colocar pedestres em risco durante a fuga.
Em vídeos gravados por moradores é possível ver o motociclista fugindo em alta velocidade, seguido pelo som de pelo menos dois tiros. Em nota, a Polícia Militar informou que "foram adotadas as medidas legais de polícia judiciária militar e acompanha o caso".
A Polícia Civil informou que, após a identificação do motociclista, foi constatado que ele não possuía habilitação. A moto foi apreendida e encaminhada para um pátio credenciado. A corporação informou que apura as circunstâncias do caso.
Uma jovem de 21 anos foi indiciada por furto qualificado após, segundo a Polícia Civil, se aproveitar do cargo que ocupava em um supermercado de Rio Paranaíba, para retirar mercadorias sem registro, simular pedidos de clientes e receber os produtos na própria casa por meio do sistema de entregas do estabelecimento.
Segundo a Polícia Civil, a jovem furtava mercadorias variadas, como ovos de Páscoa, chinelos, carnes, camarão e outros produtos alimentícios. Os furtos aconteciam diariamente e, em algumas ocasiões, mais de uma vez no mesmo dia. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 26 mil.
A investigação começou em 8 de abril, após a empresa denunciar furtos que estariam ocorrendo desde o início de 2025. Em depoimento, a jovem confessou parcialmente os fatos.
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Um supermercado de Araguari foi condenado a indenizar em R$ 5 mil uma funcionária que foi alvo de uma fala de cunho preconceituoso e racista feita por uma gerente. Em um dos episódios, a trabalhadora teria sido acusada de levar ratos escondidos no cabelo para o estabelecimento.
Os julgadores da Nona Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) decidiram manter a condenação em segunda instância, confirmando a sentença da 2ª Vara do Trabalho de Araguari.
De acordo com o processo, a funcionária também denunciou situações de humilhação, tratamento agressivo e suposto assédio moral praticados pela gerente. Os nomes das partes envolvidas não foram divulgados.







