PF investiga esquema de compra de votos em Campo Grande; prefeita Adriane Lopes não é alvo
En resumen
- Polícia Federal investiga esquema de compra de votos em Campo Grande.
- Prefeita Adriane Lopes não é alvo, mas celulares de pessoas ligadas a ela foram apreendidos.
- Investigações apontam movimentações financeiras suspeitas ligadas a eleições.
Resumen generado por IA
Por qué importa
A Polícia Federal investiga um esquema de compra de votos em Campo Grande, com movimentações financeiras incomuns ligadas às eleições. A prefeita Adriane Lopes não é alvo direto, mas pessoas próximas a ela tiveram celulares apreendidos.
Segundo a Polícia Federal, Adriane Lopes não foi alvo dos mandados de busca e apreensão. Durante a operação, celulares de pessoas ligadas à prefeita foram apreendidos. O g1 entrou em contato com a assessoria da prefeitura, que informou estar acompanhando a ação e que vai se manifestar após a conclusão da operação.
Conforme a investigação da PF, movimentações financeiras incomuns levaram à suspeita do esquema. Entre as transações estão saques em dinheiro, transferências fracionadas via Pix e o uso de contas de terceiros para movimentação e distribuição de recursos em períodos próximos aos dois turnos das eleições. Conforme a PF, os indícios podem estar relacionados à prática de compra de votos.
A TV Morena, afiliada Globo em Mato Grosso do Sul, também apurou que a operação tem ligação com um processo enfrentado por Adriane Lopes na Justiça eleitoral.
O g1 também apurou que Adriane Lopes seria alvo da operação, mas a justiça não deu deferimento para que mandado contra a prefeita fosse cumprido.
Conforme a PF, as condutas investigadas podem configurar os crimes de corrupção eleitoral e falsidade ideológica eleitoral. A investigação segue em andamento e tramita sob sigilo, conforme informou a Polícia Federal.
Preguntas abiertas
- Quais outras pessoas estão sendo investigadas?
- Qual o valor total do esquema?
- Haverá outras fases da operação?







