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Suspeito de matar recepcionista no Pará tem prisão preventiva cumprida
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Suspeito de matar recepcionista no Pará tem prisão preventiva cumprida

En resumen

  • Weverson Huge Ribeiro da Silva, 22 anos, foi preso preventivamente pela Polícia Civil no Pará, suspeito de matar a recepcionista Marli Pereira da Silva.
  • Roupas e escova de dentes foram apreendidas para análise de DNA.

Resumen generado por IA

Por qué importa

Weverson Huge Ribeiro da Silva, de 22 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido durante uma operação que também executou dois mandados de busca e apreensão. Marli Pereira da Silva foi encontrada morta no dia 10 de março.

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Weverson Huge Ribeiro da Silva, de 22 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido durante uma operação que também executou dois mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, roupas e uma escova de dentes foram recolhidas para obtenção de material genético, que será comparado a vestígios encontrados no local onde o corpo da vítima foi localizado.

De acordo com o superintendente da Polícia Civil no Sudeste do Pará, Antônio Mororó, o material apreendido será submetido à perícia para confronto com um preservativo encontrado na área onde o corpo de Marli foi encontrado.

Marli Pereira da Silva foi encontrada morta no dia 10 de março, nas águas do Rio Tauarizinho, em um trecho abaixo da ponte da BR-230, no bairro Cidade Jardim. O corpo foi localizado pela Polícia Rodoviária Federal, que acionou a Polícia Civil.

A vítima trabalhava havia 11 anos como recepcionista de um grupo de comunicação em Marabá. O suspeito também atuava na mesma empresa e, segundo as investigações, foi a última pessoa vista com Marli na noite anterior ao crime.

Dois dias após o corpo ser encontrado, Weverson se apresentou espontaneamente à Polícia Civil acompanhado de advogados, mas foi liberado por não haver mandado de prisão naquele momento. A demora na prisão motivou manifestações de familiares, amigos e colegas de trabalho, que cobravam rapidez na investigação.

Após a prisão desta quarta-feira, o investigado será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Preguntas abiertas

  • Qual a relação entre o suspeito e a vítima?
  • Houve mais cúmplices no crime?

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This article was originally published by G1.

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