
Artista russo crítico de Putin é morto a tiros na Polônia
Artista russo Robert Kuzovkov, conhecido por caricaturas críticas a Putin e Stalin, foi assassinado a tiros em um estacionamento na Polônia. Dois cidadãos bielorrussos foram presos.

Artista russo Robert Kuzovkov, conhecido por caricaturas críticas a Putin e Stalin, foi assassinado a tiros em um estacionamento na Polônia. Dois cidadãos bielorrussos foram presos.

O artista russo Robert Kuzovkov, conhecido por suas críticas a Putin, foi assassinado a tiros na Polônia. Dois cidadãos bielorrussos foram presos perto do consulado de Belarus.

Richard Mickael, de 22 anos, de São Leopoldo (RS), é o único brasileiro selecionado para o Berlin Opera Academy. Ele busca financiamento para cobrir custos de viagem e estadia, além da bolsa que cobre o curso.
Especialistas alertam que os Acordos de Abraão, promovidos por Donald Trump, podem isolar os palestinos e dar a Israel carta branca para anexar territórios, priorizando interesses econômicos e de segurança sobre a causa palestina.
A documentarista Maria Augusta Ramos foi nomeada Diretora de Conteúdo e Programação (Dicop) da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco em consolidar e ampliar o trabalho de qualidade e diversidade na EBC.

The documentary 'A Fabulosa Máquina do Tempo' screened in Guaribas, Piauí, for over 600 residents. The event, organized by CineSolar, brought the film back to its filming location, uniting the crew, protagonists, and community.
No Dia da África, o continente busca protagonismo global com parcerias econômicas, especialmente com a China, para infraestrutura e desenvolvimento. EUA e Rússia também competem por influência, enquanto a África avança em integração e autonomia.

Visitas de Donald Trump e Vladimir Putin à China revelaram abordagens distintas de Xi Jinping. Trump recebeu honras cerimoniais e foco em imagem, enquanto Putin selou acordos energéticos e de cooperação. A questão de Taiwan também evidenciou divergências.
A venda de ingressos online para o amistoso da seleção brasileira contra o Panamá, em 31 de maio no Maracanã, abre às 10h desta quinta-feira. Os preços variam de R$ 100 a R$ 400, com limite de 4 ingressos por pessoa. Cadastro de biometria facial é obrigatório.
A equipe brasileira paralímpica conquistou 37 medalhas no Campeonato Alemão Internacional de natação, incluindo 11 ouros, 5 pratas e 8 bronzes entre os adultos, e 8 ouros, 4 pratas e 1 bronze entre os jovens.

A Seleção Brasileira de natação paralímpica foi ao pódio cinco vezes neste sábado (9) no encerramento da etapa de Berlim, na Alemanha, do World Series. Nas últimas finais do evento, o mineiro Gabriel Araújo, Gabrielzinho, faturou dois ouros. A delegação ganhou também as pratas do catarinense Talisson Glock e do mineiro Arthur Xavier e o bronze da carioca Lídia Cruz. Notícias relacionadas:Gabrielzinho lidera natação paralímpica do Brasil no circuito mundial.Gabrielzinho concorre ao Laureus de Melhor Atleta com Deficiência.Gabrielzinho lidera natação paralímpica do Brasil no circuito mundial.Nos 50m livre, Gabrielzinho, da classe S2 (comprometimento físico-motor), cravou 52s92 e 1042 pontos. Ele ficou na frente do Tcheco David Kratochvil, da classe S11 (deficiência visual). O bronze foi do espanhol Dambelleh Jarra. O segundo ouro do nadador brasileiro foi nos 150m medley. O tempo do mineiro foi 3min26s70 e ele conquistou também 1017 pontos. O israelense Ami Omer, da classe SM4 (comprometimento físico-motor) ficou com a prata; e o bronze foi para o alemão Josia Tim Alexander. Ao todo, Gabrielzinho obteve outras duas medalhas na competição: ouro nos 100m livre e prata nos 50m borboleta. Arthur Xavier, da classe S14 (deficiência intelectual), levou a terceira medalha no evento nos 100m costas com a marca de 58s78 e 1018 pontos. O ouro foi para o britânico Mark Tompsett, também da S14; e o bronze para o bielorrusso Yahor Shchalkanau, da classe S9 (comprometimento físico-motor). O catarinense e campeão paralímpico Talisson Glock, da classe S6 (comprometimento físico-motor), foi prata nos 400m livre, com tempo de 5min01s92 e 970 pontos. O ouro foi para o tcheco David Kratochvil, da classe S11 (cegos); e o bronze para o chinês Chuanzhen Sun, S11. A carioca Lídia Cruz, atleta da classe SM4 (comprometimento físico-motor), foi bronze nos 150 medley com 3min01s73 e marcar 843 pontos. O ouro ficou com a italiana Angela, da classe SM2; já a prata foi para a norte-americana Leanne Smith, da classe SM3. As provas do World Series são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série. As classificações às finais e a definição das medalhas foram feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC). Após estes resultados, o país encerrou a competição com 19 medalhas: seis ouros, nove pratas e três bronzes entre adultos e um ouro nas disputas para jovens. A Seleção Brasileira segue em Berlim nos próximos dias, onde disputará o IDM (Campeonato Alemão Internacional de natação), de domingo, 10, a terça-feira, 12.

A seleção brasileira de natação paralímpica abriu em grande estilo a World Séries em Berlim (Alemanha), com 10 medalhas – nove nas disputas adultas e uma entre jovens – e recorde mundial de Beatriz Flausino na prova dos 100 metros peito da classe SB14 (deficiência intelectual). Campeã mundial ano passado em Singapura, a paulista de Osasco estabeleceu nova marca mundial (1min11s52) durante as eliminatórias, superando a anterior, da espanhola Michelle Morales (1min12s02), registrada nos Jogos de Tóquio 2021. “Estou muito feliz. Agradeço aos meus apoiadores, ao meu técnico e à minha família. Queria fazer esta marca desde o Mundial no ano passado, mas não estava totalmente preparada para isso. Depois da competição, comecei o ano focada neste recorde”, disse a atleta de 22 anos. Notícias relacionadas:Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial.Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial .Comitê Olímpico Internacional suspende restrições a bielorrussos.Na final dos 100m peito, Flausino ficou com a prata, ao concluir a prova em 1min12s49. A conterrânea Alessandra Oliveira, da classe SB4 (comprometimento físico-motor) foi bronze, com 1min43s41, o garantiu a ela o ouro na disputa Junior da mesma prova. O ouro ficou com a britânica Aaliyah Richards (1min12s14), da classe S14. O Brasil também garantiu dobradinha nos 100m livre com o ouro do mineiro Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 1min56s01, e prata do conterrâneo Arthur Xavier, da classe S14. O britânico William Ellard, também da classe S14, completou o pódio com o bronze. Gabrielzinho emplacou outra dobradinha nos 50m borboleta, desta vez com Samuel Oliveira, o Samuka, que faturou o ouro ao encerrar a prova em 33s13. Gabrielzinho (53s09) levou a prata e sul-africano Christian Sadie, da classe 7 (comprometimento físico-motor) levou o bronze, como tempo de 30s57. Samuka assegurou o segundo ouro do dia nos 50m costas, com o tempo de 34s66. Em segundo lugar ficou o alemão Josia Tim Alexander (47s22) , da classe S3 (comprometimento físico-motor), e em terceiro o bósnio Ismail Zulfic (36s98). É #BrasilParalímpico NO PÓDIO TODOS OS DIAS! 🇧🇷✨ Pra fechar esta quinta-feira, um dia recheado de conquistas brasileiras mundo afora, vamos com os resultados do World Series de natação. ✨🏊🏻♀️ Em Berlim, foram 10 medalhas para a nossa Seleção, com direito a recorde mundial de… pic.twitter.com/vhCSghvD5e — Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) May 7, 2026 Na disputa feminina dos 50m costas, a carioca Lídia Cruz faturou a prata na classe S4 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 51s83. O topo do pódio ficou com a turca Sevilay Ozturk (44s34) e o bronze com a ucraniana Maryna Verbova (53s34). “Esta é uma das provas mais importantes para mim e caiu logo no primeiro dia. Foi uma forma de quebrar o gelo cheia de emoções. Minha intenção era nadar próximo do meu melhor e isso foi feito. Está comprovado por esta medalha”, festejou Lídia. A catarinense Mayara Petzold fechou o primeiro dia de competições com prata nos 50m borboleta, com o tempo de 35s90. A vencedora da prova foi a irlandesa Dearbhaile Brady (35s82) e a norte-americana Mallory Weggemann, da classe S6 (comprometimento físico-motor) arrematou o bronze com o tempo de 35s22. A World Series Berlim vai até sábado (9). O Brasil conta com 17 representantes na competição, que são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série.

A seleção brasileira de natação paralímpica abriu em grande estilo a World Séries em Berlim (Alemanha), com 10 medalhas – nove nas disputas adultas e uma entre jovens – e recorde mundial de Beatriz Flausino na prova dos 100 metros peito da classe SB14 (deficiência intelectual). Campeã mundial ano passado em Singapura, a paulista de Osasco estabeleceu nova marca mundial (1min11s52) durante as eliminatórias, superando a anterior, da espanhola Michelle Morales (1min12s02), registrada nos Jogos de Tóquio 2021. “Estou muito feliz. Agradeço aos meus apoiadores, ao meu técnico e à minha família. Queria fazer esta marca desde o Mundial no ano passado, mas não estava totalmente preparada para isso. Depois da competição, comecei o ano focada neste recorde”, disse a atleta de 22 anos. Notícias relacionadas:Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial.Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial .Comitê Olímpico Internacional suspende restrições a bielorrussos.Na final dos 100m peito, Flausino ficou com a prata, ao concluir a prova em 1min12s49. A conterrânea Alessandra Oliveira, da classe SB4 (comprometimento físico-motor) foi bronze, com 1min43s41, o garantiu a ela o ouro na disputa Junior da mesma prova. O ouro ficou com a britânica Aaliyah Richards (1min12s14), da classe S14. O Brasil também garantiu dobradinha nos 100m livre com o ouro do mineiro Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 1min56s01, e prata do conterrâneo Arthur Xavier, da classe S14. O britânico William Ellard, também da classe S14, completou o pódio com o bronze. Gabrielzinho emplacou outra dobradinha nos 50m borboleta, desta vez com Samuel Oliveira, o Samuka, que faturou o ouro ao encerrar a prova em 33s13. Gabrielzinho (53s09) levou a prata e sul-africano Christian Sadie, da classe 7 (comprometimento físico-motor) levou o bronze, como tempo de 30s57. Samuka assegurou o segundo ouro do dia nos 50m costas, com o tempo de 34s66. Em segundo lugar ficou o alemão Josia Tim Alexander (47s22) , da classe S3 (comprometimento físico-motor), e em terceiro o bósnio Ismail Zulfic (36s98). É #BrasilParalímpico NO PÓDIO TODOS OS DIAS! 🇧🇷✨ Pra fechar esta quinta-feira, um dia recheado de conquistas brasileiras mundo afora, vamos com os resultados do World Series de natação. ✨🏊🏻♀️ Em Berlim, foram 10 medalhas para a nossa Seleção, com direito a recorde mundial de… pic.twitter.com/vhCSghvD5e — Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) May 7, 2026 Na disputa feminina dos 50m costas, a carioca Lídia Cruz faturou a prata na classe S4 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 51s83. O topo do pódio ficou com a turca Sevilay Ozturk (44s34) e o bronze com a ucraniana Maryna Verbova (53s34). “Esta é uma das provas mais importantes para mim e caiu logo no primeiro dia. Foi uma forma de quebrar o gelo cheia de emoções. Minha intenção era nadar próximo do meu melhor e isso foi feito. Está comprovado por esta medalha”, festejou Lídia. A catarinense Mayara Petzold fechou o primeiro dia de competições com prata nos 50m borboleta, com o tempo de 35s90. A vencedora da prova foi a irlandesa Dearbhaile Brady (35s82) e a norte-americana Mallory Weggemann, da classe S6 (comprometimento físico-motor) arrematou o bronze com o tempo de 35s22. A World Series Berlim vai até sábado (9). O Brasil conta com 17 representantes na competição, que são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série.