Última hora
TRMuğla'da Komşular Arasındaki Tartışma Kanlı Bitti: 1 Ölü, 2 YaralıTRİzmir-Uşak kara yolunda tiner yüklü TIR devrildi: 2 ölü, 4 yaralıTRÖğretmenler Ankara'da Eylemlerini Sürdürüyor: Taban Maaş ve Özlük Hakları TalebiTRMeksika, Güney Kore'yi 1-0 Mağlup Ederek Son 32'ye KaldıTRTrump: İran'a karşı güç kullanma yetkisinin sınırı yokTRYunus Akgün: "Avustralya maçından ders çıkardık, Paraguay'a karşı daha kontrollü olacağız"TRMert Günok: Avustralya yenilgisi sonrası eleştiriler normal, yarınki maç finalimizTRKırmızı Işıkta Bekleyen Otomobile Arkadan Çarptı: 2 YaralıTRABD'den İran ile Teknik Görüşmelerin Ertelenmesi Hakkında AçıklamaTRA Milli Futbol Takımı'ndan Kaan Ayhan: Yarın Mesele Paraguay Değil, BizizTRMuğla'da Komşular Arasındaki Tartışma Kanlı Bitti: 1 Ölü, 2 YaralıTRİzmir-Uşak kara yolunda tiner yüklü TIR devrildi: 2 ölü, 4 yaralıTRÖğretmenler Ankara'da Eylemlerini Sürdürüyor: Taban Maaş ve Özlük Hakları TalebiTRMeksika, Güney Kore'yi 1-0 Mağlup Ederek Son 32'ye KaldıTRTrump: İran'a karşı güç kullanma yetkisinin sınırı yokTRYunus Akgün: "Avustralya maçından ders çıkardık, Paraguay'a karşı daha kontrollü olacağız"TRMert Günok: Avustralya yenilgisi sonrası eleştiriler normal, yarınki maç finalimizTRKırmızı Işıkta Bekleyen Otomobile Arkadan Çarptı: 2 YaralıTRABD'den İran ile Teknik Görüşmelerin Ertelenmesi Hakkında AçıklamaTRA Milli Futbol Takımı'ndan Kaan Ayhan: Yarın Mesele Paraguay Değil, Biziz
Newsgather

carga tributária

Estable13 noticias2 fuentesÚltima actualización: 1 g önce

Últimas noticias

Nova CBS substituirá imposto de importação; alíquota ainda não está definida
En desarrollo
Business·2 g önceResumen IA

Nova CBS substituirá imposto de importação; alíquota ainda não está definida

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) substituirá o antigo imposto de importação de 20% para encomendas internacionais de baixo valor. A alíquota da CBS, que será fixada em dezembro, está sendo calculada pela Receita Federal e TCU, com estimativas apontando para 9,43% em 2027. A nova tributação visa manter a carga tributária atual sobre o consumo, aplicando as mesmas alíquotas para produtos nacionais e importados, sem o limite de US$ 50.

G
G1
Fim da "taxa das blusinhas" preocupa indústria; plataformas apoiam
NOTICIA
13.05.2026

Fim da "taxa das blusinhas" preocupa indústria; plataformas apoiam

A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas. Notícias relacionadas:Lula assina MP e zera "taxa das blusinhas".Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”. A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. “É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit. A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode "penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”. A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão.  “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ). Apoio das plataformas Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança. A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E. Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional. Fim da cobrança A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%. No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor. 

A
Agência Brasil Economia
NOTICIA
11.05.2026

Pequena indústria tem pior resultado desde a pandemia, revela CNI

O desempenho das pequenas indústrias brasileiras atingiu o pior nível desde a pandemia de Covid-19, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento mostra piora na produção, nas condições financeiras e na confiança dos empresários ao longo do primeiro trimestre de 2026. De acordo com a pesquisa Panorama da Pequena Indústria, juros elevados, dificuldade de acesso ao crédito e aumento no custo das matérias-primas têm afetado diretamente as empresas de pequeno porte. Notícias relacionadas:Faturamento da indústria tem recuperação e sobe 3,8% em março.Confiança da indústria atinge menor nível desde 2020.O índice que mede o desempenho das pequenas indústrias caiu para 43,7 pontos no primeiro trimestre deste ano. Foi o menor resultado desde o segundo trimestre de 2020, período mais crítico da pandemia, quando o indicador chegou a 34,1 pontos. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O levantamento considera três fatores principais: Volume de produção; Uso da capacidade das fábricas; Número de empregados. Na prática, o resultado indica que pequenas empresas estão produzindo menos, utilizando menos sua estrutura e contratando menos trabalhadores. Caixa pressionado A situação financeira das pequenas indústrias também piorou. O índice que mede as condições financeiras caiu 2,5 pontos e chegou a 39 pontos, pior marca dos últimos cinco anos. Esse indicador avalia: Acesso ao crédito; Margem de lucro; Satisfação dos empresários com a situação financeira. Em nota, a analista da CNI Julia Dias afirma que os juros altos dificultam ainda mais o financiamento para pequenas empresas, consideradas de maior risco pelos bancos. Segundo ela, o aumento no preço de insumos e matérias-primas, influenciado pela guerra no Oriente Médio, também reduziu a margem de lucro das indústrias. Matéria-prima preocupa A pesquisa mostra que o custo das matérias-primas se tornou uma das maiores preocupações do setor. Nas pequenas indústrias de transformação, o problema saltou da sexta para a segunda posição entre os principais entraves. O percentual de empresários que citaram a dificuldade passou de 20% para 34,1% em apenas um trimestre. Entre as pequenas empresas da construção civil, a preocupação com falta ou alto custo de insumos avançou de 4,1% para 18,1%. Com isso, o tema saiu da 13ª para a 5ª posição entre os principais problemas do setor. Juros elevados A elevada carga tributária segue como principal dificuldade apontada pelas pequenas indústrias, apesar de ter perdido um pouco de força na comparação com o fim de 2025. No setor da construção, os juros altos aparecem como o segundo maior problema enfrentado pelas empresas. A preocupação com as taxas de juros subiu de 30,9% para 37,1% entre os empresários do segmento. Segundo a CNI, os juros encarecem financiamentos, reduzem investimentos e dificultam o crescimento das pequenas empresas. Confiança baixa A confiança dos empresários também continua em queda. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) das pequenas empresas ficou em 44,6 pontos em abril, menor nível desde junho de 2020. O indicador está abaixo da linha de 50 pontos há 17 meses consecutivos, o que demonstra predominância de pessimismo no setor. Expectativas moderadas As expectativas para os próximos meses seguem cautelosas. O índice de perspectivas da pequena indústria marcou 47,4 pontos, indicando visão moderada dos empresários sobre demanda, produção, contratações e investimentos. O resultado mostra que, apesar da piora recente, parte das empresas ainda espera alguma recuperação gradual ao longo do ano.

A
Agência Brasil Economia
STF mantém desoneração da folha com reoneração gradual até 2027
En desarrollo
Política·30.04.2026Resumen IA

STF mantém desoneração da folha com reoneração gradual até 2027

O STF decidiu manter o modelo atual de desoneração da folha de pagamentos com reoneração gradual entre 2025 e 2027 para 17 setores. Por 8 votos a 2, a Corte considerou inconstitucional a lei aprovada pelo Congresso em 2023 que prorrogava o benefício sem apresentar impacto nas contas públicas, mas preservou o acordo posterior entre Executivo e Legislativo que garante transição gradual até 2028.

A
Agência Brasil Economia