
Coronel da Polícia Militar vira réu por coação de testemunhas e vítima no RJ
Justiça Militar aceita denúncia do MPRJ contra o coronel Lauro Botto por supostos crimes de coação contra testemunhas e vítima, agravados por diferença hierárquica.

Justiça Militar aceita denúncia do MPRJ contra o coronel Lauro Botto por supostos crimes de coação contra testemunhas e vítima, agravados por diferença hierárquica.

O Ministério Público (MP) investiga casos de prisões e mortes por intervenção policial em Piracicaba (SP), revelando suspeitas de extorsões, simulação de flagrantes e fragilidade de provas. O relatório, motivado pelo aumento de relatos e da letalidade policial, aponta inconsistências e recomenda a adoção de câmeras corporais e novos protocolos.

Sargento da PM Amauri dos Santos foi condenado a 12 anos e 5 meses por tortura, abuso de autoridade, fraude processual e peculato, após imagens de câmera corporal flagrarem "roleta-russa" com adolescente e desaparecimento de drogas em São Paulo.

O senador republicano Lindsey Graham, de 71 anos, morreu neste sábado (11) em decorrência de uma dissecação da aorta. Aliado próximo de Donald Trump e defensor de uma política externa intervencionista, Graham estava em seu quinto mandato no Senado e planejava concorrer à reeleição.

Promotoria de Justiça Militar de Roraima pede afastamento do delegado Alexandre Henrique de Matos Lima por abuso de autoridade e misoginia institucional. Documento cita quatro episódios de conduta inadequada entre 2025 e 2026, além de 47 procedimentos disciplinares anteriores.

Quatro policiais militares investigados por forjar confronto e supostamente matar advogado em julho de 2024 voltam a usar tornozeleira eletrônica e têm porte de armas suspenso. Decisão do TJMT atende recurso do MP e restabelece medidas cautelares.

Quatro policiais militares envolvidos na morte do empresário Reinaldo Magalhães em Mairinque (SP) viram réus em processo. Jurados decidiram que não havia provas suficientes para condenação por homicídio qualificado. O caso, que já foi adiado cinco vezes, envolve uma disputa sobre a versão dos fatos.

Capitão da PM-BA é condenado a 21 anos de prisão por corrupção passiva e peculato-desvio. Ele usava viaturas e policiais para segurança privada em troca de dinheiro e bebidas, operando um esquema apelidado de "Toddy".

Ryan, de 4 anos, morreu após ser atingido por disparo durante operação policial no Morro São Bento, em Santos (SP). Inquérito policial militar concluiu que foi legítima defesa, mas MP-SP abriu novo procedimento investigatório. Defesa da família contesta conclusão e pede justiça.

O STJ decidiu que Kelvin Barros da Silva será julgado pelo Tribunal do Júri por feminicídio e destruição de cadáver, e pela Justiça Militar por crimes militares. A condição de militar da ativa não é suficiente para julgar crimes de motivação pessoal na Justiça Militar.

O STJ decidiu que Kelvin Barros da Silva, acusado de feminicídio e incêndio em quartel, será julgado pelo Tribunal do Júri. A Justiça Militar não tem competência para crimes com motivação pessoal.

Imagens de câmeras corporais de policiais militares do Rio de Janeiro revelam que eles podem ter combinado uma versão para incriminar Daniel, jovem morto em operação. A família alega que ele ia para a escola e não tinha envolvimento com crime. A Defensoria Pública entrou com ação de indenização contra o Estado.
O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) acompanha as investigações da morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, ocorrida na última quarta-feira (22), na Pavuna, zona norte do Rio. O caso foi comunicado ao plantão de monitoramento, conforme previsto na ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental], conhecida como ADPF das Favelas. Notícias relacionadas:"Carinhoso, sorridente, feliz", diz mãe sobre filho morto por PMs .Violência interrompe transportes e afeta acesso à educação no Rio.O GAESP/MPRJ também segue acompanhando o andamento das investigações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Delegacia de Homicídios da Capital para esclarecer as circunstâncias da ação policial, identificar eventuais irregularidades em relação aos protocolos operacionais e apurar a responsabilidade de todos os envolvidos, inclusive os que não estavam presentes na cena do crime. Daniel, de 29 anos, foi morto após o carro em que estava com dois amigos ser alvo de cerca de 23 tiros, de acordo com testemunhas, durante uma abordagem policial na Pavuna. Daniel chegou a sinalizar com os faróis do veículo, na tentativa de indicar que se tratavam de moradores da região, mas os disparos não cessaram. O sargento Rafael Assunção Marinho e o cabo PM Rodrigo da Silva Alves foram presos em flagrante pela Corregedoria da corporação por homicídio doloso, quando há intenção de matar. O crime é previsto na Justiça Militar. O juiz manteve os dois policiais presos, após passarem por audiência de custódia. Esclarecimentos A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDDHC) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro atendeu a viúva de Daniel Patrício Santos de Oliveira, Karina Paes. A comissão vai oficiar a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública para solicitar esclarecimentos sobre os protocolos adotados na ação policial e informações sobre o uso das câmeras corporais pelos agentes envolvidos. Para a presidente da CDDHC, deputada Dani Monteiro, o caso evidencia uma lógica recorrente de violações. “Há indícios graves de uso desproporcional da força e quebra de protocolos, em um contexto que já vitimou outras pessoas, como a médica Andrea Marins, no mês passado. Mais uma vez falamos que isso não é episódio isolado”.