Dernière minute
ARالولايات المتحدة تعلن استمرار المفاوضات مع إيران رغم تبادل الهجمات واستهداف دول خليجيةARحريق هائل في الأندلس يخلف ضحايا ويجبر على الإجلاءARاتهام 8 رجال بالتخطيط لهجوم إرهابي على حدث بالبيت الأبيضARتحقيق في حادثة المركز الإعلامي لمنتخب إنجلترا بكأس العالمARمدرب بلجيكا: الجميع يتوقع إقصاءنا أمام إسبانيا.. ولوكاكو يدعم تصريحاتهARتحقيق في حادثة اقتحام المركز الإعلامي لمنتخب إنجلترا في كأس العالمARقطر تخفض أسعار البيع الرسمية لخامها في أغسطسARترامب يقيل أعضاء لجنة مساعدة الانتخابات الفيدراليةARExpert: Neither US nor Iran ready to de-escalate conflictARأمريكا ترد على إيران بشأن الملاحة في مضيق هرمزARالولايات المتحدة تعلن استمرار المفاوضات مع إيران رغم تبادل الهجمات واستهداف دول خليجيةARحريق هائل في الأندلس يخلف ضحايا ويجبر على الإجلاءARاتهام 8 رجال بالتخطيط لهجوم إرهابي على حدث بالبيت الأبيضARتحقيق في حادثة المركز الإعلامي لمنتخب إنجلترا بكأس العالمARمدرب بلجيكا: الجميع يتوقع إقصاءنا أمام إسبانيا.. ولوكاكو يدعم تصريحاتهARتحقيق في حادثة اقتحام المركز الإعلامي لمنتخب إنجلترا في كأس العالمARقطر تخفض أسعار البيع الرسمية لخامها في أغسطسARترامب يقيل أعضاء لجنة مساعدة الانتخابات الفيدراليةARExpert: Neither US nor Iran ready to de-escalate conflictARأمريكا ترد على إيران بشأن الملاحة في مضيق هرمز
Newsgather
BackJustiça mantém prisão de mulher que fingia ter 12 anos e autoriza exames de saúde mental
Justiça mantém prisão de mulher que fingia ter 12 anos e autoriza exames de saúde mental
ACTU
G103.06.2026Crime3 dk okumaBrazil

Justiça mantém prisão de mulher que fingia ter 12 anos e autoriza exames de saúde mental

L'essentiel

  • Mulher de 37 anos, presa em Joinville por estelionato e falsa identidade, teve a prisão preventiva mantida pela Justiça.
  • Ela fingia ter 12 anos e viveu com uma família por 14 meses.
  • Exames de sanidade mental foram autorizados.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, após viver por 14 meses com uma família fingindo ter 12 anos. Ela alegava ter fugido do Pará devido a maus-tratos e usava disfarces como chupetas e mamadeiras, além de inventar histórias sobre autismo e tratamentos hormonais.

Taille de police

A Justiça de Santa Catarina manteve a prisão preventiva de uma mulher de 37 anos que fingia ter 12 e autorizou a realização de exames de sanidade mental.

A investigada viveu por 14 meses com uma família em Joinville, apresentando-se como criança adotiva e alegando ter fugido do Pará devido a maus-tratos.

Para sustentar o disfarce, ela usava chupetas e mamadeiras, além de alegar falsamente ter autismo e sequelas de tratamentos hormonais forçados na infância.

O golpe foi descoberto por uma parente da família. A polícia constatou que a suspeita já cometeu crimes semelhantes em outros 5 estados brasileiros.

As informações foram confirmadas pelo advogado Rafael Luiz Siewert, defensor dativo da suspeita, e pela Polícia Civil.

Em nota, Siewert informou que a defesa identificou elementos que justificaram o pedido de exame de sanidade mental.

"A defesa aguarda a conclusão da perícia técnica, que poderá contribuir para o adequado esclarecimento das circunstâncias relacionadas ao caso e para a adoção das medidas processuais cabíveis", escreveu.

Amanda Maria viveu por 14 meses como filha adotiva de uma família em Joinville, onde se apresentava como Gabriele. Segundo a Polícia Civil, ela conheceu as vítimas ao procurar uma igreja e relatar ter fugido do Pará por sofrer maus-tratos. Amanda é, na verdade, natural do Ceará.

A suspeita é investigada pela Polícia Civil por estelionato e falsa identidade.

Mulher recebeu ajuda financeira da família

Conforme o delegado Rodrigo Bueno Gusso, responsável pela investigação, após se aproximar da comunidade religiosa, ela foi acolhida e recebeu ajuda financeira dos fiéis. Depois, a família com a qual estava vivendo pelos últimos 14 meses a acolheu e ofereceu uma vida confortável.

"Ela conseguiu sequestrar emocionalmente a família. Era uma família com boa situação financeira, então ela levava uma vida de adolescente muito boa. Durante o período em que estava com a família, ela não recebia dinheiro diretamente, mas tudo que havia de bom e do melhor ela recebia", afirmou.

Para sustentar o disfarce de adolescente e justificar a aparência adulta, conforme a Polícia Civil, ela alegava falsamente ter autismo e outras condições clínicas. Ainda argumentava que seus traços adultos eram decorrentes do uso forçado de hormônios durante a infância, quando teria sido abusada.

Com comportamentos infantilizados, segundo a polícia, ela usava mamadeiras, chupetas e um "cheirinho" para dormir.

Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, foi presa fingindo ser criança de 12 — Foto: Reprodução

Como família passou a suspeitar?

O casal procurou a polícia após a denúncia de um parente levar à descoberta do crime.

"Foi uma tia não distante, mas que não convivia todo dia com ela, que nunca acreditou nessa história de que ela era menor de idade e começou a pesquisar na internet. Descobriu que teve um caso muito parecido no Rio de Janeiro, com o mesmo modus operandi, e contou para o pai adotivo", comentou o delegado.

A polícia buscou mais informações e descobriu que a mulher é reincidente nessa modalidade de golpes, tendo registros em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

O que diz a defesa

Fui nomeado defensor dativo da investigada, uma vez que a Defensoria Pública não atua perante o Juízo de Garantias da Comarca de Joinville. Após a análise dos autos e entrevista com a custodiada, a defesa identificou elementos que justificaram o pedido de realização de exame de sanidade mental. O requerimento foi acolhido pelo Juízo, que determinou a realização de perícia oficial para avaliação de sua condição psíquica.

Neste momento, a investigada permanece à disposição da Justiça em razão da decisão que converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva e da necessidade de realização do exame pericial já determinado. A defesa aguarda a conclusão da perícia técnica, que poderá contribuir para o adequado esclarecimento das circunstâncias relacionadas ao caso e para a adoção das medidas processuais cabíveis.

À surveiller

Perspective IA — des possibilités, pas des certitudes

  • Conclusão da perícia técnica sobre a condição psíquica da investigada.

    Très probable · En quelques semaines

  • Adoção de medidas processuais cabíveis com base no resultado da perícia.

    Probable · En quelques mois

Questions ouvertes

  • Qual será o resultado dos exames de sanidade mental?
  • Quais serão as medidas processuais cabíveis após a perícia?
  • Haverá outras vítimas ou golpes semelhantes descobertos?
  • Qual a motivação exata por trás dos golpes repetidos?

Sujets liés

This article was originally published by G1.

Articles liés

Plus sur ce sujetestelionato