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Prefeitura implementa novo modelo 'Casa Lar' para acolhimento de crianças e adolescentes
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Prefeitura implementa novo modelo 'Casa Lar' para acolhimento de crianças e adolescentes

L'essentiel

O prefeito Reinaldinho Moreira assinou termo de colaboração para o novo modelo 'Casa Lar', que reorganiza o Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica) com unidades residenciais descentralizadas, educadores residentes e capacidade ampliada para 30 acolhidos, após decisão favorável do TJSP.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

O modelo 'Casa Lar' reorganiza o Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica), substituindo o modelo de execução direta pelo município por uma gestão indireta, após decisão favorável do Tribunal de Justiça de São Paulo.

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O termo de colaboração que viabiliza a execução do ‘Casa Lar’ foi assinado pelo prefeito Reinaldinho Moreira no último dia 8 de julho, e a vigência do contrato terá início em 1º de agosto.

O novo modelo reorganiza a dinâmica de funcionamento do Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica), com a oferta de acolhimento em unidades com características residenciais e atendimento em grupos menores. Uma das principais diferenças em relação ao Abrigo Institucional é a presença do educador/cuidador residente, profissional que permanece na ‘Casa Lar’ junto às crianças e aos adolescentes acolhidos, sendo responsável pelos cuidados cotidianos e pela organização da rotina da unidade.

Ao todo, serão três casas distribuídas nas regiões da Costa Norte, Costa Sul e área central do município, permitindo uma organização territorial que favorece o acompanhamento individualizado dos acolhidos.

A descentralização também tem como objetivo manter crianças e adolescentes inseridos em seus contextos sociais, preservando vínculos com escolas, serviços e comunidades de origem. O planejamento prevê a divisão por faixa etária, mas estabelece como prioridade a permanência de grupos de irmãos na mesma unidade, evitando rupturas adicionais no processo de acolhimento.

A transição do modelo de execução direta pelo município do Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica) para o formato ‘Casa Lar’, com gestão indireta, ocorre após decisão favorável do Tribunal de Justiça de São Paulo, que autoriza a realização do serviço por meio de parceria entre o poder público e uma Organização da Sociedade Civil (OSC).

Com a mudança, a capacidade será ampliada para até 30 acolhidos simultaneamente, com limite de 10 por casa. A gestão indireta também deve trazer mais flexibilidade na alimentação, com cardápios adaptados às necessidades dos acolhidos.

A transição ocorrerá de forma gradual e será acompanhada por uma Comissão de Transição, composta por uma equipe técnica do Saica e demais membros designados para o acompanhamento e a organização do processo. Servidores efetivos serão realocados, enquanto contratados poderão ser absorvidos pela organização parceira.

À surveiller

Perspective IA — des possibilités, pas des certitudes

  • A vigência do contrato do 'Casa Lar' terá início em 1º de agosto.

    Très probable · En quelques jours

  • A transição do modelo de acolhimento ocorrerá de forma gradual.

    Très probable · En quelques mois

Questions ouvertes

  • Qual Organização da Sociedade Civil (OSC) será a parceira?
  • Como será a realocação de todos os servidores efetivos?
  • Qual o impacto inicial da transição para os acolhidos?

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This article was originally published by G1.

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