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Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

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BNDES recomenda R$ 430 bilhões em projetos para ampliar transporte público em 21 regiões metropolitanas
En développement
Business·01/07/2026Résumé IA

BNDES recomenda R$ 430 bilhões em projetos para ampliar transporte público em 21 regiões metropolitanas

O BNDES lançou o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU) com 187 projetos estruturantes para expandir o transporte público em 21 regiões metropolitanas do Brasil. O investimento estimado é de R$ 400 a R$ 430 bilhões, com foco em melhorias na infraestrutura, qualidade de vida, segurança no trânsito, geração de renda e redução de emissões de CO₂.

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Agência Brasil Economia
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Boulos critica bancos e Senado por entraves em programas para trabalhadores
En développement
Politique·30/06/2026Résumé IA

Boulos critica bancos e Senado por entraves em programas para trabalhadores

Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, criticou bancos por dificultarem o programa Move Brasil e o Senado por travar a proposta que extingue a jornada 6 por 1. Segundo Boulos, bancos rejeitam pedidos de crédito sem justificativa e cobram taxas indevidas. No Senado, a proposta que visa dar mais tempo de descanso aos trabalhadores está parada, segundo o ministro, por "interesses menores".

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Agência Brasil Economia
4 min de lecture
CMN proíbe tarifa de cadastro em linhas de crédito do Programa Move Aplicativos
En développement
Business·26/06/2026Résumé IA

CMN proíbe tarifa de cadastro em linhas de crédito do Programa Move Aplicativos

O Conselho Monetário Nacional (CMN) proibiu a cobrança de tarifa de cadastro por instituições financeiras nas linhas de crédito do Programa Move Aplicativos. A medida, que visa facilitar o financiamento para motoristas de apps e taxistas comprarem veículos novos e sustentáveis, impede taxas de pesquisa cadastral, mas permite outros encargos.

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Agência Brasil Economia
1 min de lecture
BNDES tem lucro de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre
ACTU
12/05/2026

BNDES tem lucro de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre

No primeiro trimestre deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou um lucro recorrente de R$ 3,1 bilhões, uma alta de 17% frente ao mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, o lucro recorrente é de R$ 15,6 bilhões.  “No final do ano passado, o resultado foi recorde. Tivemos um lucro recorde que atingiu R$ 15,2 bilhões. No primeiro trimestre deste ano, esse resultado foi recorde novamente, com R$ 15,6 bilhões de lucro recorrente nos últimos 12 meses”, anunciou Alexandre Abreu, diretor Financeiro e de Mercado de Capitais do banco. Notícias relacionadas:BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH.BNDES lança plataforma que reunirá dados de operações de crédito.BNDES anuncia R$ 10 bilhões para indústria 4.0 e bens de capital verde.Os ativos totais do banco, neste primeiro trimestre, somaram R$ 995 bilhões, maior valor nominal da história, segundo o BNDES. A carteira de crédito alcançou R$ 678,2 bilhões, alta de 14% em relação a 2025 e maior patamar desde 2016. O patrimônio líquido atingiu R$ 192 bilhões.  Segundo o banco de fomento, o resultado operacional também manteve uma trajetória de crescimento no período, com as aprovações e desembolsos superando as marcas dos últimos anos.  >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp As aprovações de crédito somaram R$ 45,7 bilhões, aumento de 37% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Os desembolsos foram de R$ 36,2 bilhões, alta de 44% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números do banco mostraram crescimento de 51% nas aprovações de crédito para o setor de infraestrutura (R$ 13,4 bilhões), de 40% (R$ 9,1 bilhões) para a agropecuária e de 67% (R$ 8 bilhões) para a indústria. As aprovações de crédito para micro, pequenas e médias empresas (MPME) atingiram R$ 29 bilhões, alta de 120% na comparação com o mesmo período de 2025. As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros chegaram a R$ 20,8 bilhões. “Se olharmos o histórico, o BNDES vem em uma trajetória de crescimento muito forte e muito consistente. Estou falando de um crescimento com qualidade. Crescemos fortemente nas consultas e isso tem a ver com a percepção dos empresários sobre as entregas do BNDES. Cada vez temos mais projetos chegando”, disse Aloizio Mercadante, presidente do BNDES. A inadimplência registrada para 90 dias foi de 0,046%, o que o BNDES considera expressivamente inferior à do Sistema Financeiro Nacional, atualmente em 4,33% no geral e de 0,60% para grandes empresas.

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Agência Brasil Economia
Petrobras reajusta querosene de aviação em 18% e mantém parcelamento
ACTU
01/05/2026

Petrobras reajusta querosene de aviação em 18% e mantém parcelamento

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (1º) o reajuste médio de 18% no preço do querosene de aviação (QAV), o que corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao valor do mês anterior. Os compradores terão a opção de parcelar o aumento. O QAV é o combustível derivado do petróleo que abastece aviões e helicópteros e representa quase metade dos custos das companhias aéreas. Notícias relacionadas:Petrobras bate novo recorde na produção de barris de petróleo e gás.Petrobras volta a produzir ureia em fábrica de fertilizante no Paraná.Petrobras investe em monitoramento sísmico em subsolo marinho .O preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente, sempre no dia 1º. O reajuste acontece no momento em que o mundo ainda enfrenta tendência de alta no preço do barril do petróleo por causa da guerra no Irã, iniciada no último dia de fevereiro.  Parcelamento Assim como no mês passado, quando houve reajuste de 55%, a Petrobras informou que vai permitir que as distribuidoras que atendem à aviação comercial possam parcelar parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026. Em comunicado emitido pela Petrobras, a companhia assinala que a opção de parcelamento visa preservar a demanda pelo produto e diminuir os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado. “Dentro de um contexto excepcional causado por questões geopolíticas, a Petrobras oferece uma alternativa que contribui para a saúde financeira de seus clientes ao mesmo tempo em que preserva a neutralidade financeira [equilíbrio das contas] para a companhia”, completa a nota. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as principais companhias aéreas do país, antes desse reajuste de maio o combustível respondia por 45% dos custos operacionais das empresas de aviação. Cadeia de comércio A Petrobras comercializa para as distribuidoras o QAV produzido nas refinarias da empresa ou importado. Uma vez comprado pelas distribuidoras, as empresas transportam o combustível e vendem para companhias de transporte e outros consumidores finais nos aeroportos ou ainda para revendedores. A estatal tem participação de cerca de 85% da produção do QAV, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras. Guerra e petróleo A guerra no Irã foi desencadeada em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. A região concentra países produtores de petróleo e rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz ─ por onde passam 20% da produção mundial ─, o que levou distorções à cadeia de petróleo e escalada de preços no mercado global. Uma das retaliações do Irã tem sido o bloqueio do estreito, prejudicando a logística da produção de óleo cru. Nos últimos dias, o preço do barril tipo Brent (referência internacional de preço) chegou a ser negociado perto de US$ 120 (cerca de R$ 595). Antes da guerra, o óleo era cotado perto de US$ 70. Esse salto representa encarecimento de mais de 70%. Formação de preços A Petrobras esclareceu que o preço de venda do QAV é calculado por meio de uma fórmula vigente há mais de 20 anos, que permite o equilíbrio de preços entre os mercados nacional e internacional, “ao mesmo tempo que atua como um amortecedor de curto prazo, resultando em um reajuste inferior àqueles já praticados nos mercados internacionais”. De acordo com a estatal, nos principais mercados internacionais, onde os preços são ajustados com maior frequência, refletindo de forma imediata as cotações internacionais, os reajustes recentes foram superiores aos observados no Brasil. Ajuda do governo Para tentar frear o impacto da alta de preços nas contas das companhias aéreas ─ e, consequentemente, no custo da passagem de avião ─ o governo federal zerou, no último dia 8, as alíquotas dos dois tributos federais que incidem sobre o QAV, o PIS e a Cofins.  A isenção vale até 31 de maio. Outras medidas em auxílio ao setor são: - adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea, devidas à Força Aérea; - R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil.  

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Agência Brasil Economia
Ministra Márcia Lopes defende fim da escala 6x1 como exigência do nosso tempo
En développement
Labor·01/05/2026Résumé IA

Ministra Márcia Lopes defende fim da escala 6x1 como exigência do nosso tempo

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 como essencial para melhorar a empregabilidade feminina e reduzir a desigualdade de gênero. O governo federal analisa o PL 1838/2026 para reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais, enquanto duas PECs sobre o tema tramitam na Câmara. Estudos da CNI apontam prejuízo de R$ 76 bilhões ao PIB, mas o Ipea defende que impactos seriam absorvíveis.

A
Agência Brasil Economia
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Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota
En développement
Business·30/04/2026Résumé IA

Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota

O governo federal lançou a segunda etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões, mais que o dobro dos R$ 10 bilhões da primeira fase. O programa financia renovação de frota de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários. Caminhoneiros autônomos terão até 10 anos para pagar com 12 meses de carência, e taxa de juros caiu para 11,3%. Lula criticou bancos públicos por liberarem apenas R$ 200 milhões dos R$ 1 bilhão destinados a autônomos, preferring grandes empresas.

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Agência Brasil Economia
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CMN amplia incentivo à produção nacional em linhas de crédito do FAT para inovação
En développement
Economy·24/04/2026Résumé IA

CMN amplia incentivo à produção nacional em linhas de crédito do FAT para inovação

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças nos critérios de financiamentos à inovação e digitalização com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) indexados pela Taxa Referencial (TR). A nova regra prioriza a compra de equipamentos de informática e automação desenvolvidos com tecnologia nacional, mas também permite financiar bens produzidos no Brasil que sigam o Processo Produtivo Básico. A medida entra em vigor imediatamente após publicação, sem impacto fiscal, segundo o Ministério da Fazenda.

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Agência Brasil Economia
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