Dernière minute
FRCanicule : 845 écoles fermées lundi en France, 1.800 autres aménagent leurs horairesFRUn enfant de 2 ans retrouvé mort dans le Gard, sa mère en garde à vueFRÎle-de-France débloque 1 million d'euros pour équiper les lycées en matériel de rafraîchissementFRCanicule : 250 000 sapeurs-pompiers mobilisés face aux fortes chaleursFRTribune : "Partout, les hommes attaquent les femmes"FRIsraël affirme que ses troupes peuvent agir "sans aucune restriction" au LibanFRFin de quarantaine pour quatre passagers français du navire MV HondiusFRSondage : Les Israéliens estiment que l'Iran est sorti renforcé du conflitFRMontreuil : les bouches d'incendie ouvertes illégalement malgré la chaleurFRDeniz Undav, le joker de la Mannschaft, brille à la Coupe du MondeFRCanicule : 845 écoles fermées lundi en France, 1.800 autres aménagent leurs horairesFRUn enfant de 2 ans retrouvé mort dans le Gard, sa mère en garde à vueFRÎle-de-France débloque 1 million d'euros pour équiper les lycées en matériel de rafraîchissementFRCanicule : 250 000 sapeurs-pompiers mobilisés face aux fortes chaleursFRTribune : "Partout, les hommes attaquent les femmes"FRIsraël affirme que ses troupes peuvent agir "sans aucune restriction" au LibanFRFin de quarantaine pour quatre passagers français du navire MV HondiusFRSondage : Les Israéliens estiment que l'Iran est sorti renforcé du conflitFRMontreuil : les bouches d'incendie ouvertes illégalement malgré la chaleurFRDeniz Undav, le joker de la Mannschaft, brille à la Coupe du Monde
Newsgather

Faixa de Gaza

Stable20 articles2 sourcesDernière mise à jour: 1 g önce

Derniers articles

Países condenam ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud; quatro brasileiros sequestrados
Urgent
Monde·01.05.2026Résumé IA

Países condenam ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud; quatro brasileiros sequestrados

Brasil, Turquía, Bangladesh, Colômbia, Jordânia, Líbia, Malásia, Maldivas, Mauritânia, Paquistão, África do Sul e Espanha condenaram o ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud. Quatro brasileiros integram a delegação sequestrada em águas internacionais próximas à Ilha de Creta, quando navegavam em direção à Faixa de Gaza. Os países exigem a libertação imediata dos ativistas e afirmam que os ataques constituem violações do direito internacional.

A
Agência Brasil Internacional
Quatro brasileiros são sequestrados por Israel em águas internacionais próximo a Creta
Urgent
Politique·30.04.2026Résumé IA

Quatro brasileiros são sequestrados por Israel em águas internacionais próximo a Creta

Quatro brasileiros foram sequestrados por forças israelenses em águas internacionais próximo à Ilha de Creta, na Grécia, enquanto participavam de missão humanitária da Global Sumud Flotilla rumo à Faixa de Gaza. Os navios haviam partido de Catania, na Itália, em 26 de abril, e foram interceptados na noite de 29 de abril. O grupo denuncia a ação como pirataria e captura ilegal de seres humanos.

A
Agência Brasil Internacional
Brasileira e marido libanês morrem em ataque israelense no sul do Líbano; filho de 11 anos também morreu
En développement
Monde·28.04.2026Résumé IA

Brasileira e marido libanês morrem em ataque israelense no sul do Líbano; filho de 11 anos também morreu

Uma brasileira e seu marido libanês foram mortos em ataque israelense no sul do Líbano no último domingo (26), junto com um de seus dois filhos de 11 anos. A família havia vivido 12 anos no Brasil, em Foz do Iguaçu (PR), e retornado ao Líbano buscando uma vida mais estável. O outro filho do casal sobreviveu e foi hospitalizado. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou a morte. O Líbano registra mais de 2.500 vítimas dos ataques israelenses, a maioria civis.

A
Agência Brasil Internacional
Família brasileiro-libanesa é assassinada por bombardeio de Israel no Sul do Líbano
En développement
Monde·28.04.2026Résumé IA

Família brasileiro-libanesa é assassinada por bombardeio de Israel no Sul do Líbano

Uma família brasileiro-libanesa foi morta em bombardeio israelense em Bint Jbel, no Sul do Líbano. Morreram a brasileira Manal Jaafar (47 anos), o filho Ali Ghassan Nader (11 anos) e o marido libanês Ghassan Nader (57 anos). A família havia fugido no início do conflito em março e voltou após o cessar-fogo de 16 de abril para pegar pertences. O ataque occurred no domingo (26), quando eles chegavam à residência. Outro filho de 21 anos ficou ferido mas recebeu alta. O Brasil condenou os ataques durante a vigência do cessar-fogo.

A
Agência Brasil Internacional
Palestinos votam em eleições locais em Gaza pela primeira vez em duas décadas
En développement
Politique·25.04.2026Résumé IA

Palestinos votam em eleições locais em Gaza pela primeira vez em duas décadas

Palestinos votaram neste sábado em eleições locais que, pela primeira vez em duas décadas, incluíram a Faixa de Gaza. A votação em Deir al-Balah teve baixa participação de 22,7%, enquanto na Cisjordânia atingiu 53,44%. Analistas atribuem o resultado à crise humanitária em Gaza e ao boicote de facções como o Hamas, que não apresentou candidatos formalmente. A Autoridade Palestina espera que a inclusão de Gaza reforce sua reivindicação de autoridade sobre o território, enquanto Israel busca destruir qualquer perspectiva de Estado palestino.

A
Agência Brasil Internacional
Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba
Monde
20.04.2026

Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se, nesta segunda-feira (20), em Hannover, na Alemanha, com o chanceler federal do país, Friedrich Merz. Esta é a terceira vez que eles se encontram, desde 2023. Além da visita oficial ao país europeu, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe, que este ano destaca o Brasil. Ele também participou de um encontro com empresários brasileiros e alemães, em que destacou as oportunidades no setor de biocombustíveis. Após a reunião bilateral, em que os dois líderes assinaram acordos de cooperação em diversas áreas, Lula e Merz concederam uma entrevista à imprensa e comentaram a situação de incerteza global em meio a guerra no Oriente Médio. Também abordaram outras ameaças em curso, como a possibilidade dos Estados Unidos deflagrarem uma intervenção militar em Cuba, com base em ameaças reiteradas do presidente norte-americano Donald Trump. Notícias relacionadas:Israel reforça controle sobre o sul do Líbano .Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros.Brasil e Espanha assinam acordos sobre big techs e tecnologia digital.Lula voltou a dizer que o atual conflito no Oriente Médio não tem justificativa e criticou o que chamou de uma omissão da própria Organização das Nações Unidas (ONU) em fomentar soluções diplomáticas que interrompam a situação de instabilidade global. "A prevalência das forças sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional. Estamos profundamente preocupados com os riscos da retomada do conflito no Irã e da escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado Palestino e do seu povo segue ameaçada", afirmou. O presidente brasileiro também citou o conflito na Ucrânia, onde "a almejada paz permanece cada vez mais distante". "Entre a ação dos que provocam guerra e a omissão dos que preferem se calar, a ONU está mais uma vez paralisada. Brasil e Alemanha defendem há décadas uma reforma que recupere a legitimidade do Conselho de Segurança", pontuou o presidente brasileiro. Questionado por jornalistas, o chanceler alemão afirmou ter pedido uma reunião extraordinária nas Nações Unidas para conversar sobre medias a serem propostas. Ele lamentou o fato do Estreito de Ormuz, no Irã, ter sido fechado novamente e ressaltou as implicações econômicas para a guerra que vão muito além do Oriente Médio. "A reabertura do Estreito de Ormuz tinha sido anunciada e feita, e depois fecharam de novo. Por isso, os preços [do petróleo] aumentaram de novo. Nosso apelo vai para o Irã, de cessar-fogo. Nosso apelo vai também para os EUA para que procurem soluções diplomáticas. As implicações e consequências da guerra não atingem apenas o Oriente Médio, mas pode levar a uma desestabilização política", afirmou Friedrich Merz. Segundo o chefe do governo alemão, a estabilidade energética mundial tem que como pré-requisito o fim imediato do conflito. Cuba  Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR Sobre Cuba, Friedrich Merz afirmou que o país não vê nenhuma base legal para qualquer intervenção no país caribenho. "Não vemos que exista algum tipo de perigo para países terceiros, então não sei porque seria necessário haver uma intervenção", disse o chanceler alemão que, novamente, apelou por soluções diplomáticas. "Poder se defender não quer dizer poder interferir em outros países que tem sistemas políticos que não nos agradam", acrescentou. Já Lula reafirmou sua posição contrária a intervenções unilaterais seja em Cuba ou em outras regiões como Venezuela, Ucrânia, Irã e Faixa de Gaza. "Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política sobre como uma sociedade deve se organizar ou não", disse o presidente Lula. Ele também criticou o bloqueio econômico imposto pelos EUA a Cuba há quase 70 anos. "Se a gente continuar a acreditar que deve prevalecer a lei do mais forte, isso já aconteceu outras vezes no mundo e não deu certo", completou. Acordo Mercosul-UE Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR Na declaração à imprensa, os dois líderes celebraram a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrará em vigor, de forma provisória, a partir de maio.  "O Brasil foi e é um grande defensor do acordo UE-Mercosul. Fizemos parte daquele grupo que realmente insistiu que aquele acordo entrasse em vigor, então foi êxito em comum. E, entrando em vigor, vai fomentar cada vez mais nossa cooperação na área de tecnologia, inteligência artificial, economia circular, agricultura, energia", destacou o chanceler alemão. Para Lula, a entrada em vigor do acordo no mês que vem abre espaço para uma parceria abrangente, que vai muito além do livre comércio. "Estamos falando de um modelo de cooperação que valoriza e protege os trabalhadores, os direitos humanos e o meio ambiente", disse. O presidente brasileiro, no entanto, criticou medidas europeias de impor, segundo ele, mecanismos unilaterais de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis. "Um acordo só se sustenta se há equilíbrio nas concessões feitas de parte a parte. Uma série de medidas adotas pela União Europeia ameaçam, no entanto, desnivelar os pratos dessa balança. É legítimo impulsionar políticas de descarbonização, preservação ambiental e desenvolvimento industrial, mas não é correto adotar métricas que não são fidedignas à realidade nem compatíveis com regras multilaterais", argumentou. Acordos assinados Em sua declaração a jornalistas, Lula afirmou que os governos de Brasil e Alemanha assinaram acordos de cooperação nas áreas de defesa, inteligência artificial, tecnologias quânticas, infraestrutura, economia circular, eficiência energética, bioeconomia e pesquisa oceânica e climática. Terceira maior economia mundial, a Alemanha figura atualmente como o quarto principal parceiro comercial do Brasil, com intercâmbio de cerca US$ 21 bilhões em trocas de bens e serviços entre os dois países, segundo números de 2025. É um dos maiores investidores diretos no Brasil, com estoque de mais de US$ 40 bilhões. Minerais críticos e biocombustíveis Friedrich Merz também manifestou o interesse da Alemanha em explorar o setor de minerais críticos, elementos essenciais para tecnologias modernas, defesa e transição energética (baterias, painéis solares, turbinas), cuja oferta enfrenta riscos de escassez ou dependência de poucos fornecedores. O Brasil está entre as maiores reservas dessas matérias-primas no planeta. "Estamos aprofundando nossa relação na área de matéria-prima crítica e isso e uma base central para desenvolvermos as tecnologias do futuro", disse o alemão. Sobre esse tema, Lula reforçou a posição brasileira de não ser apenas um fornecedor do mineral, mas sim um desenvolvedor de tecnologia. "Nossas reservas também nos tornam atores incontornáveis no debate sobre minerais críticos. Queremos atrair cadeias de processamento para o território brasileiro, sem fazer exportações excludentes. A colaboração em setores intensivos em tecnologia é uma prioridade para um país que não quer se limitar a ser um mero exportador de commodities". Ambos os líderes também destacaram o potencial de parceria na área de biocombustíveis, inclusive como ferramenta de descarbonização do setor de transportes. "Não existe segurança energética sem diversificação. A recente alta nos preços do petróleo mostra que está mais do que na hora da Europa superar sua resistência ideológica aos biocombustíveis. Eles são uma opção barata, confiável e eficiente para descarbonizar o setor de transporte. Com o conhecimento acumulado ao longo de cinco décadas, o Brasil é capaz de produzir etanol e biodiesel sem comprometer a produção de alimentos e as áreas de florestas", afirmou Lula. Na mesma linha, Friedrich Merz defendeu investimentos na adoção de combustíveis renováveis como forma de diversificar as fontes.   "Tem um caminhão no stand da feira [de Hannover] movido a biocombustível. Sabemos que, no Brasil, essa tecnologia avançou muito e demonstra que nós podemos aprender com o Brasil também", disse.

A
Agência Brasil Internacional
Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência
Monde
19.04.2026

Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência

O governo iraniano e o grupo político-militar Hezbollah atribuíram o cessar-fogo no Líbano à união e capacidade de combate do Eixo da Resistência, formado por grupos que se opõem à política de Israel e dos Estados Unidos (EUA) no Oriente Médio. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vem tentado capitalizar o cessar-fogo como resultado de ação da Casa Branca. Por outro lado, a trégua no Líbano era uma das exigências de Teerã para as negociações com Washington. Após o fim das batalhas, o Irã anunciou a abertura do Estreito de Ormuz para barcos comerciais.  Notícias relacionadas:Irã anuncia abertura de Ormuz depois de cessar-fogo no Líbano.Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias.Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".Em comunicado, o partido-milícia Hezbollah afirmou que fez 2.184 operações militares em 45 dias de batalhas contra o exército israelense, em uma média de 49 operações por dia. Os ataques visaram as forças de ocupação de Israel dentro do território libanês, além de locais, quartéis e bases militares dentro de Israel e dos territórios palestinos ocupados em até 160 quilômetros após a fronteira. “Nossa mão permanecerá no gatilho em antecipação a qualquer violação ou traição pelo inimigo, enfatizando a adesão à opção de confronto e continuar a defender o país, e permanecer no pacto até o último suspiro", diz comunicado divulgado pela TV Al-Manar, ligada ao Hezbollah. O chefe do Parlamento iraniano, Mohammed B. Ghalibaf, responsável pela delegação do Irã que negocia com os EUA, disse que o cessar-fogo é resultado da Resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência. “A Resistência e o Irã são uma só entidade, seja na guerra ou no cessar-fogo. Cabe à América recuar do erro de ‘Israel em primeiro lugar’. O cessar-fogo não foi senão resultado da resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência; e lidaremos com este cessar-fogo com cautela, e permaneceremos juntos até a verificação completa da vitória”, disse em uma rede social. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Ismail Baghaei, argumentou que o cessar-fogo foi fruto direto dos esforços diplomáticos ​​de Teerã. “Desde o início das negociações com várias partes regionais e internacionais, incluindo as negociações em Islamabad, a República Islâmica do Irã tem consistentemente enfatizado a necessidade imperativa de um cessar-fogo simultâneo em toda a região, inclusive no Líbano”, afirmou Baghaei. Israel O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vinha anunciando que ocuparia o Sul do Líbano até o Rio Litani, a 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. No dia anterior ao anúncio do cessar-fogo, Netanyahu disse que deu instruções para continuar com a guerra para tomar a cidade de Bent Jbel. Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam "com surpresa" a notícia do cessar-fogo. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo a pedido de Trump. A oposição a Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” a Israel. Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo. Entenda A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.  Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano. Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinato do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.   No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão. O Irã vinha exigindo que o Líbano fosse abarcado pelo cessar-fogo para dar continuidade às negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias. História O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho. Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos. O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

A
Agência Brasil Internacional
Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias
Monde
19.04.2026

Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira (16), que costurou um acordo de cessar-fogo entre Líbano e Israel de dez dias a partir da noite de hoje. A trégua era uma das exigências do Irã para continuidade das negociações com os EUA. Notícias relacionadas:Lula afirma que mundo não dá direito a Trump ameaçar um país.Prazo da guerra de Trump sem aval do Congresso termina em 1º de maio.Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".O parlamentar do Hezbollah, Ibrahim al-Musawi, disse à agência francesa AFP que o grupo respeitará o acordo se os ataques israelenses cessarem. O governo em Tel Aviv não se manifestou. “Acabei de ter excelentes conversas com o altamente respeitado presidente Joseph Aoun, do Líbano, e com o primeiro-ministro Bibi [Benjamin] Netanyahu, de Israel. Esses dois líderes concordaram que, para alcançar a paz entre seus países, iniciarão formalmente um cessar-fogo de 10 dias às 17h [horário de Brasília]”, disse Trump em uma rede social. Ainda segundo o chefe da Casa Branca, “ambos os lados querem ver a paz, e acredito que isso acontecerá, em breve!”. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Apesar do anúncio envolver o governo libanês, ele não tem poder sobre o grupo Hezbollah, que funciona como espécie de partido-milícia ligado ao Eixo da Resistência, formados por grupos que se opõem às políticas dos EUA e de Israel no Oriente Médio, entre eles, o Irã.  O presidente do Líbano, Joseph Aoun, informou, em comunicado, que agradeceu Trump pelos esforços para se chegar a um cessar fogo no Líbano e garantir a paz permanente “para alcançar o processo de paz na região e desejou que ele continuasse esses esforços para um cessar-fogo o mais rápido possível”. Nas redes sociais, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, saudou o anúncio de Trump. “Acolho com satisfação o anúncio do cessar-fogo proclamado pelo presidente Trump, que constitui uma reivindicação libanesa central pela qual nos empenhamos desde o primeiro dia da guerra e que foi o nosso objetivo primordial no encontro de Washington na terça-feira”, disse. Representantes de Tel-Aviv e do Líbano se reuniram em Washington nesta semana pela primeira vez desde 1983, ano em que Israel invadiu o Líbano pela primeira vez. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não se manifestou sobre o suposto acordo. Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam "com surpresa" a notícia. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo à pedido do Trump. A oposição à Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” à Israel. Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo. Confira os destaques sobre o noticiário internacional no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil Entenda A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.  Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano. Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinado do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei. No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão. O Irã vinha exigindo que o Líbano entrasse no cessar-fogo para continuar as negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias. História O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho. Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos. O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

A
Agência Brasil Internacional