
Lula recebe ligação de Gustavo Petro em meio a crise na Colômbia
Lula recebeu ligação de Gustavo Petro, que reafirmou compromisso com a democracia e transição pacífica na Colômbia, após cancelamento da transição de poder pelo presidente eleito.

Lula recebeu ligação de Gustavo Petro, que reafirmou compromisso com a democracia e transição pacífica na Colômbia, após cancelamento da transição de poder pelo presidente eleito.

Lula recebeu ligação de Gustavo Petro, presidente da Colômbia, que reafirmou compromisso com a democracia e transição pacífica, após cancelamento da transição de poder por eleito.

Presidente Lula promove mudanças no Palácio do Planalto para fortalecer sua equipe de pré-campanha eleitoral. Fotógrafo Stuckert e assessores de imprensa serão realocados para a campanha.

O Teatro Castro Alves, em Salvador, foi reinaugurado nesta quinta-feira (1º) com a presença do presidente Lula, governador Jerônimo Rodrigues e artistas como Gilberto Gil. O teatro estava fechado desde 2023 após um incêndio.

O Teatro Castro Alves, maior teatro da Bahia, foi reinaugurado em Salvador após reforma devido a incêndio. A cerimônia contou com a presença do presidente Lula, da ministra da Cultura Margareth Menezes e outras autoridades.

O presidente Lula (PT) fez um apelo descontraído ao técnico Carlo Ancelotti para que a Seleção Brasileira vença a Noruega na Copa do Mundo, durante um evento na Bahia. Ele reiterou sua expectativa por títulos e o protagonismo do Brasil no futebol.

O presidente Lula lançou o Plano Safra 2026-2027, oferecendo R$ 85,2 bilhões em crédito com juros baixos para agricultura familiar. O plano visa incentivar a produção de alimentos, garantir autonomia para mulheres rurais e promover práticas sustentáveis.
O governo brasileiro prioriza relações bilaterais pragmáticas com vizinhos latino-americanos de direita e extrema-direita, focando em infraestrutura, energia e segurança, apesar do isolamento regional. Exceção é Javier Milei. Especialistas alertam para desafios em temas como meio ambiente e democracia, e a inviabilidade da cooperação multilateral, enquanto o Mercosul mantém relevância.

Prazo para inscrições em audiências públicas do USTR sobre tarifas de 25% sobre produtos brasileiros termina hoje. Discussões podem definir próximos capítulos da disputa comercial entre Brasil e EUA.

Pesquisa Datafolha revela que 38% dos entrevistados avaliam o governo Lula negativamente. A aprovação do presidente se mantém em 48%, enquanto 49% desaprovam. Cenários eleitorais indicam liderança de Lula no 1º turno e em simulação de 2º turno contra Flávio Bolsonaro.

Brasil e União Europeia criam mecanismo bilateral para resolver impasse sobre exportação de carne e produtos siderúrgicos. UE vetou carne brasileira a partir de setembro por uso de antimicrobianos. Lula se reuniu com Von der Leyen e Trump no G7.

Ministro José Guimarães afirma que governo brasileiro pode suspender subsídios a combustíveis se acordo de paz EUA-Irã for confirmado. Queda nos preços do petróleo tornaria medidas desnecessárias.

Presidente Lula participa do G7 na França, buscando diálogo com Macron, Trump e líderes europeus. Pautas incluem cooperação em defesa, IA e minerais críticos, enquanto o Brasil enfrenta veto da UE à carne e tensões comerciais com os EUA.

O presidente Lula participou da cúpula do G7 na França, realizando reuniões bilaterais com líderes europeus, incluindo o presidente da Suíça. As discussões focaram em comércio, acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu e cooperação em áreas como IA e energia.

União Europeia e Brasil formalizam parceria digital focada em dados, cibersegurança e proteção infantil. Brasil se torna o quinto país a ter acordo com o bloco europeu, após Mercosul.

A União Europeia e o Brasil formalizaram uma parceria digital focada em compartilhamento de dados, cibersegurança e proteção de menores. O acordo, anunciado pela vice-presidente da Comissão Europeia, Henna Virkkunen, no Rio Web Summit, faz do Brasil o quinto parceiro digital do bloco.

O governo brasileiro vê as novas tarifas recomendadas pelos EUA como politicamente motivadas, ignorando argumentos técnicos sobre PIX, etanol, desmatamento e propriedade intelectual. O Brasil busca negociações diplomáticas, temendo prejudicar o comércio bilateral.

Lula e Sheinbaum reafirmaram apoio à candidatura de Michelle Bachelet à ONU e criticaram o embargo a Cuba. O Brasil também defende a rotatividade e a escolha de uma mulher para o cargo. O USTR recomendou tarifas contra o Brasil por práticas econômicas desleais.

Suécia e Brasil assinam novo acordo de cooperação em defesa, com fabricação de caças Gripen no Brasil e transferência de tecnologia. O acordo visa o mercado latino-americano e fortalece a capacidade de defesa brasileira, apesar de cortes orçamentários no Ministério da Defesa.

O Brasil está avaliando com cautela a indicação de Daniel Perez, escolhido por Donald Trump para ser embaixador dos EUA, após o Departamento de Estado americano não ter realizado a consulta formal de "agrément". A falha diplomática é vista como um desrespeito e pode influenciar a decisão brasileira, especialmente às vésperas das eleições gerais no Brasil.

Roberto Azevêdo, em entrevista, alerta que o Brasil deve priorizar negociações para mitigar tarifas impostas pelos EUA, criticando a falta de empenho em tratativas anteriores. Ele também aborda a questão do Pix, minimizando preocupações sobre seu futuro.

EUA propõem tarifas de 25% e adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, totalizando 37,5%. Presidente Lula criticou a medida e ameaçou buscar outros parceiros comerciais, mas o governo brasileiro ainda vê espaço para negociação.

Especialistas alertam que a ameaça de tarifas de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros pode afetar exportadores imediatamente, mesmo com período de negociação. A investigação comercial americana, que visa práticas consideradas injustas, também coincide com a classificação de facções brasileiras como terroristas, aumentando a incerteza.

O governo brasileiro antecipa forte impacto político com a proposta dos EUA de tarifar exportações em 25%. Flávio Bolsonaro pediu a Trump que não taxasse empresas brasileiras, temendo desgaste eleitoral. O Planalto defende negociação e reação técnica e diplomática.