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Stable35 articles8 sourcesDernière mise à jour: 05.05.2026

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Hannover Messe 2026: Besucherrückgang und Verkürzung auf vier Tage
En développement
Business·25.04.2026Résumé IA

Hannover Messe 2026: Besucherrückgang und Verkürzung auf vier Tage

Die Hannover Messe verzeichnete 2026 einen deutlichen Besucherrückgang auf rund 110.000 Gäste (13.000 weniger als 2025). Die Ausstellerzahl sank um ein Viertel. Die Messe verkürzt sich 2027 auf vier Tage (5. bis 8. April). Erstmals gehörte Rüstungstechnik zum Programm. Die Messe führt den Rückgang auf Warnstreiks im Verkehr zurück. Politik und Opposition streiten über die Zukunft des Standorts.

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Heise Online
Hannover Messe 2026: Spatial Visualization mit Gaussian Splats und Mixed Reality
Tech
24.04.2026Résumé IA

Hannover Messe 2026: Spatial Visualization mit Gaussian Splats und Mixed Reality

Auf der Hannover Messe 2026 präsentierten Aussteller verschiedene Technologien zur räumlichen Visualisierung. CMC Engineers demonstrierte mit dem „ViewR Showroom“ eine Kombination aus 3D-Drahtgittermodellen und fotorealistischen Gaussian Splats, die mit der XGrids PortalCam (ca. 4500 Euro) aufgenommen werden. Das Fraunhofer IAO zeigte eine Powerwall mit 240-Hertz-Shutterbrillen und KI-Avataren wie Joseph Fraunhofer. MR4B stellte Mixed-Reality-Lösungen für Wartung und kollaboratives Pre-Engineering vor, während Solid Bytes Interactive ein neues CMS für Mixed-Reality-Ausstellungen vorstellte.

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Heise Online
Agile Robots präsentiert humanoide Roboter auf der Hannover Messe
Tech
21.04.2026Résumé IA

Agile Robots präsentiert humanoide Roboter auf der Hannover Messe

Agile Robots hat auf der Hannover Messe seinen humanoiden Roboter Agile One vorgestellt, der mittels künstlicher Intelligenz Bewegungsabläufe plant und flexibel auf variable Abläufe reagieren kann. Das 2023 übernommene Unternehmen Franka Robotics konzentriert sich auf Physical AI und wird von Google DeepMind, Meta, dem Toyota Research Institute sowie Stanford und MIT für Forschungsprojekte genutzt. Die Roboter können ohne Schutzkäfige neben Menschen arbeiten und empfindliche Aufgaben wie das Montieren von Bauteilen oder den Transport zerbrechlicher Materialien übernehmen.

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Heise Online
Lula wirbt auf Hannover Messe für Brasilien als Partner für erneuerbare Energie und Seltene Erden
ACTU
20.04.2026Résumé IA

Lula wirbt auf Hannover Messe für Brasilien als Partner für erneuerbare Energie und Seltene Erden

Brasilianischer Präsident Luiz Inácio Lula da Silva wirbt auf der Hannover Messe für Brasilien als Partner für deutsche Unternehmen im Bereich erneuerbare Energien und Seltene Erden. Über 50 Prozent der brasilianischen Energiematrix stamme bereits aus erneuerbaren Quellen. Lula kritisiert die provisorische Umsetzung des Mercosur-Abkommens und bemängelt, dass entwickelte Länder Brasilien nicht als gleichberechtigten Partner behandelten. Er betont die Unabhängigkeit Brasiliens und lehnt Vetos gegen kein Land ab.

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Tagesschau Ausland
Merz und Lula wollen engeres Bündnis bei Hannover Messe
En développement
Politique·20.04.2026Résumé IA

Merz und Lula wollen engeres Bündnis bei Hannover Messe

Bundeskanzler Friedrich Merz und Brasiliens Präsident Luiz Inácio Lula da Silva haben bei den Regierungsgesprächen in Hannover eine engere Partnerschaft vereinbart. Brasilien soll Deutschland bei Seltenen Erden unabhängiger von Asien machen. Das Mercosur-Abkommen tritt am 1. Mai in Kraft und soll deutsche Investitionen erleichtern. Lula kritisierte gleichzeitig die Militäreinsätze der USA und Israels im Nahen Osten.

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Tagesschau Inland
Bundeskanzler Merz fordert Lockerung der EU-KI-Regulierung für Industrie
En développement
Politique·20.04.2026Résumé IA

Bundeskanzler Merz fordert Lockerung der EU-KI-Regulierung für Industrie

Bundeskanzler Friedrich Merz hat sich bei der Eröffnung der Hannover Messe für eine Lockerung der europäischen KI-Regulierung für industrielle Anwendungen ausgesprochen. Er kündigte an, sich dafür einzusetzen, industrielle KI aus dem KI-Korsett der EU herauszulösen. Die Industrie fordert bereits seit längerem Reformen des AI Act, der im August 2024 in Kraft trat. BDI, VDMA und ZVEI verlangen niedrigere Steuern, einen schlankeren Sozialstaat und Bürokratieabbau.

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Heise Online
Brasil e Alemanha firmam declaração para cooperação em minerais críticos e estratégicos
Politique
20.04.2026Résumé IA

Brasil e Alemanha firmam declaração para cooperação em minerais críticos e estratégicos

Brasil e Alemanha assinaram declaração conjunta de intenções em Hannover para ampliar cooperação científica e tecnológica em minerais críticos e estratégicos, essenciais para transição energética e tecnologias emergentes. O acordo entre MCTI e Ministério alemão estabelece pesquisa, desenvolvimento e inovação em toda a cadeia produtiva, com foco em terras raras e outros metais. Lula enfatizou que Brasil quer atrair cadeias de processamento sem exportações excludentes. Alemanha aportará 500 milhões de euros ao Fundo de Combate às Mudanças Climáticas.

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Agência Brasil Economia
Merz und Lula eröffnen Hannover Messe - Ausbau der deutsch-brasilianischen Zusammenarbeit
En développement
Politique·20.04.2026Résumé IA

Merz und Lula eröffnen Hannover Messe - Ausbau der deutsch-brasilianischen Zusammenarbeit

Bundeskanzler Merz und Brasiliens Präsident Lula haben bei den Regierungskonsultationen im Schloss Herrenhausen einen Ausbau der Zusammenarbeit in Wirtschaft, Wissenschaft, Technologie und Verteidigung vereinbart. Das Mercosur-Abkommen, das zum 1. Mai in Kraft tritt, soll das Handelsvolumen verdoppeln. Brasilien verfügt über großes Potenzial seltener Erden für E-Mobilität und Windkraft. Die Hannover Messe 2026 mit Partnerland Brasilien steht unter dem Motto Industrial Transformation. Erstmals sind Rüstungsunternehmen auf der Messe vertreten.

T
Tagesschau Wirtschaft
Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba
Monde
20.04.2026

Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se, nesta segunda-feira (20), em Hannover, na Alemanha, com o chanceler federal do país, Friedrich Merz. Esta é a terceira vez que eles se encontram, desde 2023. Além da visita oficial ao país europeu, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe, que este ano destaca o Brasil. Ele também participou de um encontro com empresários brasileiros e alemães, em que destacou as oportunidades no setor de biocombustíveis. Após a reunião bilateral, em que os dois líderes assinaram acordos de cooperação em diversas áreas, Lula e Merz concederam uma entrevista à imprensa e comentaram a situação de incerteza global em meio a guerra no Oriente Médio. Também abordaram outras ameaças em curso, como a possibilidade dos Estados Unidos deflagrarem uma intervenção militar em Cuba, com base em ameaças reiteradas do presidente norte-americano Donald Trump. Notícias relacionadas:Israel reforça controle sobre o sul do Líbano .Na Alemanha, Lula defende pioneirismo de biocombustíveis brasileiros.Brasil e Espanha assinam acordos sobre big techs e tecnologia digital.Lula voltou a dizer que o atual conflito no Oriente Médio não tem justificativa e criticou o que chamou de uma omissão da própria Organização das Nações Unidas (ONU) em fomentar soluções diplomáticas que interrompam a situação de instabilidade global. "A prevalência das forças sobre o direito é a mais grave ameaça à paz e à segurança internacional. Estamos profundamente preocupados com os riscos da retomada do conflito no Irã e da escalada no Líbano. A sobrevivência do Estado Palestino e do seu povo segue ameaçada", afirmou. O presidente brasileiro também citou o conflito na Ucrânia, onde "a almejada paz permanece cada vez mais distante". "Entre a ação dos que provocam guerra e a omissão dos que preferem se calar, a ONU está mais uma vez paralisada. Brasil e Alemanha defendem há décadas uma reforma que recupere a legitimidade do Conselho de Segurança", pontuou o presidente brasileiro. Questionado por jornalistas, o chanceler alemão afirmou ter pedido uma reunião extraordinária nas Nações Unidas para conversar sobre medias a serem propostas. Ele lamentou o fato do Estreito de Ormuz, no Irã, ter sido fechado novamente e ressaltou as implicações econômicas para a guerra que vão muito além do Oriente Médio. "A reabertura do Estreito de Ormuz tinha sido anunciada e feita, e depois fecharam de novo. Por isso, os preços [do petróleo] aumentaram de novo. Nosso apelo vai para o Irã, de cessar-fogo. Nosso apelo vai também para os EUA para que procurem soluções diplomáticas. As implicações e consequências da guerra não atingem apenas o Oriente Médio, mas pode levar a uma desestabilização política", afirmou Friedrich Merz. Segundo o chefe do governo alemão, a estabilidade energética mundial tem que como pré-requisito o fim imediato do conflito. Cuba  Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR Sobre Cuba, Friedrich Merz afirmou que o país não vê nenhuma base legal para qualquer intervenção no país caribenho. "Não vemos que exista algum tipo de perigo para países terceiros, então não sei porque seria necessário haver uma intervenção", disse o chanceler alemão que, novamente, apelou por soluções diplomáticas. "Poder se defender não quer dizer poder interferir em outros países que tem sistemas políticos que não nos agradam", acrescentou. Já Lula reafirmou sua posição contrária a intervenções unilaterais seja em Cuba ou em outras regiões como Venezuela, Ucrânia, Irã e Faixa de Gaza. "Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política sobre como uma sociedade deve se organizar ou não", disse o presidente Lula. Ele também criticou o bloqueio econômico imposto pelos EUA a Cuba há quase 70 anos. "Se a gente continuar a acreditar que deve prevalecer a lei do mais forte, isso já aconteceu outras vezes no mundo e não deu certo", completou. Acordo Mercosul-UE Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Declaração conjunta à imprensa. Palácio de Herrenhause, Alemanha. Foto: Ricardo Stuckert / PR - Ricardo Stuckert / PR Na declaração à imprensa, os dois líderes celebraram a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrará em vigor, de forma provisória, a partir de maio.  "O Brasil foi e é um grande defensor do acordo UE-Mercosul. Fizemos parte daquele grupo que realmente insistiu que aquele acordo entrasse em vigor, então foi êxito em comum. E, entrando em vigor, vai fomentar cada vez mais nossa cooperação na área de tecnologia, inteligência artificial, economia circular, agricultura, energia", destacou o chanceler alemão. Para Lula, a entrada em vigor do acordo no mês que vem abre espaço para uma parceria abrangente, que vai muito além do livre comércio. "Estamos falando de um modelo de cooperação que valoriza e protege os trabalhadores, os direitos humanos e o meio ambiente", disse. O presidente brasileiro, no entanto, criticou medidas europeias de impor, segundo ele, mecanismos unilaterais de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis. "Um acordo só se sustenta se há equilíbrio nas concessões feitas de parte a parte. Uma série de medidas adotas pela União Europeia ameaçam, no entanto, desnivelar os pratos dessa balança. É legítimo impulsionar políticas de descarbonização, preservação ambiental e desenvolvimento industrial, mas não é correto adotar métricas que não são fidedignas à realidade nem compatíveis com regras multilaterais", argumentou. Acordos assinados Em sua declaração a jornalistas, Lula afirmou que os governos de Brasil e Alemanha assinaram acordos de cooperação nas áreas de defesa, inteligência artificial, tecnologias quânticas, infraestrutura, economia circular, eficiência energética, bioeconomia e pesquisa oceânica e climática. Terceira maior economia mundial, a Alemanha figura atualmente como o quarto principal parceiro comercial do Brasil, com intercâmbio de cerca US$ 21 bilhões em trocas de bens e serviços entre os dois países, segundo números de 2025. É um dos maiores investidores diretos no Brasil, com estoque de mais de US$ 40 bilhões. Minerais críticos e biocombustíveis Friedrich Merz também manifestou o interesse da Alemanha em explorar o setor de minerais críticos, elementos essenciais para tecnologias modernas, defesa e transição energética (baterias, painéis solares, turbinas), cuja oferta enfrenta riscos de escassez ou dependência de poucos fornecedores. O Brasil está entre as maiores reservas dessas matérias-primas no planeta. "Estamos aprofundando nossa relação na área de matéria-prima crítica e isso e uma base central para desenvolvermos as tecnologias do futuro", disse o alemão. Sobre esse tema, Lula reforçou a posição brasileira de não ser apenas um fornecedor do mineral, mas sim um desenvolvedor de tecnologia. "Nossas reservas também nos tornam atores incontornáveis no debate sobre minerais críticos. Queremos atrair cadeias de processamento para o território brasileiro, sem fazer exportações excludentes. A colaboração em setores intensivos em tecnologia é uma prioridade para um país que não quer se limitar a ser um mero exportador de commodities". Ambos os líderes também destacaram o potencial de parceria na área de biocombustíveis, inclusive como ferramenta de descarbonização do setor de transportes. "Não existe segurança energética sem diversificação. A recente alta nos preços do petróleo mostra que está mais do que na hora da Europa superar sua resistência ideológica aos biocombustíveis. Eles são uma opção barata, confiável e eficiente para descarbonizar o setor de transporte. Com o conhecimento acumulado ao longo de cinco décadas, o Brasil é capaz de produzir etanol e biodiesel sem comprometer a produção de alimentos e as áreas de florestas", afirmou Lula. Na mesma linha, Friedrich Merz defendeu investimentos na adoção de combustíveis renováveis como forma de diversificar as fontes.   "Tem um caminhão no stand da feira [de Hannover] movido a biocombustível. Sabemos que, no Brasil, essa tecnologia avançou muito e demonstra que nós podemos aprender com o Brasil também", disse.

A
Agência Brasil Internacional