
AI-generated summary
O g1 analisou os 13 planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para mapear o que os candidatos propõem para tornar a internet mais segura para crianças e adolescentes.
O g1 analisou os 13 planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para mapear o que os candidatos propõem para tornar a internet mais segura para crianças e adolescentes. O levantamento encontrou medidas de segurança digital, prevenção e repressão a crimes contra menores, educação e cidadania digital e apoio à saúde mental.
Alguns candidatos apresentam propostas específicas para esse tema. Outros tratam da proteção digital dentro de políticas mais amplas voltadas à infância e à juventude.
O candidato do Avante concentra suas propostas nos impactos das redes sociais sobre a saúde mental de crianças e adolescentes. Entre as medidas sugeridas estão ações educativas nas escolas para estimular o pensamento crítico sobre o uso das redes, discutir os efeitos dos filtros de imagem e prevenir casos de bullying e cyberbullying.
Além disso, propõe a criação da chamada "Lei Augusto Cury" (Projeto de Lei nº 5.815/2025). A proposta prevê acompanhamento pediátrico e psicossocial anual para ajudar a proteger crianças contra exploração, automutilação, tráfico e predadores sexuais na internet.
O plano de governo de Clariana Barão afirma que o capítulo "Mulheres e crianças em primeiro lugar" funciona como um eixo orientador para as demais propostas apresentadas pela candidata.
Sobre crianças e adolescentes no ambiente digital, o documento cita três frentes de atuação: prevenção de abuso e exploração, promoção de um ambiente digital seguro com educação sobre riscos e busca ativa de crianças fora da escola.
O plano defende uma "forte regulação das Big Techs e redes sociais imperialistas, com ampliação dos investimentos públicos para a criação de redes sociais estatais nacionais", mas não detalha medidas voltadas ao público infantojuvenil.
Para crianças e adolescentes, o documento menciona ações voltadas ao ambiente físico, como fortalecimento de conselhos tutelares, ampliação de creches e orfanatos, incentivo à adoção e combate ao trabalho infantil. Não há propostas específicas para o ambiente on-line.
Há, no entanto, menções pontuais a crianças, tecnologia e uso de dispositivos digitais. O plano defende o esporte como ferramenta para "tirar a criança da rua e do celular" e propõe ampliar o acesso à robótica e à internet nas escolas, como parte das políticas de educação e inclusão tecnológica.
O documento também aborda a proteção da privacidade e dos dados pessoais de forma mais ampla, ao defender medidas para resguardar as informações de "quem está do outro lado da tela", sem apresentar ações específicas para crianças e adolescentes.
O plano de Hertz Dias tem como foco a soberania tecnológica sob controle dos trabalhadores e faz críticas ao atual modelo de digitalização do ensino.
O plano de Lula destaca medidas já adotadas pelo governo federal, como a proibição do uso de celulares nas escolas e a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital.
O documento propõe aperfeiçoar o ECA Digital e regulamentar o uso de telas conforme a faixa etária. Também prevê ações para promover o uso seguro da tecnologia e regulamentar plataformas de jogos e outros ambientes virtuais.
O plano de governo de Pablo Marçal não apresenta propostas específicas ou menções diretas sobre crianças e adolescentes no ambiente digital. Contudo, o documento aborda os temas de tecnologia, segurança e infância sob outras perspectivas.
O foco tecnológico voltado para os jovens está na capacitação e na infraestrutura, propondo a garantia de internet em 100% das escolas públicas e o fortalecimento do ensino de computação e inteligência artificial.
O candidato também propõe a criação de um Comando Nacional de Defesa Digital voltado à cibersegurança e proteção de infraestruturas críticas de forma geral, sem recortes específicos para o público infantojuvenil.
O candidato do Missão aborda os temas de tecnologia, regulação e juventude separadamente, fora do tema do público infantojuvenil no ambiente digital. Em suas propostas, Renan Santos se posiciona de forma contrária a regulação da internet ou da mídia que possa reduzir a margem de liberdade de expressão no Brasil.
No tratamento de crianças e adolescentes, o foco do plano está direcionado para a ordem e a autoridade no ambiente escolar físico, não digital. Renan defende a criação de um código de conduta nacional para estudantes com punições objetivas e afirma que as propostas de seu partido exigem uma reavaliação do papel do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para restaurar a disciplina, o respeito à hierarquia e sanar o ambiente escolar.
As propostas de tecnologia voltadas para o público jovem buscam a formação técnica e a retenção de talentos científicos, com foco na ampliação de vagas em cursos de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e no estímulo à atração de grandes datacenters para transformar o país em um polo de infraestrutura digital
O candidato do Novo concentra suas propostas para infância, juventude e tecnologia no desenvolvimento social físico, na rigidez penal e na oposição à regulação de conteúdos na internet, mas sem propostas que acessem, especificamente, crianças e adolescentes no ambiente online.
O plano adota uma postura firme de liberdade de expressão e se posiciona contra a regulação de plataformas, chegando a propor proibir que as redes sociais realizem a moderação de opiniões ou a exclusão de perfis.
O plano trata a proteção digital de crianças e adolescentes como área de ação integrada, estabelecendo que todas as políticas públicas ligadas à internet e à tecnologia deverão demonstrar impacto orçamentário e social mensurável sobre a infância.
O candidato também defende a consolidação em lei de regras de responsabilidade e transparência para plataformas e mercados digitais, de modo a implementar plenamente a proteção de crianças e adolescentes, protegendo os princípios do Marco Civil da Internet.
Apresenta, em seu plano de governo, uma visão contrária à limitação de ferramentas tecnológicas no ambiente educacional e às regulações da internet. Posiciona-se contra restrições nas escolas, exigindo expressamente o fim da proibição do uso de celulares nas salas de aula.
As propostas do candidato do PCO defendem a liberdade irrestrita de expressão na internet, e se manifesta contra propostas regulatórias como a chamada "Lei Felca".
Não há, no plano de governo de Samara Martins, menções ou propostas específicas voltadas para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Assim como em outros planos analisados, o documento aborda os temas de infância, juventude, tecnologia e ambiente digital de maneira separada.
Já as propostas tecnológicas do plano têm caráter macroeconômico, com foco na soberania nacional: a candidata defende o fim do monopólio estrangeiro sobre as redes digitais no Brasil e a democratização dos meios de comunicação e da internet.
O candidato trata os temas de infância, juventude e tecnologia de forma separada, em três frentes distintas: educação e juventude no mundo físico (foco em garantir a alfabetização das crianças até o fim do segundo ano, aulas de educação física estruturadas e programas territoriais voltados para a juventude em áreas com maior índice de criminalidade), prevenção de violência e tecnologia e cibersegurança (sem recorte para crianças).
AI outlook — possibilities, not facts
O debate sobre regulação de plataformas para proteção infantil ganhará destaque na campanha eleitoral de 2026.
Likely · Within months

Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência da República, defendeu na Festa do Peão de Barretos (SP) a ampliação do seguro rural, a adoção de um plano plurianual de três a cinco anos para o agronegócio, investimentos em logística e tecnologia, além de políticas de pagamento por serviços ambientais, citando sua experiência em Goiás. Ele também destacou sua relação de 40 anos com o evento e sua ligação com a pecuária e tradições do campo.
A Globo realizou entrevistas ao vivo com candidatos à Presidência da República após o Jornal Nacional, com Augusto Cury, do Avante, sendo entrevistado neste sábado (29) pelos apresentadores Renata Vasconcellos e César Tralli nos Estúdios Globo.

Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, defendeu taxar empresas de bets em até 50% para reduzir a dívida pública, cortar de oito a dez ministérios, criar um Ministério da Segurança Pública e uma secretaria de IA e Robótica, elevar o salário mínimo entre 50% e 60% em quatro anos, tornar 80% das consultas do SUS por telemedicina, aumentar a produtividade com IA para enfrentar o déficit previdenciário, estimular 10 milhões de microempresas e propor uso de drones e aplicativo para combater o feminicídio. Ele também negou conflito de interesse por ter sido sócio de uma empresa de telemedicina até 2023 e afirmou que seu método educacional será gratuito para escolas públicas.

No sábado (29), candidatos ao governo do Amazonas, incluindo David Almeida, Professora Maria do Carmo, Roberto Cidade, Gilberto Vasconcelos, Isael Munduruku e Cabo Daciolo, cumpriram agendas de campanha em Manaus e municípios do interior, com encontros, caminhadas, entrevistas e eventos eleitorais. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro e o segundo para 25 do mesmo mês.
Pela manhã, o candidato Zema visitou uma ponte reconstruída após enchente no interior do estado e prometeu investir em prevenção de desastres naturais e melhoria da previsão climática. À tarde, reuniu-se com mulheres do Partido Novo na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Canoas, na Grande Porto Alegre, onde defendeu responsabilidade fiscal, combate à corrupção e reforma administrativa, além de propor ampliação do tempo de contribuição ao INSS devido ao aumento da expectativa de vida.
O primeiro dia de campanha eleitoral na televisão apresenta Lula defendendo o fim da escala 6x1 e igualdade de gênero em Belo Horizonte, enquanto a Polícia Federal rejeita a versão de patrocínio e investiga os negócios de Flávio Bolsonaro. Além disso, o mapa da Quaest mostra a disputa presidencial em 24 estados e no Distrito Federal, e um vídeo revela o resgate de uma menina dois dias após uma avalanche no Nepal.