Consórcio de ônibus de Campo Grande é afastado por 180 dias após irregularidades
Quick Look
- Consórcio de ônibus de Campo Grande é afastado por 180 dias.
- Irregularidades como fronta velha, falta de seguro e 22 mil infrações foram identificadas.
- Interventores foram nomeados para garantir a continuidade do serviço.
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Why It Matters
O consórcio de ônibus de Campo Grande foi afastado de sua gestão por até 180 dias devido a irregularidades identificadas em um relatório. Interventores foram nomeados para garantir a continuidade do serviço.
A medida foi publicada no Diário Oficial de Campo Grande desta terça-feira (16) e afasta o consórcio da gestão até que irregularidades sejam analisadas. O consórcio é formado pelas empresas Viação Cidade Morena Ltda, Viação São Francisco Ltda, Jaguar Transportes Urbanos Ltda e Viação Campo Grande Ltda.
A medida tem prazo de até 180 dias e busca garantir a continuidade e a qualidade do serviço prestado à população. Relatório da Comissão Especial criada para apurar falhas identificou irregularidades como fronta velha, falta de seguro nos ônibus e 22 mil infrações.
É advogado formado na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), possui especialização latu sensu em Direito Tributário pela PUC-SP. Na advocacia atuou na área de Direito Empresarial. Foi assessor jurídico no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT) e Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª Região. Ocupou o cargo de Diretor de Regulação e Fiscalização da Agência Municipal de Regulação e Serviços Públicos Delegados (ARSEC). Alexandro foi exonerado do cargo porque a agência foi extinta.
Sócio-administrador da RBF Assessoria, com sede no Rio de Janeiro, que presta consultoria em gestão empresarial. O nome de Rodolfo também aparece como conselheiro da Concessionária do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) Carioca, que administra o serviço desse tipo de transporte no Rio de Janeiro. O g1 encontrou, inclusive, documentos que apontam o interventor como Presidente de Administração desse mesmo conselho, no ano de 2019. Também há documentos que indicam a participação de Fernandes como diretor na SPTA Holding em Transporte Aquaviário, que detém ações da Barcas S.A. Tranportes Marítimos, do Rio de Janeiro.
Advogado com atuação em Maceió (AL) é especialista em concessões públicas. Conforme perfil publicado em rede profissional, Robson atuou na administração do contrato de Parceria Público-Privada da Sabesp, no estado de São Paulo. O profissional também operou na concessão Plena de Água e Esgoto em Cuiabá.
Open Questions
- Quais serão as consequências financeiras para as empresas do consórcio?
- Como a população será afetada pela intervenção?
- Quais medidas serão tomadas para evitar novas irregularidades?






