Daabon assume controle de áreas da Agropalma no Pará
Quick Look
- A Daabon, grupo colombiano, assume áreas de extração e produção de óleo de palma da Agropalma no Pará, incluindo plantações e indústrias.
- A refinaria de Limeira (SP) não faz parte do negócio.
- A transação visa investimentos, fortalecimento de parcerias e ampliação da competitividade no setor.
AI-generated summary
Why It Matters
A Daabon, grupo colombiano, assume o controle de áreas de extração e produção de óleo de palma da Agropalma no estado do Pará. A transação envolve plantações, reservas florestais e indústrias de extração.
A Agropalma atua na extração e produção de óleo palma no estado.
Com a conclusão do negócio, a Daabon assume a área de plantação e reserva florestal da Agropalma, as seis indústrias de extração em Tailândia e a refinaria em Belém.
A estrutura permanece operando sob a marca Agropalma, enquanto a refinaria de Limeira, em São Paulo, que não fez parte da negociação, passa a ser administrada como Indústrias Xhara, sob o grupo APAR Holdings.
A mudança de controle criou estimativas de reflexos na economia paraense. A Gaabon informou que a fase anunciada "prevê investimentos no estado, fortalecimento de parcerias com a comunidade e ampliação de ações voltadas à produtividade dos próprios palmeirais, envolvendo fornecedores e a cadeia do óleo de palma no Pará".
A Daabon disse ainda que "chega ao Brasil com um portfólio global e pretende usar a experiência em agricultura, industrialização e logística para ampliar presença e competitividade no setor".
Segundo o CEO da Agropalma, Giancarlo Dávila, a integração com o grupo colombiano "deve fortalecer o desenvolvimento do óleo de palma no Brasil e dar mais estabilidade ao negócio".
Já o diretor Comercial, de Marketing e P&D da companhia, André Gasparini, afirma que "a transação preserva um legado de operação verticalizada, mas com foco em continuidade e competitividade".
A movimentação ocorre em um momento em que o setor do óleo de palma busca combinar expansão econômica com compromissos socioambientais.
A Daabon afirma operar com certificações como Regenerative Organic Certified, Fair Trade e RSPO, além de compromissos de desmatamento zero e rastreabilidade total até a plantação.
No Pará, a Agropalma já mantém uma estrutura com cerca de 5 mil empregados e mais de 300 agricultores familiares parceiros. O estado é o maior produtor de óleo de palma no Brasil, concentrando cerca de 85% da produção nacional.
Open Questions
- Quais os detalhes financeiros da transação?
- Como a Daabon integrará as operações no Pará?
- Haverá impacto nos empregos locais?






