
Incêndio no galpão da Asmare, em Belo Horizonte, controlado sem feridos; origem apontada como disputa entre pessoas em situação de rua.
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A Asmare atua na recolha e reciclagem de materiais em Belo Horizonte.
Um incêndio de grandes proporções atingiu o galpão da Associação de Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis (Asmare), no Bairro Prado, Região Oeste de Belo Horizonte. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas começaram na madrugada deste sábado (15) e, por volta de 9h, o fogo já havia sido controlado e os agentes realizavam o rescaldo. Ninguém ficou ferido. Conforme informou o solicitante aos bombeiros, o fogo teve início por volta das 2h, depois de uma discussão entre pessoas em situação de rua que estavam em frente ao galpão. Uma delas, segundo o relato, teria lançado um material em chamas.

Uma mulher foi encontrada morta em estado de decomposição dentro de uma geladeira em uma residência no Centro de Montanha, Espírito Santo. O corpo estava em um saco plástico e apresentava uma perfuração por arma branca no peito.

Duas crianças, entre 4 e 5 anos, foram resgatadas de uma casa em Serrinha, Bahia, após serem encontradas sozinhas, feridas e em condições insalubres. O caso, registrado como abandono de incapaz, está sob investigação da Polícia Civil e acompanhamento do Conselho Tutelar.

Cidades do Alto Tietê registraram taxas de homicídios superiores à média de São Paulo em 2024. Prefeituras locais contestam os dados do Atlas da Violência 2026, citando estatísticas próprias de redução criminal e investimentos em tecnologia e guardas municipais.

Jovem de 24 anos, desaparecida desde 17 de agosto, foi resgatada amordaçada e acorrentada em uma casa em Águas Lindas de Goiás. O ex-companheiro, Ailton Rodrigues, foi preso em flagrante pela Polícia Militar.

Felipe, um entregador, relata ter participado da contenção de Cláudio, agredido por um segurança em Copacabana após falsa acusação de roubo de bicicleta. A vítima foi espancada com um taco de madeira; a bicicleta pertencia à própria irmã de Cláudio.

Avó de adolescente morto após internação em clínica de Alfenas (MG) relata choque com denúncias de maus-tratos. Instituição foi parcialmente interditada por autoridades após fiscalização encontrar pacientes em condições insalubres e quartos trancados.