Breaking
PLKierowca potrącił dwie osoby w Jeleniej GórzeRUВ Белгородской области два человека пострадали при взрыве дрона на предприятииRUTwo Helicopters Collide Fighting Wildfires in Greece, Two DeadTRTrabzonspor - Udinese Hazırlık Maçı Canlı YayınARالمملكة تتجه إلى أغسطس بدرجات حرارة أعلى من معدلاتها الطبيعيةARرئيس بلدية موسكو يصف تفجير مطعم بـ"الإرهابي الوحشي" ومقتل 3 أشخاصTRAidat Borcu Tartışması Kanlı Bitti: Apartman Yöneticisi BıçaklandıDESPD-Chefin Bärbel Bas äußert sich zu schwachen Umfragewerten und KoalitionsrolleTRArturs Zagars, Çin Basketbol Ligi ekibi Zhejiang Golden Bulls ile anlaşmaya yakınITScontro tra elicotteri antincendio in Grecia: due mortiPLKierowca potrącił dwie osoby w Jeleniej GórzeRUВ Белгородской области два человека пострадали при взрыве дрона на предприятииRUTwo Helicopters Collide Fighting Wildfires in Greece, Two DeadTRTrabzonspor - Udinese Hazırlık Maçı Canlı YayınARالمملكة تتجه إلى أغسطس بدرجات حرارة أعلى من معدلاتها الطبيعيةARرئيس بلدية موسكو يصف تفجير مطعم بـ"الإرهابي الوحشي" ومقتل 3 أشخاصTRAidat Borcu Tartışması Kanlı Bitti: Apartman Yöneticisi BıçaklandıDESPD-Chefin Bärbel Bas äußert sich zu schwachen Umfragewerten und KoalitionsrolleTRArturs Zagars, Çin Basketbol Ligi ekibi Zhejiang Golden Bulls ile anlaşmaya yakınITScontro tra elicotteri antincendio in Grecia: due morti
Newsgather
BackJoão Rock 2026 reúne 65 mil pessoas em Ribeirão Preto com encontro de gerações e shows marcantes
João Rock 2026 reúne 65 mil pessoas em Ribeirão Preto com encontro de gerações e shows marcantes
Culture
G19 hours agoCulture5 min readBrazil

João Rock 2026 reúne 65 mil pessoas em Ribeirão Preto com encontro de gerações e shows marcantes

Quick Look

  • O festival João Rock 2026, com ingressos esgotados, reuniu 65 mil pessoas no Parque Permanente de Exposições em Ribeirão Preto (SP) para mais de 12 horas de música.
  • O evento celebrou a diversidade musical em quatro palcos temáticos, destacando artistas consagrados e estreantes, e promoveu reencontros e memórias afetivas.

AI-generated summary

Why It Matters

O João Rock 2026 transformou o Parque Permanente de Exposições em Ribeirão Preto (SP) em um grande encontro de gerações, reunindo 65 mil pessoas em mais de 12 horas de música e celebração. O festival distribuiu a programação em quatro palcos temáticos, destacando a diversidade musical brasileira.

Font size

O João Rock 2026 transformou o Parque Permanente de Exposições, em Ribeirão Preto (SP), em um grande encontro de gerações neste sábado (1º). Ao longo de mais de 12 horas de música, o festival reuniu artistas consagrados e estreantes, promoveu momentos de reflexão e foi cenário para histórias de reencontros, memórias afetivas e celebração entre o público.

Com ingressos esgotados, o evento recebeu 65 mil pessoas, segundo a organização, e distribuiu a programação entre quatro palcos temáticos.

O Aquarela destacou vozes femininas em um line-up exclusivamente composto por elas. O Brasil celebrou a diversidade musical das cinco regiões do país. Já o palco João Rock passeou por gêneros que vão da MPB ao hardcore, enquanto o Fortalecendo a Cena abriu espaço para representantes do rap, hip hop e outros ritmos urbanos.

Pelos espaços, o festival reuniu nomes consagrados da música brasileira, estreias no evento, discursos de reflexão e personagens que fizeram da festa um lugar de memória afetiva, celebração e reencontros.

O g1 mostra os principais destaques do João Rock 2026.

Charlie Brown Jr. transportou público para anos 2000

Os minutos de atraso e as pernas pesadas de quem já acumulava horas de maratona ininterrupta no João Rock 2026 não foram suficientes para desanimar os fãs que aguardavam a banda Charlie Brown Jr. Quando os primeiros acordes ecoaram, a multidão foi transportada direto para o início dos anos 2000.

A ansiedade que dominava a pista provava que as mais de duas décadas que separam do lendário Acústico MTV só fizeram aumentar o peso emocional e histórico do repertório na vida de diferentes gerações.

Já era madrugada de domingo (2) quando Marcão Britto e Thiago Castanho subiram ao Palco João Rock, liderando uma celebração com cara de máquina do tempo.

"Vocês estão felizes? Porque a gente está muito feliz", afirmou Marcão Britto.

BaianaSystem mostrou porque é banda de vanguarda

É a quarta vez que a guitarra baiana do grupo BaianaSystem faz uma multidão levantar poeira no festival João Rock. A apresentação mostrou por que a banda é considerada vanguarda ao misturar afro rock, dub e guitarra baiana com ritmos afro-brasileiros e caribenhos.

O show começou com 18 minutos de atraso e trouxe uma arte visual que exibia uma linha do tempo de acontecimentos históricos, passando pela Revolução Cubana, inauguração de Brasília e pelo golpe militar brasileiro. A frase “Eu não vou sucumbir” também marcou o início da apresentação.

O rapper BNegão foi um dos convidados especiais e abriu o show ao lado do vocalista Russo Passapusso cantando ‘Reza Forte’. Na sequência, o grupo apresentou o sucesso "Capim Guiné", que contou com performance de Elivan Conceição, conhecido pela interpretação em ‘Saci’.

Criolo misturou rap e samba

Ao som de batuques que logo definiram o ritmo da apresentação, a canção “Mariô” foi a escolhida pelo cantor Criolo para abrir seu show no João Rock 2026, onde ele se apresentou pela primeira vez no palco Fortalecendo a Cena, espaço que celebra a força brasileira do rap e do hip hop.

Última atração daquele palco, o rapper paulistano contou com a companhia do seu parceiro musical Dj Dan Dan durante a maioria das músicas, além de uma banda que foi um show à parte.

Desde as canções iniciais, como “Duas de Cinco”, eles fizeram questão de ouvir a voz do público e incentivar as palmas. “Geral canta com nóis”, pediram em vários momentos.

Raimundos trouxe show de retorno às origens

A banda Raimundos mergulhou em suas raízes. Liderado por Digão, o grupo fez uma performance puro rock brasileiro, que agradou os fãs quarentões e cinquentões e gerações mais novas na plateia.

Não por acaso eles escolheram “Pela-Saco” para abrir o show, que resgata o mix de sarcasmo e hardcore e que faz parte do álbum “XXX”, o mais recente da banda com inéditas nessa pegada de retorno às origens.

Alceu Valença misturou forró com rock psicodélico

Alceu Valença subiu ao Palco João Rock com uma missão clara: mostrar que a estética do rock e a música nordestina andam juntas.

O cantor abriu o show com "Que grilo dá", um verdadeiro quebra-cabeça de rock psicodélico lançado no álbum ‘Mágico’ (1984), que mistura o peso do gênero musical com o repente nordestino, estilo de improvisação.

A energia elétrica e forte continuou com "Agalopado", faixa do disco "Espelho Cristalino" (1977). A música uniu guitarras e uma batida veloz, trazendo diretamente para o palco do festival uma sonoridade que aproxima a cultura nordestina do rock progressivo dos anos 1970.

CPM22 celebrou 30 anos de carreira com Di Ferrero

Ao som de “Regina Let’s Go!”, o CPM22 subiu ao palco João Rock pela 13ª vez e celebrou 30 anos de carreira. Com um repertório conhecido do público, a banda de hardcore surpreendeu ao convidar Di Ferrero, vocalista do NX Zero, para cantar “Dias Atrás”.

Ainda nos primeiros minutos do show, Badauí celebrou a participação no festival e disse se sentir em casa. “João Rock é nossa casa”, afirmou.

Luedji Luna estreou com convite à dança

Em sua primeira vez no João Rock, Luedji Luna levou ao festival uma apresentação marcada pela mistura de MPB, jazz, R&B e ritmos afro-diaspóricos.

A cantora baiana, natural de Salvador (BA), apresentou ao público uma sonoridade potente e dançante, com repertório que passa por afeto, negritude e ancestralidade.

Zé Ramalho reuniu fãs de diferentes gerações

Aos 77 anos, Zé Ramalho entregou uma apresentação curta, mas repleta de história e significado em meio às atrações mais jovens do evento em Ribeirão Preto.

Com repertório conhecido por atravessar décadas, o cantor reuniu fãs de diferentes idades e reforçou a conexão do festival com artistas que fazem parte da memória da música brasileira.

Os Paralamas do sucesso cantaram hits

Os Paralamas do Sucesso levaram sucessos de mais de quatro décadas de carreira ao palco principal do João Rock.

A entrada da banda foi anunciada por telões com imagens de diferentes fases da trajetória do grupo e recebida por um público fiel, que cantou junto desde “Vital e Sua Moto”.

O show seguiu em clima de celebração com músicas como “Ska”, “Lourinha Bombril” e “Sinais”, lembrada por Herbert Vianna em interação com a plateia.

Chico Chico relembrou Cássia Eller e passeia pela MPB

Chico Chico ficou à vontade no palco do João Rock e fez uma apresentação marcada por referências à MPB.

No show, o cantor também relembrou Cássia Eller, mãe dele, em um momento de memória e conexão com diferentes gerações do público.

Nação Zumbi contagiou com manguebeat

A Nação Zumbi levou o manguebeat ao João Rock 2026 e retomou o legado de Chico Science no festival.

Com uma apresentação que cresceu ao longo do show, a banda pernambucana contagiou o público com a força percussiva e a mistura de ritmos que marcaram sua trajetória.

Tico Santa Cruz falou sobre saúde mental

Durante o show do Detonautas, Tico Santa Cruz fez um discurso sobre saúde mental, uso excessivo de redes sociais e tempo perdido em conflitos virtuais.

O vocalista disse que percebeu que estava “se intoxicando” ao passar muito tempo diante das telas e afirmou que a reflexão ajudou a banda a reverter situações difíceis.

“Eu me adoeci e, assim como eu adoeci, muitas pessoas adoeceram também e muitas pessoas estão doentes nesse momento, envolvidas em conflitos estúpidos, discutindo com pessoas que não conhecem”, disse.

Urias estreou com show político e representatividade

Urias também estreou no João Rock em 2026 e levou ao palco um show marcado por representatividade LGBT, discurso político e repertório do álbum “Carranca”.

Marina Sena apostou em conceito

Marina Sena leva turnê do álbum "Coisas Naturais" ao palco Aquarela do João Rock 2026

Related Topics

This article was originally published by G1.

Related Stories

"Forró de favela": dança das periferias de Fortaleza ganha espaço e aulas coletivas na capital
Culture·6 hours ago

"Forró de favela": dança das periferias de Fortaleza ganha espaço e aulas coletivas na capital

O "forró de favela", uma dança romântica com "passinhos" e movimentos lentos, originária das periferias de Fortaleza nos anos 90, está ganhando popularidade e se expandindo para outras áreas da capital cearense. Grupos como Complexo do Passinho e Chama no Passinho oferecem aulas coletivas para ensinar a dança, que valoriza suas raízes periféricas apesar de enfrentar preconceito.

G1
3 min read
More on this topicjoão rock