Jogadores se tornam ídolos e heróis para colegas em Copas do Mundo
Quick Look
Kylian Mbappé, Harry Kane, Lionel Messi e Erling Haaland se destacam na Copa do Mundo, inspirando colegas de time e se tornando ídolos e heróis para uma geração.
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Why It Matters
Quatro jogadores se destacam na Copa do Mundo, inspirando colegas e se tornando ídolos.
Quatro jogadores estão na briga pela artilharia da Copa do Mundo e eles viraram ídolos até dos colegas de time.
Kylian Mbappé se tornou o capitão da França depois do último Mundial, quando tinha só 23 anos. Hoje, o camisa 10 negocia as demandas dos jogadores com a federação francesa e é o segundo maior artilheiro da história das Copas, com 19 gols em 19 jogos na competição. O meio-campo Aurélien Tchouaméni disse que é uma benção jogar ao lado de Mbappé.
A braçadeira também cai bem no braço de Harry Kane. O camisa 9 é o maior artilheiro da história da seleção inglesa. O meio-campo Declan Rice falou que vai contar para os filhos que um dia jogou ao lado de Harry Kane:
“É uma honra e estou muito feliz de jogar com ele”.
O zagueiro Otamendi mostra tatuagem em homenagem ao maior artilheiro da história das Copas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Mas nenhum exemplo de idolatria se compara ao que se vê na seleção da Argentina. Lionel Messi, 39 anos de idade, é o ídolo de uma geração de jogadores argentinos que cresceram querendo ganhar a Copa também por ele. E, com o que vem fazendo até aqui, dessa vez, Messi parece querer retribuir tanto carinho e devoção. São oito gols distribuídos em todos os cinco jogos da Argentina. Agora, os companheiros cobrem Messi de carinho e agradecimento também. Lautaro Martínez foi categórico:
“O que ele faz no campo, tudo que nos demonstra, eu guardo para mim e é incrível para a nossa vida. É a nossa referência, o nosso líder”.
O zagueiro Otamendi mostrou isso na pele com uma tatuagem em homenagem ao maior artilheiro da história das Copas.
E até quem chegou agora começa a deixar sua marca. Haaland tem 25 anos e está na sua primeira Copa do Mundo. Tem sete gols em quatro jogos. Com gestos simples, inspira gerações futuras e atrai admiração do presente. Depois de dois gols contra o Brasil, o capitão Odegaard passou para Haaland a honra de liderar o ritmo da remada viking com os torcedores.
Para quem joga ao lado deste tipo de jogador, a Copa do Mundo é capaz de transformar ídolos em heróis.






