Menina de 2 anos que morreu após ser levada a hospital por babá sofreu lesões nos rins e na cabeça, diz polícia
Quick Look
- Delegado afirma que lesões renais causaram hemorragia e morte de criança de 2 anos em Aparecida de Goiânia.
- Suspeita, que se apresentou como tia e depois babá, teve prisão preventiva mantida pela Justiça.
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Why It Matters
Uma menina de 2 anos morreu após ser levada a um hospital com lesões nos rins e na cabeça. A suspeita, que se apresentou como tia e depois babá, teve a prisão preventiva mantida.
A menina de 2 anos que morreu após ser levada a um hospital por babá sofreu lesões nos rins e na cabeça, segundo o delegado Altair Gonçalves, em entrevista à TV Anhanguera. A lesão nos rins provocou uma hemorragia e foi a causa da morte da criança, informou o delegado.
O caso aconteceu em maio deste ano, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. A reportagem não localizou a defesa de Antonia Edna do Nascimento até a última atualização desta reportagem.
“A morte dela foi apurada e foi uma lesão renal que causou uma hemorragia três dias antes da morte, no momento que a criança estava aos cuidados da babá”, contou Altair.
Menina de 2 anos que morreu após ser levada a hospital por babá sofreu lesões nos rins e na cabeça, diz polícia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
No início de junho, a Justiça determinou a continuação da prisão preventiva da investigada. A reportagem da TV Anhanguera mostra a suspeita participando da simulação do crime da polícia.
A equipe médica da unidade de saúde chamou a Guarda Civil Metropolitana (GCM) após suspeitar que os ferimentos que a criança tinha eram por maus-tratos. Segundo a polícia, a criança apresentava sinais de violência.
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Queda de espelho
A suspeita relatou, inicialmente, que um espelho caiu em cima da criança. Segundo o delegado, a investigação apurou que as lesões que a criança teve são incompatíveis com a queda de um espelho.
Na época do caso, à TV Anhanguera, Élita Arantes, conselheira tutelar que acompanhou o caso, explicou que a mulher se identificou inicialmente como tia da menina. A suspeita teve dificuldades para apresentar alguma documentação que comprovasse a afirmação enquanto a equipe fazia o atendimento, informou Élita. Depois, ela teria dito à GCM que, na verdade, era uma babá da criança.
O pai foi acionado para comparecer na unidade de saúde. Ao Conselho Tutelar, o pai informou que a criança tinha uma medida protetiva contra a mãe e o padrasto dela, que também estariam respondendo por maus-tratos.
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Open Questions
- Qual a relação exata da suspeita com a criança?
- Haverá outras prisões no caso?
- Quais as consequências legais para a mãe e o padrasto?






