Militante do PT é agredido em Copacabana com insultos políticos e religiosos
Quick Look
- Militante do PT é agredido em Copacabana por três pessoas com insultos políticos e religiosos.
- Vítima relata ameaças de morte e agressões físicas.
- Polícia Civil investiga o caso.
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Why It Matters
Um militante do PT foi agredido em sua residência em Copacabana por três pessoas que proferiram insultos políticos e religiosos. O caso gerou repercussão e está sob investigação policial.
Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa disse que chegava em sua residência, por volta das 22h40, quando foi abordado por três pessoas: um homem vestindo terno e duas mulheres com porte físico semelhante ao de lutadoras. Segundo ele, o grupo passou a fazer ameaças e insultos de cunho político e religioso.
De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos teriam dito frases como: "A gente vai te matar agora", "Você já prejudicou muita gente", "Seu petista de merda", "É Bolsonaro, é Bolsonaro" e "Sua igreja é uma igreja de merda". A vítima também relatou que teve o terço arrancado do pescoço durante a ação.
Segundo Mauro, uma das mulheres o imobilizou com um "mata-leão", enquanto o homem desferia socos em seu rosto. As agressões teriam durado cerca de cinco minutos, em frente ao portão do edifício.
O idoso afirmou que pediu socorro ao porteiro do prédio, que estaria parado em frente ao portão, mas o acesso não foi liberado durante o ataque. As agressões só teriam sido interrompidas quando um homem se aproximou gritando: "Para, para, para".
O caso repercutiu entre integrantes do PT. Em nota, o deputado federal Reimont classificou a agressão como "inadmissível e revoltante" e afirmou que a violência sofrida por Mauro Figueiredo Rocha teria sido motivada por razões políticas.
"É absolutamente inadmissível e revoltante o que aconteceu em Copacabana. O companheiro Mauro Figueiredo Rocha, militante do PT, foi violentamente agredido por três bolsonaristas pelo simples fato de carregar na bolsa um adesivo da nossa querida deputada Benedita da Silva. Mais do que a violência física covarde, o registro policial aponta ameaças de morte e ofensas políticas e religiosas explícitas. Isso não é um fato isolado; é o reflexo de um ódio cego que tenta silenciar quem luta por justiça social."
A Polícia Civil informou que o caso está sendo apurado e que diligências estão em andamento para identificar os suspeitos e esclarecer as circunstâncias da agressão. Até o momento, não há informações sobre prisões.
Open Questions
- Quem são os agressores?
- Qual a motivação exata?
- O porteiro será investigado?







