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Mulher se passa por adolescente e vive com família por 14 meses
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G16/3/2026Crime1 min readBrazil

Mulher se passa por adolescente e vive com família por 14 meses

Quick Look

  • Mulher se passou por adolescente fugida do Pará e viveu com uma família por 14 meses, sendo tratada como filha.
  • Ela forjou condições médicas e comportamentos infantis para sustentar o disfarce, sendo descoberta após denúncia de um parente.

AI-generated summary

Why It Matters

Uma mulher se passou por uma adolescente que fugiu do Pará alegando maus-tratos e foi acolhida por uma família em Joinville por 14 meses. Durante esse período, ela se envolveu emocionalmente com a família, que a tratava como filha, e sustentou o disfarce com falsas alegações de condições médicas e comportamentos infantis.

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A família a acolheu em casa por 14 meses, acreditando que ela tinha fugido do Pará por sofrer maus-tratos, e acabou se envolvendo emocionalmente com a "menina". A mulher dizia se chamar Gabriele e passou a ser tratada como filha. A suspeita não teve o nome verdadeiro divulgado.

Além da festa, "Gabriele" ganhou remédio para emagrecer, segundo o delegado, e um quarto com decorações e brinquedos infantis.

A família procurou a polícia após a denúncia de um parente levar à descoberta do crime. A investigação descobriu que a mulher é reincidente nessa modalidade de golpes, tendo registros em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

Segundo o delegado Rodrigo Bueno Gusso, a mulher chegou até a família após procurar uma igreja em Joinville e relatar ao pastor ter fugido do Pará por sofrer maus-tratos.

Sem documentos e se passando por adolescente, ela foi acolhida pela comunidade religiosa, que a ajudou financeiramente. A família que a adotou também frequenta a igreja.

Para sustentar o disfarce e justificar a aparência adulta, ela alegava falsamente ser portadora de autismo e de outras condições clínicas. Dizia ainda que os traços adultos eram decorrentes do uso forçado de hormônios na infância, quando teria sido abusada.

Ela também tinha comportamentos infantilizados e usava mamadeiras, chupetas e um "cheirinho" para dormir, conforme a polícia. A investigação apurou que "Gabriele" forjava crises de pânico à noite, afinava a voz e simulava carência para conseguir atenção.

"A menina não ia para a escola porque conseguiu convencer a família adotiva de que, se fosse para a escola, o 'pai abusador' saberia onde ela está", comentou o delegado.

Open Questions

  • Qual o nome verdadeiro da mulher?
  • Quais foram as motivações exatas para o golpe?
  • Houve outras vítimas além da família acolhedora?
  • Qual o desfecho legal para a mulher?

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This article was originally published by G1.

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