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Pesca de tainha é liberada no Litoral Norte de Santa Catarina
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G16/13/2026Agriculture2 min readBrazil

Pesca de tainha é liberada no Litoral Norte de Santa Catarina

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  • A pesca de tainha foi liberada no Litoral Norte de Santa Catarina após reivindicação de pescadores.
  • A medida atende à baixa produtividade na região, onde 12 de 14 municípios não atingiram as metas históricas devido a condições oceânicas.

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Why It Matters

A medida atende a uma reivindicação dos pescadores que relataram baixa presença de tainha em alguns locais devido às condições do oceano. O Ministério da Pesca e Aquicultura analisou dados históricos e concluiu que a produção foi afetada.

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A medida, publicada na quinta-feira (11), atende a uma reivindicação dos pescadores. Eles relataram que a presença do peixe, de nome científico Mugli liza, foi abundante em alguns locais, mas que a tainha não havia chegado em outros por causa das condições do oceano.

Diante disso, o Ministério da Pesca e Aquicultura fez uma análise comparando a pesca deste ano com dados históricos. A conclusão foi que, dos 28 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores.

Neste contexto, o Litoral Norte foi o mais prejudicado. Dos 14 municípios da região, em 12 os pescadores não conseguiram pescar tainha.

A suspensão da pesca por arrasto ocorreu no domingo (7). Dois dias depois, houve o comunicado da liberação para o Litoral Norte, mas ainda faltava a portaria que liberou a modalidade para o número maior de cidades.

Historicamente, as tainhas demoram mais para chegar nas praias da região Norte de Santa Catarina. A colônia de pescadores de São Francisco do Sul, por exemplo, disse que não tirou do mar nem duas toneladas do peixe até sexta-feira (12).

Iniciada em maio, a modalidade de pesca de arrasto é patrimônio de Santa Catarina e ocorre tradicionalmente até o fim de julho. No estado, os primeiros dias da temporada foram de grandes lanços de tainha, excesso de peixes e dificuldade de venda por conta da oferta.

Segundo o governo federal, a cota serve para limitar a quantidade de peixes que podem ser pescados. O objetivo é evitar a pesca predatória da espécie e garantir que a espécie não entre em extinção, permitindo assim que o animal se reproduza.

A espécie de tainha encontrada no sul do Brasil vive em água doce na maior parte do ano. Com o inverno, a espécie migra da bacia do Rio da Prata, na Argentina e no Uruguai, e da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, para desovar nas praias catarinenses.

Open Questions

  • Quais foram as condições específicas do oceano que afetaram a pesca?
  • Qual o impacto econômico da baixa produtividade para os pescadores?

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This article was originally published by G1.

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