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Polícia Civil identifica suspeitos de ataque que matou grávida e filho no MA
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G19h agoCrime3 min readBrazil

Polícia Civil identifica suspeitos de ataque que matou grávida e filho no MA

Quick Look

  • A Polícia Civil do Maranhão identificou suspeitos de participar do ataque que resultou na morte de uma mulher grávida e seu filho de 4 anos, carbonizados em São João Batista.
  • As vítimas foram encontradas em uma casa incendiada após homens armados invadirem o imóvel.
  • A polícia investiga se o crime está ligado a disputas entre facções criminosas.

AI-generated summary

Why It Matters

Uma mulher grávida e seu filho de 4 anos foram encontrados carbonizados em São João Batista, Maranhão, após homens armados invadirem a casa, atirarem e atearem fogo. O companheiro da vítima está desaparecido.

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Segundo Augusto Barros, delegado-geral da Polícia Civil, equipes atuam na procura dos suspeitos e investigam se o ataque foi determinado por integrantes de uma facção criminosa. Motivação ainda não foi confirmada.

Por g1 MA — São Luís

A Polícia Civil do Maranhão identificou suspeitos de participarem do ataque que matou uma grávida e seu filho de 4 anos carbonizados em São João Batista.

As vítimas Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos foram encontradas na sexta-feira (10). Homens armados invadiram o imóvel, atiraram e atearam fogo.

Uma força-tarefa foi criada no sábado (11) para investigar o caso. A polícia apura se o crime foi motivado por disputa entre facções criminosas rivais.

O companheiro de Samira, Josef Abreu Santos, foi visto antes do ataque e está desaparecido. Testemunhas relatam que ele teria ligação com um grupo criminoso.

A Polícia Civil do Maranhão já identificou suspeitos de participação no ataque que terminou com a morte de uma mulher grávida e do filho dela, de 4 anos, na zona rural de São João Batista, no interior do estado. A informação foi divulgada neste domingo (12) pelo delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros, em entrevista à rádio Mirante News.

As vítimas, Samira Costa Correia, que estava grávida de três meses, e Yan Kaleb Costa Santos, foram encontradas carbonizadas dentro de uma casa incendiada na sexta-feira (10). Segundo a polícia, homens armados invadiram o imóvel, fizeram vários disparos e atearam fogo no local.

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De acordo com Augusto Barros, policiais estão fazendo buscas pelos envolvidos na região. As identidades dos suspeitos não foram divulgadas para não comprometer as investigações.

“Já temos a identificação dos envolvidos. Temos pessoas trabalhando na procura deles na região e equipes fazendo todo o trabalho de inteligência para que possamos dar uma resposta rápida e firme à sociedade”, afirmou o delegado.

Até o momento, ninguém foi preso. A polícia não informou quantos suspeitos foram identificados nem detalhou a participação de cada um. O alvo e a motivação do ataque ainda são investigados, e uma das hipóteses é de que o crime esteja relacionado a uma disputa entre facções criminosas.

Uma força-tarefa foi criada no sábado (11) para investigar o crime e a atuação de grupos criminosos na região. O trabalho reúne equipes da delegacia regional, batalhões da Polícia Militar, setores de inteligência da Secretaria de Segurança Pública e a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic).

Segundo o delegado-geral, a operação não está concentrada apenas na identificação dos responsáveis pelas mortes. As forças de segurança também devem mapear integrantes, lideranças e formas de atuação das facções criminosas na Baixada Maranhense.

As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Motivação ainda é investigada

A Polícia Civil trabalha com diferentes hipóteses para esclarecer quem era o alvo do ataque e o que motivou o crime. Uma das linhas de investigação aponta para uma possível disputa entre facções criminosas.

Segundo Augusto Barros, há informações de que uma das vítimas poderia ter relação com uma pessoa ligada a uma facção que teria mudado de grupo criminoso. Outra versão indica que essa mesma pessoa poderia ter algum envolvimento com uma facção e teria sido acusada de traição.

O delegado ressaltou, no entanto, que as versões ainda não foram comprovadas.

“Há muita especulação e muito boato que se mistura com outras versões. Nosso trabalho é reunir todas essas informações e investigar cada ponto até entender, de fato, o que aconteceu”, explicou.

Segundo familiares, Josef Abreu Santos, companheiro de Samira e pai de Yan, foi visto na casa pouco antes do ataque. Até a última atualização desta reportagem, ele não havia sido localizado.

Testemunhas disseram à polícia que Josef teria ligação com um grupo criminoso e que o crime pode estar relacionado a uma disputa entre facções rivais. As informações estão sendo investigadas pela Polícia Civil.

Ataque teve cerca de 15 homens

Segundo testemunhas, aproximadamente 15 homens armados arrombaram três imóveis pertencentes à família. Apenas a casa onde estavam Samira e Yan estava ocupada.

Os criminosos teriam feito vários disparos, levado televisores e outros objetos e, em seguida, incendiado a residência. O grupo teria fugido a pé.

A Polícia Militar encontrou cerca de 100 estojos de munição já disparada no local. Havia materiais dos calibres 9 milímetros, .38, .40 e 12.

Ao chegarem à casa, os policiais encontraram os corpos de Samira e Yan carbonizados. Exames periciais devem esclarecer se eles morreram em consequência dos disparos ou do incêndio.

As buscas pelos suspeitos continuam na zona rural de São João Batista e em municípios da região. A Polícia Civil informou que novas informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.

Ops!

Open Questions

  • Qual a motivação exata do crime?
  • Quem são todos os envolvidos e qual a participação de cada um?
  • Onde está o companheiro da vítima?

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This article was originally published by G1.

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