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Promotores denunciam mandantes de assassinato de advogado em Cuiabá
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G15/23/2026Crime2 min readBrazil

Promotores denunciam mandantes de assassinato de advogado em Cuiabá

Quick Look

  • Promotores denunciaram Anibal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo como mandantes do assassinato do advogado Roberto Zampieri, ocorrido em Cuiabá em dezembro de 2023.
  • A investigação também revelou um esquema de venda de sentenças.

AI-generated summary

Why It Matters

O advogado Roberto Zampieri foi assassinado em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, com 10 tiros dentro do carro. As investigações apontaram para um grupo suspeito de espionagem e homicídios por encomenda, autodenominado "Comando C4".

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Roberto Zampieri, de 57 anos, foi assassinado no dia 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá — Foto: Reprodução

De acordo com a denúncia apresentada pelos promotores do Núcleo de Defesa da Vida, Anibal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo foram denunciados por homicídio qualificado e apontados como mandantes do assassinato.

Também foram apontados pelo Ministério Público como integrantes da organização criminosa envolvida na morte do advogado, e denunciados:

Conforme o MPMT, a denúncia foi apresentada após o retorno do inquérito policial complementar que tramitou sob relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin.

O Ministério Público informou ainda que Etevaldo Caçadini, Hedilerson Barbosa e Antônio da Silva já haviam sido denunciados anteriormente por homicídio qualificado e já foram pronunciados para julgamento pelo Tribunal do Júri.

Segundo a nova denúncia, os autos também revelaram a participação direta de Gilberto Louzada da Silva no homicídio, motivo pelo qual ele também passou a responder pelo crime.

O processo tramita sob segredo de justiça e, por isso, os detalhes da denúncia não foram divulgados. O MPMT informou, no entanto, que pediu à 12ª Vara Criminal da Capital o levantamento do sigilo processual.

Roberto Zampieri foi assassinado em 5 de dezembro de 2023, em frente ao escritório onde trabalhava, em Cuiabá. Ele foi morto com 10 tiros dentro do próprio carro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil e posteriormente aprofundadas pela Polícia Federal apontaram a atuação de um grupo suspeito de praticar espionagem e homicídios sob encomenda.

A apuração do assassinato também levou à descoberta de um suposto esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que posteriormente alcançou suspeitas envolvendo o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em fases anteriores da Operação Sisamnes, a Polícia Federal chegou a prender suspeitos apontados como mandantes, financiadores, intermediadores e executores do crime. Segundo as investigações já divulgadas anteriormente, o grupo se autodenominava “Comando C4”, sigla para “Comando de Caça Comunistas, Corruptos e Criminosos”.

What to Watch

AI outlook — possibilities, not facts

  • Levantamento do sigilo processual do caso.

    Very likely · Within weeks

  • Julgamento dos denunciados pelo Tribunal do Júri.

    Likely · Within months

Open Questions

  • Quais são os detalhes específicos da denúncia que levaram ao pedido de levantamento do sigilo processual?
  • Qual a relação exata entre o esquema de venda de sentenças e o assassinato?
  • Quais foram as conclusões do inquérito policial complementar relatado pelo ministro Cristiano Zanin?
  • Qual o papel exato de cada um dos denunciados na organização criminosa?

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This article was originally published by G1.

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