
Liderança indígena Afukaka morre no Xingu
Afukaka, liderança respeitada do povo Kuikuro e defensor dos direitos indígenas, faleceu no Xingu. Sua trajetória na preservação cultural e territorial deixa um legado de inspiração para as comunidades.

Afukaka, liderança respeitada do povo Kuikuro e defensor dos direitos indígenas, faleceu no Xingu. Sua trajetória na preservação cultural e territorial deixa um legado de inspiração para as comunidades.

Liderança indígena respeitada do povo Kuikuro, Afukaka, morre no Xingu. ATIX destaca sua trajetória na defesa da cultura, territórios e direitos indígenas, deixando um legado de sabedoria e compromisso.

Justiça Federal determina que União e Dnit elaborem plano de ação para obras em estrada precária que dá acesso a 15 aldeias indígenas e território quilombola. Prazo de 180 dias para relatório, diagnóstico e plano de ação.

Justiça Federal determina que União e Prefeitura de Lábrea (AM) garantam atendimento médico e transporte de emergência em 30 dias para reservas extrativistas. Medidas incluem cadastro de moradores, visitas médicas e ambulanchas 24h.

Representantes da Igreja Católica pediram perdão de joelhos a comunidades indígenas no Peru por roubo de terras. O gesto ocorreu após denúncias de perseguição e a suposta transferência fraudulenta de quase 10 mil hectares, ligada a empresas do Sodalício de Vida Cristã, grupo ultraconservador suprimido pelo Papa Francisco.

União e Funai têm seis meses para apresentar plano de reestruturação da Coordenação Regional do Juruá (CR-Juruá) e unidades em Marechal Thaumaturgo e Tarauacá, no Acre. Decisão do TRF1 atende ação do MPF que apontou déficit de servidores e problemas logísticos afetando mais de 22 mil indígenas.

Deivid Rossate Ajala, conhecido como Deivid Forrozeiro, um cantor indígena de 24 anos da Aldeia Te’yikue em Caarapó (MS), encontrou sucesso ao misturar forró eletrônico com a língua guarani. O que começou como uma brincadeira na escola se transformou em uma carreira musical, onde ele usa o ritmo nordestino para valorizar sua cultura e preservar a identidade indígena entre os jovens.

Corpos foram encontrados em um carro deixado em frente ao edifício legislativo em Chilpancingo, capital de Guerrero, México. A violência é atribuída a confrontos entre cartéis pelo controle de rotas de tráfico de drogas.

Bombeiros resgataram um cachorro que foi levado pela correnteza de um rio na comunidade indígena Jacamim, em Roraima. O animal ficou submerso por um minuto antes de ser salvo. Fortes chuvas isolam mais de 900 pessoas na região.

Mais de 49 mil pessoas em Roraima foram afetadas por fortes chuvas em sete municípios. Normandia e Uiramutã enfrentam a situação mais crítica, com 46 comunidades indígenas isoladas. Nove municípios já declararam estado de emergência.

Indígenas da comunidade Marauiá, na Terra Indígena Yanomami (AM), enfrentam inundações em plantações devido à cheia do Rio Marauiá. A Funai já entregou 821 cestas básicas e monitora a situação.

O nível do rio Branco em Boa Vista, Roraima, atingiu 8,34 metros, permanecendo em cota de alerta. Faltam 16 cm para o nível de inundação. Nove municípios do estado estão em emergência devido às fortes chuvas.

Estudo do Iepé aponta que metade dos indígenas em Oiapoque, Amapá, tem níveis de mercúrio acima do recomendado pela OMS. A contaminação vem de garimpos ilegais e afeta principalmente homens e mulheres em idade fértil.

Enchentes causadas por chuvas fortes isolaram comunidades indígenas em Normandia, Roraima, destruindo casas e deixando quase 200 pessoas sem serviços básicos. Moradores relatam desespero e perdas significativas.

O município de Uiramutã, em Roraima, tem a pior qualidade de vida do Brasil, segundo o Índice de Progresso Social, mas moradores destacam sua tranquilidade e riqueza cultural, apesar do abandono estrutural e desafios como acesso precário, falta de água tratada e violência sexual contra indígenas.

MPF pede suspensão de licenças para projeto de potássio em Autazes (AM) por violações territoriais, ameaças a indígenas e irregularidades em consultas. Empresa Potássio do Brasil é alvo.
Bloqueios de estradas e greve geral na Bolívia forçaram o presidente Rodrigo Paz a revogar a Lei 1.720, que alteraria a propriedade de terras. Movimentos indígenas e sindicatos protestam contra a lei, temendo especulação imobiliária e desintegração de terras coletivas. Ex-presidente Evo Morales acusa Paz de repressão e de planejar sua prisão.

O programa Luz para Todos vai ampliar ainda mais seu alcance, levando energia elétrica para áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal. É o que prevê o decreto 12.964, publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11). A eletrificação será feita “com vistas ao fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico local, à geração de trabalho e renda, à segurança alimentar e à inclusão produtiva das populações beneficiárias”. Notícias relacionadas:Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano.IR 2026: chance de inclusão no primeiro lote acaba neste domingo.Concebido pelo governo federal com o objetivo de universalizar o fornecimento de energia – em especial a grupos prioritários, infraestruturas comunitárias e produtivas, de forma a favorecer o desenvolvimento local nas regiões atendidas –, o Luz para Todos apoia também a qualificação de mão de obra local ligada à prestação do serviço. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Prioridades de atendimento De acordo com o texto publicado, o programa passa a priorizar o atendimento a famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Prioriza também assentamentos rurais, comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais – além de “comunidades localizadas em unidades de conservação ou impactadas diretamente por empreendimentos de geração ou de transmissão de energia elétrica”. Além de residências, o Luz para Todos atenderá infraestruturas públicas e coletivas, como as de serviços de conectividade à internet, sistemas de abastecimento de água, equipamentos de assistência social e estruturas comunitárias de segurança alimentar. Respeito a comunidades e meio ambiente O texto prevê, ainda, que os atendimentos busquem soluções energéticas adequadas às especificidades territoriais, sociais, culturais, ambientais e logísticas do meio rural e das regiões remotas da Amazônia Legal, “observados os princípios da sustentabilidade, da eficiência energética e da descarbonização, do respeito aos modos de vida locais e da preservação do bioma Amazônia”. A nova legislação estabelece regras para os atendimentos, entre elas a observância das normas ambientais aplicáveis. Também determina que os prestadores do serviço respeitem direitos, modos de vida e organização social das populações locais. Por fim, coloca como prioridade a busca por “soluções que contribuam para a redução da pobreza energética e das desigualdades regionais no meio rural e em regiões remotas da Amazônia Legal”. O prazo de execução do programa para áreas rurais foi ampliado até dezembro de 2028 (com encerramento financeiro até 2029). 17,9 milhões de pessoas atendidas Segundo o Planalto, desde 2003, ano de criação do Luz para Todos, cerca de 3,8 milhões de famílias foram beneficiadas em todo o país, o que representa um alcance aproximado de 17,9 milhões de pessoas. “Apesar dos avanços, levantamentos do Ministério de Minas e Energia indicam que ainda existem cerca de 238 mil famílias sem acesso à energia elétrica, sobretudo em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal”, informou a Casa Civil. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o programa conta com um orçamento de R$ 2,57 bilhões para 2026, destinado ao atendimento de até 122 mil novas famílias. Somados aos recursos já previstos, os investimentos totalizam R$ 6 bilhões neste ano.