
PM apreende celulares avaliados em R$ 300 mil sem nota fiscal no DF
Polícia Militar apreendeu 34 celulares sem nota fiscal avaliados em R$ 300 mil no Gama, DF. O responsável foi levado à Receita do DF e o veículo apreendido. O crime é de descaminho.

Polícia Militar apreendeu 34 celulares sem nota fiscal avaliados em R$ 300 mil no Gama, DF. O responsável foi levado à Receita do DF e o veículo apreendido. O crime é de descaminho.

Um motorista foi preso pela Polícia Rodoviária Federal na Via Dutra transportando 48 perfumes e remédios para emagrecimento, avaliados em R$ 2 mil. O homem confessou que comprou os produtos na fronteira com o Paraguai para revenda. Ele foi detido por descaminho, contrabando e crime contra a saúde pública.
Um empresário de 35 anos foi preso em Vitória (ES) em operação da Polícia Federal contra importação clandestina de produtos do Paraguai. Foram apreendidos medicamentos proibidos e celulares sem impostos.

A facção venezuelana Tren de Aragua (TDA) expandiu suas operações para o Brasil, estabelecendo-se em Roraima e outros estados. O grupo, conhecido por sequestros, extorsão e tráfico, é acusado de vínculos com o governo Maduro e foi classificado como organização terrorista pelos EUA. No Brasil, o TDA atua no tráfico de drogas e armas, exploração sexual e mineração ilegal, muitas vezes explorando a vulnerabilidade de imigrantes venezuelanos.

O delegado Braz Morroni foi preso na Operação Perfidus, suspeito de integrar organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e corrupção. A Justiça autorizou nove prisões e 24 buscas, bloqueando R$ 10 milhões. A defesa de Morroni alega falta de provas diretas e pede prisão domiciliar por câncer.

Polícia apreende caminhão com 11 mil papelotes de cocaína, maconha, celulares, eletrônicos e cigarros em MG. Dois suspeitos foram presos e encaminhados à delegacia.

Um casal foi autuado por descaminho após ser flagrado com 29 celulares, a maioria iPhones, escondidos na cadeirinha e bagagens de seu filho. O caso ocorreu em Maringá, no Paraná, e o material foi apreendido pela Polícia Rodoviária Estadual.

Um casal foi autuado por descaminho após a Polícia Rodoviária Estadual encontrar 29 celulares, a maioria iPhones, escondidos na cadeirinha e bagagens de seu filho. O caso ocorreu em Maringá, no Paraná, e o material foi apreendido pela Receita Federal.

A Receita Federal apreendeu 13 veículos e mercadorias avaliadas em R$ 1,9 milhão em Mato Grosso do Sul durante a Operação Integrar Sul-Fronteira. A ação visou combater contrabando e descaminho de produtos estrangeiros.

A Polícia Federal deflagrou a terceira fase da Operação Retomada I em Natal, combatendo a distribuição e comercialização ilegal de cigarros contrabandeados e falsificados. Foram apreendidos 52 mil maços, veículos, celulares, computadores e documentos, com autuações tributárias de R$ 250 mil.

Um caminhoneiro foi preso em Maringá, no Paraná, com 968 celulares ilegais escondidos em um fundo falso. A abordagem inicial ocorreu devido a uma lanterna queimada no veículo. O motorista confessou a carga ilícita, que incluía 100 iPhones, e foi detido por descaminho.

A Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu drogas e produtos contrabandeados avaliados em R$ 100 mil. A carga, que saiu de ônibus de São Paulo com destino ao Piauí, incluía maconha, medicamentos e cigarros eletrônicos.

Foz do Iguaçu se tornou a principal porta de entrada de canetas emagrecedoras ilegais no Brasil, com a Receita Federal apreendendo mais de 69 mil unidades entre janeiro e maio deste ano. A cidade paranaense, na fronteira com o Paraguai, registra um aumento de 165% nas apreensões em comparação com todo o estado no ano anterior.

Um motorista foi preso em flagrante em Tabuleiro do Norte (CE) transportando uma carga de cigarros em uma van. O crime, configurado como descaminho, envolve a importação ou venda de mercadorias sem o pagamento de impostos. O suspeito foi levado à delegacia.

Um motorista foi preso em flagrante no Ceará transportando cigarros sem o pagamento de impostos. A carga e R$ 1.307 em dinheiro foram apreendidos pela Polícia Militar.
A Polícia Federal, a Receita Federal e Ministério Público Federal deflagraram, nesta terça-feira (28), a Operação Mare Liberum para combater a corrupção na alfândega do Porto do Rio. Segundo a Receita, o esquema envolveu a movimentação de R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões em propinas. Notícias relacionadas:Esquema de corrupção no Porto do Rio é alvo de operação da PF.MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais.PF apreende mais de duas toneladas de maconha prensada no Paraná.A associação criminosa investigada envolve importadores, despachantes e servidores públicos que atuam na facilitação de contrabando e descaminho. Estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Vitória, no Espírito Santo, além do afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e oito analistas tributários, medidas de bloqueio de bens e restrições a atividades profissionais. As investigações apontam a atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, sem o pagamento de tributos. É a maior operação da história da Corregedoria da Receita Federal. A investigação foi iniciada em 2022 a partir de controles internos da corregedoria e denúncias. Mais de 100 servidores da Receita e 200 policiais federais participam das diligências de hoje. “A Receita Federal está estruturando imediatamente ações de apoio ao Porto do Rio de Janeiro para manter a fluidez do comércio, além se revisar as operações irregulares realizadas no período investigado”, diz o fisco. Novas medidas ocorrerão para responsabilização de quem pagou a propina.Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, entre outros.
A Polícia Federal, a Receita Federal e Ministério Público Federal deflagraram, nesta terça-feira (28), a Operação Mare Liberum. para combater a corrupção na alfândega do Porto do Rio. Segundo a Receita, o esquema envolveu a movimentação de R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões em propinas. Notícias relacionadas:Esquema de corrupção no Porto do Rio é alvo de operação da PF.MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais.PF apreende mais de duas toneladas de maconha prensada no Paraná.A associação criminosa investigada envolve importadores, despachantes e servidores públicos que atuam na facilitação de contrabando e descaminho. Estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Vitória, no Espírito Santo, além do afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e oito analistas tributários, medidas de bloqueio de bens e restrições a atividades profissionais. As investigações apontam a atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, sem o pagamento de tributos. É a maior operação da história da Corregedoria da Receita Federal. A investigação foi iniciada em 2022 a partir de controles internos da corregedoria e denúncias. Mais de 100 servidores da Receita e 200 policiais federais participam das diligências de hoje. “A Receita Federal está estruturando imediatamente ações de apoio ao Porto do Rio de Janeiro para manter a fluidez do comércio, além se revisar as operações irregulares realizadas no período investigado”, diz o fisco. Novas medidas ocorrerão para responsabilização de quem pagou a propina.Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, entre outros.
A PF deflagrou a Operação Mare Liberum para investigar esquema de contrabando e descaminho no Porto do Rio de Janeiro. Foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no RJ e ES, afastados 25 servidores da Receita Federal e adotadas medidas cautelares contra nove despachantes. O grupo liberava mercadorias irregularmente com divergências entre produtos importados e declarados, podendo ter suprimido tributos.