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Sports
5/12/2026

BR feminino: Palmeiras goleia Atlético-MG e assume vice-liderança

Em partida transmitida ao vivo pela TV Brasil, o Palmeiras goleou o Atlético-MG por 4 a 1, na noite desta segunda-feira (11) em Barueri, em confronto válido pela 10ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. VITÓRIA PALESTRINA! SUPERAMOS O GALO E GARANTIMOS MAIS 3 PONTOS NO BRASILEIRÃO FEMININO! AVANTI 🟢⚪ 🏆 Palmeiras 4x1 Atlético-MG ⚽ Taina Maranhão (3x) e Lorena Benitez.#PALxCAM #FimDeJogoSEP pic.twitter.com/vypm3fZnSr — Palmeiras Feminino (@Palmeiras_FEM) May 12, 2026 Notícias relacionadas:Falta um mês para a Copa que promete ser a maior de todos os tempos.Interesse feminino em esportes tem skate em alta e avanço do futebol.Santos faz 2 a 0 no Fluminense fora de casa pelo Brasileiro Feminino.Com o resultado, a equipe comandada pela técnica Rosana Augusto assumiu a vice-liderança da classificação com 21 pontos em 10 jogos. A liderança está nas mãos do Corinthians, que superou o São Paulo por 2 a 1 para alcançar os 25 pontos. O grande destaque das Palestrinas foi Taina Maranhão, que marcou três vezes no confronto. O outro gol da equipe da casa foi de Lorena Benítez. Já a atacante Pimenta fez o de honra das Vingadoras.

A
Agência Brasil Esportes
Sports
5/11/2026

TV Brasil mostra nesta segunda confronto entre Palmeiras e Atlético-MG

A TV Brasil apresenta, nesta segunda-feira (11), mais uma partida da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol 2026. O canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) transmite o confronto entre Palmeiras e Atlético-MG, com o pré-jogo a partir das 20h45. Na 3ª colocação da tabela, o Palmeiras recebe o Atlético-MG na Arena Barueri, em São Paulo, buscando o topo da competição. Já o time mineiro entra em campo com o objetivo de sair da 13ª posição. A disputa entre as equipes é válida pela 10ª rodada. Audiência crescente Notícias relacionadas:Sada Cruzeiro vence Vôlei Renata e é decacampeão da Superliga.Brasil conquista sete medalhas no Grand Slam de Astana no Cazaquistão.Brasil ganha bronze na Copa do Mundo de canoagem.As emoções do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 tem movimentado a audiência da TV Brasil em 2026. De acordo com dados do Ibope, foram mais de 1 milhão de pessoas alcançadas em dez partidas transmitidas pelo canal. A exibição da partida faz parte da estratégia da TV Brasil, a tela do futebol feminino, para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público exibe jogos da elite feminina. Também serão transmitidos os confrontos decisivos das séries A2 e A3, a partir das semifinais. Além disso, o público poderá acompanhar as decisões das categorias de base pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com um time formado por mulheres, com a narradora Luciana Zogaib, as comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal. As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados. Sobre o Brasileirão Feminino Série A1 A edição de 2026 do campeonato mobiliza 18 equipes que se enfrentam em turno único na fase de classificação. Os oito primeiros avançam para a segunda fase. As etapas, a partir das quartas de final, são disputadas no formato de mata-mata, com duelos de ida e volta. Os times reunidos no Brasileirão Feminino Série A1 são: América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV. 

A
Agência Brasil Esportes
Sports
5/8/2026

Reconhecidas por Lei da Copa, pioneiras seguem formando novas gerações

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha.   Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em  três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

A
Agência Brasil Esportes
Sports
5/8/2026

Reconhecimento a pioneiras da seleção feminina é "resgate" e "legado"

Há mais de duas décadas, Márcia Honório da Silva constrói o futuro do futebol brasileiro com a mesma garra que demonstrou em cerca de 20 anos de carreira nos gramados. Quando pendurou as chuteiras, passou a trabalhar nas categorias de base do futsal do Juventus, tradicional clube paulistano. Entre os nomes que ajudou a revelar, inicialmente, no salão, estão o volante Nonato (Fluminense) e o meia Rodrigo Nestor (Bahia). Atualmente Marcinha - como a ex-jogadora é conhecida - coordena equipes de futsal, com crianças de sete a 10 anos, na Sociedade Esportiva e Recreativa de Caieiras (SP), cidade onde nasceu há 63 anos. Uma dessas crianças já foi Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians. Os times são predominantemente masculinos. Mas no sub-7, uma garota joga em meio aos meninos. Notícias relacionadas:Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Mostra traz a luta da mulher no futebol e a história da Copa feminina.Caravana roda o país com ex-atletas do futebol feminino."Na minha época, isso não podia", recordou a ex-jogadora, à Agência Brasil. Márcia Honório fez parte da primeira seleção brasileira de mulheres, que foi terceira colocada no Torneio Experimental da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em 1988, na China. O evento reuniu 12 países e serviu de base para criação da edição inaugural da Copa do Mundo Feminina, três anos depois, no mesmo local. "Eu vivi o começo de tudo, quando não tínhamos nada, além da vontade. Eu falo para eles [crianças] que, hoje, existe estrutura, visibilidade, mas o que faz um campeão ainda é o mesmo que a gente tinha lá atrás. É coração, é respeito pela história, é a disciplina de querer sempre ser o melhor", disse Marcinha. Após aposentar as chuteiras, Marcinha se dedicou à equipes de base do futsal. Na foto ela aparece ao lado do ex-aluno Matheus Bidu, hoje lateral-esquerdo do Corinthians - Acervo Pessoal/Márcia Honório Pioneiras como ela, que enfrentaram falta de apoio e visibilidade pelo sonho de viverem do futebol, podem conquistar um reparo histórico quase três décadas depois. O Projeto de Lei 1315/2026, que estabelece a Lei Geral da Copa de 2027, a ser disputada no Brasil, prevê o pagamento de R$ 500 mil às atletas das gerações de 1988 e de 1991. A Iniciativa é inspirada em medida adotada na ocasião do Mundial masculino de 2014, quando 51 campeões das edições de 1958, 1962 e 1970 - ou seus sucessores legais, no caso de falecidos - foram reconhecidos. "Trata-se de resgatar uma dignidade que foi negada por décadas. É prova de que aquela luta em campo finalmente foi reconhecida para a história oficial do nosso país. Lógico, vai ajudar bastante muita gente, mas acho que o reconhecimento é muito importante não só na parte financeira", destacou Márcia Honório. Assim como a ex-meio-campista, Rosilane Camargo Motta segue ligada ao esporte. Fanta, apelido da lateral-esquerda presente no Torneio de 1988 e em  três Copas do Mundo (1991, 1995 e 1999), dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro. Alimenta sonhos que, hoje, são mais factíveis que nos 20 anos dedicados por ela aos gramados, representando clubes como Santos, Vasco e Radar, este último o principal time feminino do país nos anos 1980. "[Ensino] vivência, disciplina, persistência e amadurecimento dentro da nossa modalidade, que já foi proibida um dia", contou Fanta, à Agência Brasil, fazendo menção ao período entre 1941 e 1979, em que a prática do futebol foi vetada às mulheres, devido ao Decreto-Lei 3199, do governo Getúlio Vargas. Atualmente, a ex-jogadora Fanta (terceira da esquerda para a direita) dá aulas de futebol para meninas no Parque Oeste, Rio de Janeiro - Acervo Pessoal/Rosilane Camargo Motta "[O reconhecimento às pioneiras] É justo e positivo. Acredito que a luta nunca foi em vão. Acredito também que a reparação é um legado deixado para nova geração", completou a ex-lateral-esquerda, de 60 anos, que também consegue um dinheiro extra como churrasqueira. Fanta trabalha, ainda, em uma das Vilas Olímpicas do projeto Rio: Capital do Futebol Feminino, de fomento à modalidade por meio de aulas gratuitas, ao lado da ex-zagueira Marisa, outra pioneira, capitã da seleção de 1988. A iniciativa tem como base a Copa do Mundo do ano que vem. A realização do Mundial em solo brasileiro, aliás, é aguardada com expectativa pelas pioneiras. "A importância é que só de ser no Brasil é uma grande vitória. O resto [impacto da Copa no futebol feminino], unidos pela modalidade, teremos que descobrir juntos", projetou Fanta. "Que a Copa venha melhorar o profissionalismo dos clubes, federações. Que invistam na base para colher frutos. Que a gente mude a preparação das marcas, mostrando que investir na mulher e na mulher atleta é necessário. E ver estádios lotados. Espero que o Brasil mostre ao mundo que sabemos organizar um evento digno do futebol feminino. Temos muito a fazer ainda, mas acho que melhoramos bastante desde a nossa época", concluiu Márcia Honório.

A
Agência Brasil Esportes
Sports
5/5/2026

BR Feminino: São Paulo vence Flamengo para assumir vice-liderança

O São Paulo assumiu a vice-liderança da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino após derrotar o Flamengo pelo placar de 2 a 1, na noite desta segunda-feira (4) no Centro de Formação de Atletas Presidente Laudo Natel, em Cotia, na partida que fechou a 9ª rodada da competição. VITÓRIAAAAAAA DO TRICOLOR! ✔️ O São Paulo venceu o Flamengo por 2️⃣ x 1️⃣, pela nona rodada do Brasileirão. ⚽️ Serrana ⚽️ Isa Próxima partida: São Paulo x Corinthians, na quinta-feira (7), às 21h30, no Estádio Alfredo Schürig, em São Paulo (SP), pela estreia no Paulistão.… pic.twitter.com/kgEpnbIiuz — São Paulo Feminino (@SaoPauloFC_Fem) May 5, 2026 Notícias relacionadas:Inter aplica 3 a 0 no Santos fora de casa pelo Brasileirão Feminino.Brasileiro feminino: Grêmio derrota Bahia no fechamento da 8ª rodada.Interesse feminino em esportes tem skate em alta e avanço do futebol.Com o triunfo alcançado em casa, as Soberanas chegaram aos 20 pontos, ficando a apenas dois do líder Corinthians, que derrotou o Grêmio por 2 a 0 nesta rodada. Já a equipe da Gávea permaneceu com 15 pontos após o revés, ocupando a 6ª colocação da tabela. O primeiro tempo da partida foi marcado pelo ímpeto ofensivo das equipes. E a oportunidade mais clara de marcar foi do Flamengo, com a meio-campista Fernandinha acertando um chute de fora da área no travessão do gol defendido por Carlinha. Após o intervalo, o São Paulo assumiu o comando das ações e não demorou a abrir o marcador. Aos 11 minutos a volante Duda Serrana aproveitou vacilo da goleira Vivi Holzel para marcar. Seis minutos depois Bia Menezes levantou na área para Isa Guimarães, que cabeceou para ampliar para a equipe da casa. Porém, o Flamengo não desistiu e conseguiu descontar aos 42 minutos com Fernandinha, após boa jogada de Laysa Costa. Mas o São Paulo conseguiu segurar a vantagem até o apito final.

A
Agência Brasil Esportes
Santos recebe Internacional na Vila Belmiro pelo Brasileirão Feminino com estreante no comando
Sports
5/1/2026AI summary

Santos recebe Internacional na Vila Belmiro pelo Brasileirão Feminino com estreante no comando

Santos e Internacional se enfrentam nesta sexta-feira (1º) pela nona rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. O duelo na Vila Belmiro marca a estreia de Marcelo Frigério no comando do Peixe, que não vence há cinco partidas e ocupa a 11ª posição com 11 pontos. As Gurias Coloradas aparecem em sétimo lugar com 14 pontos e têm a melhor campanha como visitantes da competição, com três vitórias e um empate em quatro jogos fora do Rio Grande do Sul.

A
Agência Brasil Esportes
Câmara aprova Lei Geral da Copa Feminina 2027 com prêmio de R$ 500 mil para atletas pioneiras
Developing
Politics·4/29/2026AI summary

Câmara aprova Lei Geral da Copa Feminina 2027 com prêmio de R$ 500 mil para atletas pioneiras

A Câmara dos Deputados aprovou o PL que estabelece a Lei Geral da Copa Feminina da Fifa 2027, primeiro Mundial feminino na América do Sul. O projeto autoriza o pagamento de R$ 500 mil a cada uma das cerca de 30 ex-atletas que disputaram o Torneio Experimental da Fifa (1988) e a primeira Copa Feminina (1991) na China. A proposta segue para o Senado antes da sanção presidencial. O texto também permite venda de bebidas alcoólicas nos estádios e decretação de feriados em dias de jogos da seleção.

A
Agência Brasil Esportes
TV Brasil transmite jogos do Brasileirão Feminino nesta sexta e sábado
Sports
4/29/2026

TV Brasil transmite jogos do Brasileirão Feminino nesta sexta e sábado

A TV Brasil vai exibir dois jogos pela nona rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino 2026. Na sexta-feira (1°), o canal público transmite o confronto entre Santos e Internacional, a partir das 15h45. No mesmo horário do sábado (2), é a vez do duelo entre Bahia e Palmeiras. O Santos recebe o Internacional em casa, na Vila Belmiro. O último jogo do clube, que está posicionado na 11ª posição da tabela, resultou em empate de 0 a 0 contra o Palmeiras, na segunda-feira (27).  O Internacional está na sétima colocação e venceu o Juventude por 1 a 0, no sábado (25). Notícias relacionadas:Seleção feminina de futebol recebe EUA para dois amistosos no Brasil.Brasil conquista título do FIFA Series de futebol feminino.Mulheres no futebol: coragem e política pública confrontam preconceito.O Bahia vai enfrentar o Palmeiras na Arena Fonte Nova, em Salvador. O clube, que se destaca na quarta posição, perdeu para o Grêmio nesta terça-feira (28) por 2 a 0. O Palmeiras segue na vice-liderança mesmo após o empate com o Santos. A exibição das partidas faz parte da estratégia da TV Brasil, a tela do futebol feminino, para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público exibe jogos da elite feminina. Também serão transmitidos os confrontos decisivos das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Além disso, o público poderá acompanhar as decisões das categorias de base pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com um time formado por mulheres. Integram o time a narradora Luciana Zogaib, as comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal. As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados. Feminino Série A1 A edição de 2026 do campeonato mobiliza 18 equipes que se enfrentam em turno único na fase de classificação. Os oito primeiros avançam para a segunda fase. As etapas a partir das quartas de final são disputadas no formato de mata-mata com duelos de ida e volta. Os times reunidos no Brasileirão Feminino Série A1 são América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. Serviço Brasileirão Feminino Série A1  Santos X Internacional – Sexta-feira (1), a partir das 15h45, na TV Brasil. Bahia X Palmeiras – Sábado (2), a partir das 15h45, na TV Brasil. TV Brasil na internet e nas redes sociais Site – https://tvbrasil.ebc.com.br Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil X – https://x.com/TVBrasil TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil TV Brasil Play - http://tvbrasilplay.com.br

A
Agência Brasil Esportes