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Nova CBS substituirá imposto de importação; alíquota ainda não está definida
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Nova CBS substituirá imposto de importação; alíquota ainda não está definida

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) substituirá o antigo imposto de importação de 20% para encomendas internacionais de baixo valor. A alíquota da CBS, que será fixada em dezembro, está sendo calculada pela Receita Federal e TCU, com estimativas apontando para 9,43% em 2027. A nova tributação visa manter a carga tributária atual sobre o consumo, aplicando as mesmas alíquotas para produtos nacionais e importados, sem o limite de US$ 50.

G
G1
Fim da "taxa das blusinhas" preocupa indústria; plataformas apoiam
HABER
13.05.2026

Fim da "taxa das blusinhas" preocupa indústria; plataformas apoiam

A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas. Notícias relacionadas:Lula assina MP e zera "taxa das blusinhas".Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”. A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. “É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit. A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode "penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”. A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão.  “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ). Apoio das plataformas Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança. A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E. Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional. Fim da cobrança A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%. No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor. 

A
Agência Brasil Economia
HABER
11.05.2026

Rússia lidera venda de diesel ao Brasil durante guerra no Irã

O Brasil ampliou fortemente as compras de diesel da Rússia desde o início da guerra no Oriente Médio, após a suspensão das importações vindas da região. Dados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), mostram que Rússia e Estados Unidos passaram a liderar o fornecimento do combustível ao país nos últimos meses. Em março e em abril, o Brasil importou US$ 1,76 bilhão em diesel. Desse total, US$ 1,43 bilhão tiveram origem na Rússia, equivalente a 81,25% das compras externas do produto. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com US$ 112,92 milhões, ou 6,42% do total. Notícias relacionadas:Óleo diesel cai pela 4ª vez em cinco semanas e acumula recuo de 4,5%.Importações de diesel da Rússia e EUA aumentam com fechamento de Ormuz.Apenas em abril, a dependência do diesel russo aumentou ainda mais. O país comprou US$ 924 milhões do combustível da Rússia, o que correspondeu a 89,84% das importações no mês. Os Estados Unidos responderam por 10,98% das compras, enquanto o Reino Unido teve participação residual. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Principais números    US$ 1,76 bilhão em diesel importado em março e abril    81,25% do total vieram da Rússia    US$ 924 milhões importados da Rússia apenas em abril    89,84% de participação russa nas compras de abril Antes do conflito, o Brasil ainda mantinha parte das importações vindas do Oriente Médio. Em março, o país recebeu carregamentos enviados antes do agravamento da guerra, incluindo compras dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita. Os números mostram uma rápida escalada das compras russas. Em fevereiro, o Brasil importou US$ 433,22 milhões em diesel da Rússia. O valor subiu para US$ 505,86 milhões em março e se aproximou de US$ 1 bilhão em abril. Medidas Para conter os impactos da alta do diesel sobre consumidores e transportadores, o governo federal anunciou uma série de medidas de compensação. Em março, uma medida provisória liberou R$ 10 bilhões em subsídios para importação e comercialização do combustível. Paralelamente, decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva zerou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o diesel. Segundo o governo, a desoneração tributária deve reduzir o preço em R$ 0,32 por litro nas refinarias. O subsídio adicional a produtores e importadores pode gerar nova queda de R$ 0,32 por litro. A equipe econômica afirma que a perda de arrecadação foi compensada pelo aumento das receitas com royalties do petróleo, impulsionadas pela valorização internacional do barril. Corte do ICMS Em abril, o governo federal lançou um programa para incentivar os estados a reduzirem o ICMS sobre o diesel importado. O custo da medida é dividido entre União e governos estaduais. A redução estimada é de R$ 1,20 por litro nas bombas, com custo total de R$ 4 bilhões em dois meses. Apenas Rondônia não aderiu ao acordo. O governo também anunciou uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com impacto estimado de R$ 3 bilhões por mês.  Empresas beneficiadas precisarão comprovar o repasse da redução ao consumidor final.

A
Agência Brasil Economia
Dünya
09.05.2026

Importações de diesel da Rússia e EUA aumentam com fechamento de Ormuz

O Brasil vêm recorrendo à Rússia e aos Estados Unidos para suprir suas necessidades de diesel, desde que as importações do combustível foram suspensas, devido ao acirramento do conflito no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz, em março.  Segundo dados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a compra do combustível russo mais que dobrou em dois meses. Notícias relacionadas:Alckmin: só um estado ainda não aderiu ao subsídio do diesel.Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo.Em março e abril, o Brasil importou US$ 1,76 bilhão em diesel, dos quais 81,25% da Rússia (US$ 1,43 bilhão). Em segundo lugar, vêm os Estados Unidos, com 6,42% (US$ 112,92 milhões). Ao considerar apenas abril, a participação russa é ainda maior. O Brasil comprou US$ 924 milhões de diesel do país (89,84% do total) e US$ 104,44 milhões dos Estados Unidos (10,98%). Completa a lista a importação de US$ 4.264 do Reino Unido, com participação de apenas 0,001%. Em março, o Brasil conseguiu importar diesel do Oriente Médio, por causa de navios que haviam saído do Golfo Pérsico antes do início do conflito. No mês retrasado, o país comprou US$ 111,89 milhões dos Emirados Árabes Unidos (15,7% do total importado em março) e US$ 99,23 milhões da Arábia Saudita (13,57%). Em relação à Rússia, a importação de combustível mais do que duplicou. Em fevereiro, o Brasil havia comprado US$ 433,22 do país. O valor saltou para US$ 505,86 em março e aproximou-se de US$ 1 bilhão em abril. Medidas Para lidar com os efeitos da guerra sobre o preço do diesel aos consumidores, o governo tomou uma série de medidas. Em março, uma medida provisória concedeu R$ 10 bilhões de subsídios para a importação e a comercialização do produto. Além disso, um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva zerou o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para o combustível, com impacto de R$ 20 bilhões sobre a arrecadação federal. O corte dos impostos deve reduzir o valor do litro em R$ 0,32 na refinaria. Já a subvenção aos produtores e importadores deve ter impacto de mais R$ 0,32 por litro. Segundo a equipe econômica, as perdas de recursos com as desonerações foram cobertas pelo crescimento na receita de royalties de petróleo, impulsionadas pela disparada na cotação do barril. ICMS Em abril, a equipe econômica criou um programa para que os estados reduzam o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel importado, bancado metade pelos estados e metade pela União. Embora o governo tenha prorrogado o prazo de adesão até a última terça-feira (5), apenas Rondônia não aderiu ao acordo. A medida reduz o preço do litro do diesel em R$ 1,20 na bomba, com custo de R$ 4 bilhões em dois meses. Inicialmente, o Ministério da Fazenda tinha informado que esse subsídio custaria R$ 3 bilhões. Ainda em abril, o governo anunciou uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado de R$ 3 bilhões mensais. Em ambos os casos, empresas deverão comprovar o repasse da redução ao consumidor.  

A
Agência Brasil Internacional