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Funcionária de creche é afastada após agredir bebê de seis meses em SP
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G11‏/7‏/2026Crime4 د قراءةBrazil

Funcionária de creche é afastada após agredir bebê de seis meses em SP

نظرة سريعة

  • Funcionária de creche em Cerquilho (SP) foi afastada após agredir bebê de seis meses.
  • Câmeras registraram as agressões em junho.
  • Mãe relata revolta e desconfiança, e Polícia Civil pede prisão preventiva da agressora.

ملخص مُنشأ بالذكاء الاصطناعي

لماذا يهم

Uma funcionária de creche em Cerquilho (SP) foi afastada após agredir uma bebê de seis meses. As agressões foram registradas por câmeras de monitoramento nos dias 22 e 23 de junho.

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Ao g1 e à TV TEM, a mãe, que não será identificada nesta reportagem, conta que ficou sabendo da agressão pela Polícia Civil. Câmeras de monitoramento da creche registraram a funcionária agredindo a bebê nos dias 22 e 23 de junho. O g1 e a TV TEM tiveram acesso às imagens na terça-feira (30).

"O boletim de ocorrência foi feito na sexta-feira (26), dia da apresentação de festa junina. Minha filha não foi à creche, mas foi à apresentação da festa. A agressora estava lá. A diretora me viu lá e não falou comigo. Eles já sabiam de tudo nessa data e não falaram nada comigo", pontua a mãe.

A mãe relata que, ao assistir às gravações, ficou muito nervosa ao ver a única filha tão exposta e vulnerável.

"Ela senta a minha neném com força, com brutalidade, bate na cara dela. É uma coisa muito revoltante, porque a minha filha tem só seis meses de vida. A minha filha chora, porque foi empurrada e, logo em seguida, a mulher bate na cara dela", relata.

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Segundo a mãe, a criança ainda estava em fase de adaptação na creche e não frequentava o local todos os dias. Uma das agressões ocorreu cerca de 20 minutos depois de ela ter deixado a filha no lugar e ido embora.

"Ela não ia todos os dias e em nenhum deles ficava o dia inteiro. No começo, fui muito bem recebida na creche pelas professoras e até mesmo por essa funcionária. Ela parecia ser um amor de pessoa", comenta.

Além disso, a mulher afirma que recebia ligações constantes da creche dizendo que a filha estava passando por episódios de diarreia. No entanto, o quadro clínico acontecia somente na unidade escolar e, por causa disso, a mãe suspeita que seja alguma reação relacionada às agressões.

"Até brincavam dizendo que a minha filha era uma ótima 'atriz', porque ela só tinha diarreia na escola. Hoje, depois de saber de tudo isso, penso que talvez seja algo voltado ao nervosismo. Ela não consegue falar, mas o corpo fala e demonstra tudo, independentemente da idade", opina.

Caso está sendo investigado pela Polícia Civil — Foto: Reprodução/Câmera de monitoramento

"Eu não consigo nem olhar para o bichinho que ela usou para agredir a minha filha nem para a 'naninha'. Ela gostava tanto dessas duas coisas, e nem ela está pegando mais para brincar. Fiquei muito nervosa com essa situação toda", completa.

Devido ao caso, a mãe da vítima alega que não pretende levá-la mais à creche. Ela diz que vai acionar todos os meios judiciais cabíveis contra a mulher, que teve a prisão preventiva solicitada pela Polícia Civil.

"Eu ainda estou procurando um advogado para resolver tudo isso, mas a minha filha nunca mais vai pisar naquela creche. Se precisar, eu tranco até a minha faculdade. Eu me sinto traída, nunca imaginei que a bebê que eu trato com tanto amor e carinho passaria por algo assim no lugar onde deveria estar sendo protegida. Eu não confio mais", desabafa.

Caso está em investigação

A funcionária do local, que fica no bairro Nova Cerquilho, foi afastada pela prefeitura. A informação foi confirmada por meio de nota enviada à reportagem.

No texto, a administração informou que, após a confirmação das agressões, foi elaborado um boletim de ocorrência e o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar. Devido ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a prefeitura não divulgou quantas crianças foram alvo de agressões da mulher.

Ainda conforme a nota, há imagens dos ocorridos, que foram enviadas à Secretaria de Educação para que sejam tomadas as medidas administrativas necessárias. As famílias das crianças envolvidas estão sendo comunicadas.

Já o Conselho Tutelar, também via nota, disse que todas as providências adotadas foram encaminhadas ao Ministério Público de São Paulo (MPSP). A produção da TV TEM entrou em contato com o órgão, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) afirma que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil e que pediu a prisão preventiva da mulher.

Delegacia de Cerquilho (SP) — Foto: Polícia Civil/Divulgação

*Colaborou sob supervisão de Larissa Pandori

ما الذي يجب مراقبته

توقعات الذكاء الاصطناعي — احتمالات وليست حقائق

  • Prisão preventiva da funcionária

    مرجح جداً · خلال أيام

  • Processo judicial contra a agressora

    مرجح جداً · خلال أسابيع

أسئلة مفتوحة

  • Quantas crianças foram vítimas?
  • Qual a punição para a funcionária?
  • Quais medidas administrativas serão tomadas pela Secretaria de Educação?

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This article was originally published by G1.

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