Newsgather

Geraldo Alckmin

مستقر22 خبر3 مصادرآخر تحديث: 2 g önce

أحدث الأخبار

Brasil reage a investigação dos EUA e contesta argumentos de Washington
مُلِح
العالم·02.06.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Brasil reage a investigação dos EUA e contesta argumentos de Washington

O governo brasileiro criticou duramente a investigação dos EUA com base na Seção 301, classificando-a como interferência e sem justificativa. O Brasil contesta os argumentos americanos sobre o Pix, acordos comerciais, corrupção, propriedade intelectual, biocombustíveis e meio ambiente, citando superávit comercial dos EUA e barreiras brasileiras.

A
Agência Brasil Economia
خبر
08.05.2026

Brasil promulga acordo para facilitar comércio no Mercosul

O governo brasileiro promulgou nesta sexta-feira (8) medidas para agilizar e simplificar negociações no âmbito do Mercosul. O decreto que prevê o Acordo sobre Facilitação do Comércio do Mercosul, firmado em dezembro de 2019 por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, está publicado no Diário Oficial da União. Notícias relacionadas:Delegação europeia confia em aprovação final de acordo com Mercosul.Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos.Lula assina decreto que promulga acordo UE-Mercosul.A medida foi assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, no exercício da Presidência da República, e decorre da aprovação do texto pelo Congresso Nacional em setembro de 2023.  O acordo estabelece regras comuns para facilitar o comércio intrazona, alinhadas às diretrizes da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização Mundial de Aduanas (OMA).  Os principais pontos são: ampliar o uso de documentação eletrônica,  adotar procedimentos aduaneiros mais rápidos e baseados em gestão de riscos,  promover a transparência regulatória  estimular a cooperação entre autoridades de fronteira dos países. O texto também prevê medidas específicas para o despacho mais célere de bens, inclusive perecíveis, a implementação do Guichê Único de Comércio Exterior e a ampliação do intercâmbio de documentos em formato digital, como certificados de origem e sanitários. Além disso, o acordo busca reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica aos operadores de comércio exterior, com atenção especial às micro, pequenas e médias empresas. Atos que venham a revisar o acordo ou gerar novos compromissos financeiros ao País continuarão sujeitos à aprovação do Congresso Nacional. 

A
Agência Brasil Economia
خبر
07.05.2026

Delegação europeia confia em aprovação final de acordo com Mercosul

Representantes do Parlamento Europeu foram recebidos nesta quarta-feira (6), no Palácio do Planalto, em Brasília, pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin. No encontro, foram discutidos os próximos passos do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, que entrou em vigor na semana passada, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos.CNI: acordo Mercosul–UE zera tarifas de 80% das exportações a Europa.Os termos do pacto comercial foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. "Esperamos que a decisão do Tribunal de Justiça e, depois, a aprovação ou ratificação que se seguirá no Parlamento Europeu sejam positivas. Estou crendo que sim", afirmou o deputado português Hélder Sousa Silva, presidente da Delegação para Relações com o Brasil do Parlamento Europeu. Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passaram a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Durante a reunião, Geraldo Alckmin afirmou que acordo com a União Europeia foi elaborado com equilíbrio e prevê salvaguardas para os setores produtivos. "O multilateralismo é importante e ganha a sociedade, que passa a ter acesso a produtos de melhor qualidade, com preços mais acessíveis, além do estímulo à competitividade. O acordo foi muito bem elaborado e tem salvaguardas. É um ganha-ganha", disse. Na última semana, o Brasil definiu as chamadas tarifárias, que são quantidades máximas de algumas mercadorias que podem ser importadas ou exportadas com imposto reduzido ou até zerado. Segundo o governo, as cotas abrangem cerca de 4% do total das exportações brasileiras e apenas 0,3% das importações. Na prática, os percentuais indicam que a maior parte do comércio entre Mercosul e União Europeia vai acontecer sem limite de quantidade, com redução ou eliminação integral de tarifas. O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia envolve 31 países, com um público consumidor de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) somado de mais de US$ 22 trilhões.

A
Agência Brasil Economia
Governo federal anuncia recursos para o Pronaf Mais Leite
خبر
27.04.2026

Governo federal anuncia recursos para o Pronaf Mais Leite

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (27), em Andradina, no interior de São Paulo, a destinação de R$ 450 milhões em crédito rural subsidiado para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Mais Leite (Pronaf Mais Leite).  O programa é uma linha de crédito especial do governo federal focado no aumento da produtividade da pecuária leiteira familiar. O objetivo é financiar o melhoramento genético, com foco na transferência de embriões, além de infraestrutura, ordenhadeiras e tanques de resfriamento, visando aumentar a produção por animal. Notícias relacionadas:CMN libera linha de capital de giro a cooperativas de leite no Pronaf.Acordo Mercosul-UE beneficiará agricultura familiar, diz ministro.Mapa monitora insumos para reduzir impactos da guerra na agricultura.A previsão é a de financiar até 300 mil embriões e elevar a produção de leite por animal com potencial de 3 a 8 litros por dia para 15 a 30 litros por dia.  Devem ser beneficiados cerca de 40 mil produtores familiares que poderão utilizar o recurso para comprar matrizes de alto valor genético, sêmen, óvulos e embriões, serviços de inseminação e FIV (Fertilização in Vitro), ordenhadeiras e tanques de resfriamento, além de investir no manejo, alimentação e infraestrutura produtiva. Para acessar o crédito, o produtor precisa ter o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo, procurar os agentes financeiros Banco do Brasil, Sicredi, Cresol, Sicoob e Banrisul e apresentar um projeto técnico que demonstre a viabilidade do investimento.  O programa também inclui apoio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) para orientar os produtores.  Foram disponibilizadas linhas de crédito para as cooperativas da agricultura familiar com taxas de juros de 3% ao ano, e para as demais cooperativas de leite do país, por meio do Programa Renovagro, com juros de 8,5% ao ano. “No país são 1,150 milhão de famílias que vivem da produção de leite no Brasil. Dessas, 950 mil são famílias da agricultura familiar. O leite é uma cadeia que é constituída majoritariamente nas pequenas propriedades, nos assentamentos da reforma agrária, nas propriedades da agricultura familiar. São eles que garantem a produção de leite que se transforma na diversidade de produtos que alimenta e leva nutrição”, disse a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli. A ministra também anunciou a destinação de R$ 15 milhões para a construção da primeira fábrica de leite em pó de cooperados no estado de São Paulo, que também aumentará a produção e a renda para os produtores, e a disponibilização de R$ 28 milhões para a assistência técnica e extensão rural dos produtores com o objetivo de impulsionar a produção de leite.  “Além disso, no Programa Terra da Gente mais duas áreas serão desapropriadas pelo governo para o Sítio Boa Vista, em Americana, interior de São Paulo, e a Fazenda Caraúbas, em Santa Quitéria, no Ceará”, anunciou. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da agroindústria e do cooperativismo como agregadores de valor.  “Temos que ter a agroindústria, pegar o produto da terra e fazer manufatura. Aqui ficam duas lições sobre a importância do associativismo: quando a gente sonha sozinho é só um sonho, mas quando a gente sonha junto é o início de uma nova realidade. A outra é o cooperativismo, quanto mais abelha mais mel”, disse Alckmin.

A
Agência Brasil Economia
Alckmin anuncia R$ 10 bi em crédito para modernização de máquinas agrícolas na Agrishow
يتطور
Agriculture·26.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Alckmin anuncia R$ 10 bi em crédito para modernização de máquinas agrícolas na Agrishow

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou neste domingo (26) a criação de uma linha de R$ 10 bilhões em crédito para modernização de máquinas e implementos agrícolas durante a abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Os recursos integram o programa MOVE Brasil, gerido pela Finep, com foco em conteúdo nacional e inovação. O governo também prepara programa de renegociação de dívidas rurais para produtores inadimplentes e adimplentes.

A
Agência Brasil Economia
“Oscar foi uma lenda do basquete mundial”, diz Alckmin
رياضة
19.04.2026

“Oscar foi uma lenda do basquete mundial”, diz Alckmin

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, lamentou, nesta tarde de sexta (17), a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, aos 68 anos de idade. Alckmin disse o que o Brasil perdeu um dos seus maiores atletas.  “Oscar Schmidt, nosso Mão Santa, não foi só um jogador de basquete, foi uma lenda do basquete mundial”, disse. Alckmin ocupa a chefia do Executivo em função de que o presidente Lula está em Barcelona para participar  da Cúpula Brasil-Espanha.  Notícias relacionadas:Familiares destacam exemplos de Oscar Schmidt.Ministério do Esporte lamenta morte de Oscar: "Inspirou gerações".Em entrevistas, Oscar mostra relíquias e revela ídolos do esporte.Geraldo Alckmin ressaltou que Oscar sempre colocou a defesa do Brasil nas quadras em primeiro lugar e manifestou pesar à família, amigos e fãs. O esporte brasileiro perde hoje um dos seus maiores atletas. Oscar Schmidt, nosso Mão Santa, não foi só um jogador de basquete, foi uma lenda do basquete mundial, que sempre colocou a defesa do Brasil nas quadras em primeiro lugar. Meus sentimentos à família, amigos e fãs. 📸… pic.twitter.com/215pjNMlwP — Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) April 17, 2026 Pesar A morte de Oscar provocou repercussão no mundo do esporte. A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a morte do ex-jogador e destacou que ele representou símbolo absoluto do esporte e redefiniu os limites do possível dentro das quadras. “A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um dos maiores ídolos da história do esporte mundial”, diz em nota. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) assinalou que Oscar foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, ao disputar cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1 mil pontos na história da competição, diz o COB em nota.

A
Agência Brasil Esportes
Governo define setores que podem acessar crédito de R$ 15 bilhões
خبر
19.04.2026

Governo define setores que podem acessar crédito de R$ 15 bilhões

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) os setores econômicos que terão prioridade no acesso ao crédito de R$ 15 bilhões criado para atenuar os impactos da guerra no Oriente Médio e das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos (EUA). A medida também apoia segmentos considerados estratégicos, que têm déficit na balança comercial, como indústria farmacêutica e tecnologia da informação. Os detalhes foram apresentados pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Notícias relacionadas:Exportações para o Oriente Médio caem 26% desde início da guerra.O novo plano de socorro, anunciado no mês passado será operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é uma segunda etapa do Programa Brasil Soberano, lançado em meados de 2025, destinado, à época, para as empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço dos EUA. As tarifas de 50% impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, acabaram sendo derrubadas por uma decisão da Suprema Corte do país, em outubro do ano passado. Elas acabaram sendo fixadas em 15% para todos os países que vendem aos EUA. “São R$ 15 bilhões para apoiar quem foi afetado pelo tarifaço americano, quem está tendo dificuldade para exportar para o Golfo Pérsico e aqueles setores estratégicos, especialmente aqueles que têm um déficit na balança comercial. Saúde, TI, químico, são os setores que têm um déficit maior na balança comercial”, ressaltou Alckmin. A abertura das linhas será possível após o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter aprovado, também nesta quinta-feira, resolução que definiu as condições para a oferta do crédito. Quem tem direito Três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme a Portaria Interministerial publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No primeiro segmento, estão as empresas exportadoras de bem industriais e seus fornecedores afetados pelas medidas tarifárias impostas dos Estados Unidos, cujo faturamento bruto com exportações representou 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025. As empresas mais atingidas são as da indústria do aço, cobre e alumínio, que pagam 50% de tarifas extras, e os setores de peças automotivas e de alguns tipos de móveis, que pagam taxa de 25% para vender aos norte-americanos. No segundo grupo, foram incluídas as empresas de setores considerados estratégicos, pela relevância de uso de tecnologia e impacto da modernização produtiva do país, como os ramo têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, máquinas e equipamentos eletrônicos e de informática, além de borracha e minerais críticos. No terceiro grupo, o governo incluiu as empresas exportadoras e seus fornecedores para os países da região do Golfo Pérsico, no Oriente Médio. O grupo inclui empresas brasileiras que vendem para Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã, cujo faturamento bruto com exportações represente 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025. Taxas e prazos As linhas de crédito são para financiar capital de giro; capital de giro destinado à produção para exportação; aquisição de bem de capital; e investimentos para ampliação da capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção, adaptação de atividade produtiva, e em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos. As taxas variam de 0,94% ao mês, para investimentos, até 1,28%, para capital de giro, no caso das contratações diretas com o BNDES. Nas contratações indiretas, com outras instituições financeiras, essas taxas variam de 1,06% a 1,41%. As carências variam de 1 ano a 4 anos (investimentos), com prazos de 5 a 20 anos para quitação.

A
Agência Brasil Economia