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Governo Federal lança R$ 30 bilhões para programa de compra de veículos para motoristas de aplicativo e taxistas
سياسة
21.05.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Governo Federal lança R$ 30 bilhões para programa de compra de veículos para motoristas de aplicativo e taxistas

O governo federal disponibilizou R$ 30 bilhões para o programa Move Aplicativos, que visa facilitar a compra de veículos novos por motoristas de aplicativo e taxistas. O financiamento terá juros mais baixos e prazos estendidos, com condições específicas para cada grupo e para veículos sustentáveis.

A
Agência Brasil Economia
خبر
08.05.2026

Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua. Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades. Notícias relacionadas:Anfavea projeta crescimento de 3,7% na produção de veículos para 2026.Importação de veículos elétricos provoca queda na balança comercial.Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. “Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (8). Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas. “Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos”, comemorou o presidente da Anfavea. Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014. Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil autoveículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior. Exportações Entre janeiro e abril deste ano, 142,4 mil veículos foram enviados ao exterior, o que significou um recuo de 16,9% ante o mesmo período do ano passado. Segundo a Anfavea, embora os embarques tenham crescido 8,2% em abril em relação ao mês de março, eles caíram 11,7% na comparação com o ano passado. Isso se deve principalmente porque o mercado argentino já não em absorvendo um grande volume de produtos brasileiros. “O mercado argentino caiu 6% no primeiro quadrimestre de 2026”, informou Calvet. Veículos pesados   Sao Paulo (SP), 15/01/2026 . Presidente da Anfavea, Igor Calvet, destacou que o resultado foi o melhor abril dos últimos 12 anos. Foto-arquivo: Paulo Pinto/Agencia Brasil - Paulo Pinto/Agência Brasil A venda de caminhões continua em queda, no entanto, ressaltou a Anfavea, essa queda vem se reduzindo nos últimos meses. Isso é resultado do programa federal Move Brasil, que oferece juros reduzidos na troca de caminhões mais antigos. “O Move Brasil continua ajudando, mas ainda não foi capaz de reverter a queda nas vendas. Essa segunda etapa do programa, que foi recentemente anunciada, vem sim em um bom momento e a gente espera que agora nós consigamos reverter essa queda nas vendas”, disse o presidente da Anfavea. Em abril, foram emplacados 8,8 mil caminhões, crescimento de 0,1% em relação a março e queda de 5,8% ante abril de 2025. No acumulado do ano, os emplacamentos de caminhões somaram 30,7 mil unidades, queda de 17,2% sobre igual período. Já os ônibus tiveram crescimento de 4,6% nos emplacamentos em relação a março, com 2.049 unidades vendidas, o que representou queda de 6,9% em relação a abril de 2025. Elétricos Os veículos eletrificados apresentaram um novo recorde de participação, alcançando a marca de 18,3% do total de vendas do país. “Temos um total de 48,7 mil unidades de veículos eletrificados emplacados no Brasil no mês de abril. Nesse ritmo a Anfavea já está prevendo em torno de 420 mil a 450 mil veículos eletrificados emplacados nesse ano, o que seria um número bastante robusto”, informou Calvet.

A
Agência Brasil Economia
خبر
07.05.2026

Balança comercial tem superávit recorde para meses de abril

O aumento nas exportações de soja e de petróleo fez a balança comercial registrar o superávit mais alto para meses de abril desde o início da série histórica, divulgou nesta quinta-feira (7) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 10,537 bilhões. O resultado representa alta de 37,5% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o superávit ficou em US$ 7,664 bilhões. Desde o início da série histórica, em 1989, o superávit é o terceiro maior para todos os meses, só perdendo para maio de 2023 (US$ 10,978 bilhões) e março de 2023 (US$ 10,751 bilhões). Notícias relacionadas:Indústria nacional varia 0,1% em março e acumula alta de 3,1% em 2026.Mdic define regras para crédito de R$ 21,2 bi do Move Brasil.Copom adota cautela por tensões globais e expectativa da inflação.O valor das exportações e das importações ficou o seguinte: Exportações: US$ 34,148 bilhões, alta de 14,3% em relação a abril do ano passado; Importações: US$ 23,611 bilhões, alta de 6,2% na mesma comparação. Tanto no caso das exportações como das importações, os valores também são recordes para meses de abril desde o início da série histórica. Acumulado Nos quatro primeiros meses do ano, a balança comercial registra superávit de US$ 24,782 bilhões, valor 43,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Além da recuperação das commodities (bens primários com cotação internacional), o crescimento deve-se à importação de uma plataforma de petróleo em fevereiro de 2025, operação que não se repetiu em 2026. A composição ficou a seguinte: Exportações: US$ 116,552 bilhões, alta de 9,2% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado; Importações: US$ 91,770 bilhões, alta de 2,5% na mesma comparação. O superávit acumulado é o segundo maior da série histórica, só perdendo para o primeiro quadrimestre de 2024 (US$ 26,925 bilhões). Setores Na distribuição por setores da economia, as exportações em abril variaram da seguinte forma: Agropecuária: +16,1%, com alta de 12,7% no volume e de 3,2% no preço médio; Indústria extrativa: +17,9%, puxada pelo petróleo, com alta de apenas 0,6% no volume e crescimento de 17,2% no preço médio; Indústria de transformação: +11,6%, com alta de 6,8% no volume e de 4,1% no preço médio. Produtos Os principais produtos responsáveis pela alta das exportações em abril foram os seguintes: Agropecuária: soja (+18,8%), algodão (+43,7%); e animais vivos, exceto pescados e crustáceos (+148,4%); Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (+10,6%); minério de ferro (+19,5%); e minérios de cobre (+55%); Indústria de transformação: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+29,4%); ouro não-monetário, excluindo minérios de ouro e concentrados (+75,9%); e bombas, centrífugas, compressores de ar e ventiladores (+321,5%). Em valores absolutos, os dois itens que mais puxaram o crescimento mensal foi a soja, com alta de US$ 1,105 bilhão nas exportações em relação a abril do ano passado, motivada pela safra e pela alta nos preços. Em seguida, vem o petróleo bruto, com alta de US$ 458,98 milhões. No caso do petróleo, o volume exportado caiu 10,6%, mas o preço médio subiu 23,7% por causa da guerra no Oriente Médio. A queda no volume está relacionada à alíquota temporária de 12% de Imposto de Exportação de petróleo, imposta em meados de março como medida para segurar a alta dos combustíveis após o início da guerra no Oriente Médio. Apesar do crescimento das exportações agropecuárias, as vendas de café despencaram em março. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 177,44 milhões a menos que em abril de 2025 (-14,2%). A queda deveu-se à redução de 13,4% no preço médio. Importações Em relação às importações, a alta está vinculada principalmente a veículos, cujas compras do exterior subiram US$ 654,33 milhões em abril na comparação com o mesmo mês de 2025. Na divisão por categorias, os principais produtos são os seguintes: Agropecuária: soja (+165,3%); pescados (+11,1%); e frutas não oleaginosas (+8,9%); Indústria extrativa:  óleos brutos de petróleo (+26,4%); e linhita e turfa (+147,9%); Indústria de transformação: automóveis de passageiros (+109,9%); combustíveis (+37,3%); e válvulas e tubos termiônicos (+27,3%). Projeções Para este ano, o Mdic projeta superávit comercial de US$ 72,1 bilhões, alta de 5,9% em relação ao resultado positivo de US$ 68,1 bilhões em 2025. Segundo o ministério, as exportações deverão encerrar o ano em US$ 364,2 bilhões, alta de 4,6% em relação a 2025. As importações deverão chegar a US$ 280,2 bilhões em 2026, aumento de 4,2% na comparação com o ano passado. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões. As estimativas do Mdic estão menos otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 75 bilhões, projeção que subiu após o início da guerra no Oriente Médio.

A
Agência Brasil Economia
خبر
06.05.2026

Dólar sobe para R$ 4,92, e bolsa avança por segundo dia consecutivo

Em um dia marcado pela queda acentuada do petróleo e da melhora no cenário externo, o dólar fechou em leve alta, motivado pela intervenção do Banco Central (BC). A bolsa subiu pela segunda vez seguida e superou os 187 mil pontos O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (6) vendido a R$ 4,921, com alta de R$ 0,009 (+0,17%). A cotação chegou a R$ 4,93 na máxima do dia, por volta das 11h30, mas perdeu força ao longo da tarde com a melhora do apetite global por risco. Notícias relacionadas:Quase 30% dos microempreendedores individuais estão no Cadastro Único.Mdic define regras para crédito de R$ 21,2 bi do Move Brasil.Produtividade permite reduzir jornada sem cortar salário, diz Durigan.Apesar da queda do dólar em relação a outras moedas, o câmbio foi pressionado por fatores internos. Um deles foi a atuação do Banco Central, que realizou uma intervenção no mercado ao vender US$ 500 milhões em contratos de swap cambial reverso, equivalentes a uma compra de dólares no mercado futuro. A operação empurra o dólar para cima. Segundo analistas, o BC aproveitou a cotação baixa da moeda estadunidense para fazer swaps reversos e reduzir o estoque de operações cambiais, composto em maior parte por swaps cambiais tradicionais (venda de dólares no mercado futuro). Outro fator foi a queda do petróleo, que afetou o desempenho recente do real. Nos últimos dias, a moeda brasileira vinha sendo beneficiada pela alta da commodity (bem primário com cotação internacional), importante para a balança comercial do país. Mesmo com a alta no dia, o dólar ainda acumula: Queda de 0,63% na semana; Recuo de 10,34% no ano. Bolsa Na bolsa de valores, o Ibovespa registrou a segunda alta consecutiva, acompanhando o movimento positivo dos mercados internacionais. O principal índice da B3 fechou com avanço de 0,50%, aos 187.690 pontos, após oscilar entre mínima de 186.762 e máxima de 188.674 pontos. O volume financeiro somou R$ 29,2 bilhões. O desempenho foi puxado por ações ligadas a mineradoras e a empresas de consumo, que se valorizaram. Na outra ponta, empresas do setor de petróleo recuaram, acompanhando a forte queda da commodity. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras caíram 3,77%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 2,86%. As ações da estatal são as mais negociadas no Ibovespa. No exterior, bolsas de Nova York tiveram ganhos superiores a 1%, com novos recordes no S&P 500 (índice das 500 maiores empresas) e no Nasdaq (das empresas de tecnologia), reforçando o ambiente favorável a ativos de risco. Petróleo Os preços do petróleo despencaram cerca de 7% no mercado internacional, influenciando diretamente câmbio e bolsa. O barril do tipo Brent, referência global, caiu 7,83%, a US$ 101,27. O WTI, do Texas, recuou 7,03%, a US$ 95,08. A queda foi provocada por sinais de redução das tensões no Oriente Médio. Nesta quarta, o Irã indicou que o Estreito de Ormuz está aberto para navegação segura, enquanto o governo dos Estados Unidos mencionou avanços nas negociações com o país. A diminuição do risco de interrupções no fornecimento global de petróleo reduziu o chamado “prêmio de risco” da commodity, pressionando os preços para baixo. Mesmo com o recuo, o mercado continua atento ao conflito, que ainda pode gerar volatilidade nos preços de energia e impactos sobre a economia global. * com informações da Reuters

A
Agência Brasil Economia
خبر
06.05.2026

Quase 30% dos microempreendedores individuais estão no Cadastro Único

Quase trinta por cento dos microempreendedores individuais (MEIs) do país estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), plataforma que reúne beneficiários das políticas de assistência do governo federal. Em números absolutos, isso representa 4,6 milhões de MEIs em um total de 16,6 milhões. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Notícias relacionadas:Produtividade permite reduzir jornada sem cortar salário, diz Durigan.Mdic define regras para crédito de R$ 21,2 bi do Move Brasil.Gás natural: conselho reduz meta de descarbonização do setor para 0,5%.Segundo a pesquisa, cerca de 2,6 milhões de empreendedores decidiram abrir o CNPJ depois de aderir ao CadÚnico. Os outros 1,9 milhões abriram o CNPJ antes da adesão. A conclusão é que os benefícios sociais são um estímulo para que as pessoas busquem autonomia financeira, diz o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares. “As políticas públicas impulsionam o empreendedorismo. No ano passado, reunimos uma sequência consistente de indicadores positivos. O Brasil possui enorme capacidade produtiva, tendo os pequenos negócios como grandes protagonistas. A inclusão social, de renda e de emprego passam pelo empreendedorismo”, analisa Rodrigo. O ministro do MDS, Wellington Dias, destaca que as políticas de Estado garantem mais do que proteção às famílias. “Quando uma pessoa acessa o Cadastro Único, ela passa a ter oportunidades de qualificação, crédito e inclusão produtiva. O que esses dados mostram é que a política social não é ponto de chegada, é ponto de partida para que milhões de brasileiros possam empreender, gerar renda e construir um futuro com mais dignidade”, diz o ministro. A maioria dos empreendedores inscritos no CadÚnico é mulher (55,3%), não branca (64%), pertence a famílias de três ou mais integrantes (51,3%) e tem, pelo menos, o Ensino Médio completo (51%). A faixa etária predominante é de adultos entre 30 e 49 anos (53%). O setor de serviços domina entre os segmentos de atividade mais procurados pelos MEIs inscritos no CadÚnico: 54%. O percentual é explicado principalmente pelo baixo investimento inicial que esse setor demanda. Em seguida, aparece o comércio, com 26%, e a indústria, com 10%. Os responsáveis pelo levantamento defendem que geração de emprego e renda, aliada ao estímulo ao empreendedorismo, possibilita a superação da pobreza. Citam como argumento o fato de que mais de 2 milhões de famílias saíram do Programa Bolsa Família em 2025. A maioria (1,3 milhão) deixou de receber o benefício em razão do aumento da renda familiar e outras 726 mil famílias concluíram o período na regra de proteção.

A
Agência Brasil Economia
خبر
06.05.2026

Mdic define regras para crédito de R$ 21,2 bi do Move Brasil

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) detalhou as regras para acesso aos R$ 21,2 bilhões em crédito do programa Move Brasil, voltado à renovação da frota de caminhões, ônibus e implementos rodoviários no país.  A pasta publicou no Diário Oficial da União (DOU) a portaria com as normas que estabelecem quem pode contratar o financiamento e quais veículos são elegíveis. Notícias relacionadas:Anac estabelece restrições para transporte de power banks em aviões.Financiamento de veículos cresce 12,8% no trimestre.CMN regulamenta programa de renovação de ônibus e de caminhões.A medida busca facilitar a compra de veículos com juros mais baixos que os praticados no mercado, ao mesmo tempo em que impõe critérios ambientais e de produção nacional. O crédito está disponível para:     Pessoas físicas, como transportadores autônomos;     Cooperativas;     Empresas do setor de transporte. No caso de caminhões seminovos, a compra é restrita a autônomos vinculados a cooperativas, e os veículos devem ter sido fabricados a partir de 2012. Podem ser financiados:     Caminhões;     Ônibus;     Implementos rodoviários (como reboques e carrocerias). Para serem aceitos no programa, os veículos precisam cumprir duas exigências principais:     Sustentabilidade: respeitar limites de emissão de poluentes;     Origem nacional: atender a índices mínimos de fabricação no Brasil. Esses critérios seguem as diretrizes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável por operar os recursos. Uma das formas de conseguir condições ainda melhores no financiamento é entregar um veículo antigo como parte do processo. Para isso, o veículo usado precisa:     Estar em condições de rodagem;     Ter licenciamento regular (2024 ou posterior);     Ter mais de 20 anos de fabricação;     Após a operação, o proprietário deve comprovar que o veículo foi encaminhado para reciclagem em até 180 dias. Financiamento As condições financeiras das linhas de crédito do programa, como juros, prazos e carência, foram regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na terça-feira (5). Os prazos variam conforme o perfil:     Até 10 anos (120 meses) para autônomos, com até 12 meses de carência (prazo para pagar a primeira prestação);     Até 5 anos (60 meses) para empresas, com até 6 meses de carência     O valor máximo por financiamento é de R$ 50 milhões por cliente. Com a nova regulamentação, o governo pretende:     Renovar a frota de transporte no país;     Reduzir a emissão de poluentes;     Incentivar a indústria nacional;     Ampliar o acesso ao crédito com juros mais baixos. A ampliação do programa foi autorizada por medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais que dobrou os recursos disponíveis, que antes eram de R$ 10 bilhões.  A expectativa é que as novas regras acelerem a adesão ao programa e ampliem os investimentos no setor de transporte.

A
Agência Brasil Economia
خبر
05.05.2026

CMN regulamenta programa de renovação de ônibus e de caminhões

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para ampliar o acesso a crédito destinado à renovação de veículos de transporte no país. A medida regulamenta a segunda etapa do Move Brasil, lançada na semana passada, que busca facilitar a compra de caminhões, ônibus e outros veículos por profissionais e empresas do setor. O programa funciona como uma linha de financiamento com juros reduzidos e condições especiais para quem precisa trocar ou modernizar a frota de veículos profissionais. Quem pode participar Notícias relacionadas:Governo melhora condições e dobra crédito para compra de caminhões.O programa atende diferentes perfis do setor de transporte: Transportadores autônomos (motoristas de carga ou passageiros); Profissionais ligados a cooperativas; Pequenos empresários individuais; Empresas de transporte rodoviário e urbano. Como funciona o crédito O financiamento será oferecido por bancos e instituições financeiras autorizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que também coordena o programa. Essas instituições são responsáveis por conceder o crédito e avaliar cada operação. O objetivo é permitir que os profissionais adquiram veículos novos ou seminovos com condições mais acessíveis. Juros mais baixos O CMN regulamentou os juros cobrados pelos os fundos que fornecem recursos para o Move Brasil. As taxas variam conforme o tipo de comprador e o impacto ambiental da operação. Quanto mais sustentável for a troca do veículo, menor tende a ser o juro. Veja como funciona: 1% ao ano: autônomos que trocarem veículo antigo por novo/seminovo com sucateamento; 2% ao ano: autônomos sem contrapartida ambiental; 3% ao ano: empresas com troca de veículo antigo por novo; 5,5% ao ano: empresas sem exigência ambiental. Além disso, os agentes operadores aplicam suas taxas, que podem chegar a: Até 8,8% ao ano para autônomos; Até 3% ao ano para empresas; Até 1,25% ao ano para o BNDES. No lançamento do programa, na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que os juros médios para os tomadores do Move Brasil caíram de 14% para 11,3% ao ano. Prazo para pagar Outro ponto importante é o tempo para quitar o financiamento: Até 120 meses (10 anos) para autônomos, com até 12 meses de carência; Até 60 meses (5 anos) para empresas, com até 6 meses de carência. O valor máximo por financiamento é de até R$ 50 milhões por cliente. Incentivo à sustentabilidade O programa também busca reduzir a poluição. Para ter acesso às melhores condições, será necessário comprovar a retirada de veículos antigos de circulação, além de atender a regras de emissão de poluentes. Os veículos financiados também deverão seguir padrões ambientais definidos pelo Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve). Impacto esperado A expectativa do governo é que a medida ajude a: Modernizar a frota de transporte no Brasil; Reduzir custos operacionais para motoristas e empresas; Diminuir a emissão de poluentes; Melhorar a eficiência logística no país. O Move Brasil integra a estratégia federal de fortalecer o setor de transporte, considerado essencial para a economia, e ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores e empresas.

A
Agência Brasil Economia
Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota
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Business·30.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota

O governo federal lançou a segunda etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões, mais que o dobro dos R$ 10 bilhões da primeira fase. O programa financia renovação de frota de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários. Caminhoneiros autônomos terão até 10 anos para pagar com 12 meses de carência, e taxa de juros caiu para 11,3%. Lula criticou bancos públicos por liberarem apenas R$ 200 milhões dos R$ 1 bilhão destinados a autônomos, preferring grandes empresas.

A
Agência Brasil Economia
Alckmin anuncia R$ 10 bi em crédito para modernização de máquinas agrícolas na Agrishow
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Agriculture·26.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Alckmin anuncia R$ 10 bi em crédito para modernização de máquinas agrícolas na Agrishow

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou neste domingo (26) a criação de uma linha de R$ 10 bilhões em crédito para modernização de máquinas e implementos agrícolas durante a abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Os recursos integram o programa MOVE Brasil, gerido pela Finep, com foco em conteúdo nacional e inovação. O governo também prepara programa de renegociação de dívidas rurais para produtores inadimplentes e adimplentes.

A
Agência Brasil Economia