
Operação policial combate violência contra a mulher em Mato Grosso
Polícia Civil coordena operação em Mato Grosso contra violência doméstica e feminicídio, marcando os 20 anos da Lei Maria da Penha com foco no cumprimento de medidas protetivas.

Polícia Civil coordena operação em Mato Grosso contra violência doméstica e feminicídio, marcando os 20 anos da Lei Maria da Penha com foco no cumprimento de medidas protetivas.

O Rio Grande do Sul registrou um aumento de 331% nas medidas protetivas concedidas nos últimos cinco anos, totalizando mais de 53 mil em 2025. Esse crescimento é atribuído a mecanismos como o Formulário Nacional de Avaliação de Risco e à atuação de órgãos como a Defensoria Pública, apesar dos desafios na comunicação da vítima e na revogação.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma as atividades após o recesso de julho, com uma agenda de julgamentos polêmicos em agosto, incluindo mineração em terras indígenas e a "uberização". A Corte também espera avançar na discussão de um Código de Ética para ministros e na reforma do Judiciário.

Um homem embriagado, armado com uma espingarda, ameaçou a companheira e a enteada, que fugiram para a casa de vizinhos. A Polícia Militar foi acionada, conteve o agressor após entrada tática e apreendeu a arma. Ele responderá por ameaça (Lei Maria da Penha), posse ilegal de arma e resistência.

Uma mulher de 26 anos foi agredida e teve sua casa incendiada pelo ex-namorado, de 19 anos, durante uma discussão em Rondonópolis, Mato Grosso. O suspeito foi preso em flagrante, e apesar dos danos materiais, ninguém ficou ferido.

Um homem foi detido pela Polícia Militar após ser flagrado enforcando uma mulher dentro de um carro. Ele resistiu à abordagem, exigindo quatro viaturas para contê-lo. Apesar de a mulher negar a agressão na Deam e não registrar queixa, o suspeito responderá por resistência contra os policiais.

A Polícia Civil de Cuiabá procura Alfredo José Quijada Montenegro, 31, suspeito de estrangular a ex-mulher, Sandy Del Carmen, 45, no bairro Jonas Pinheiro 3. O suspeito, de nacionalidade venezuelana, não aceitava o fim do relacionamento.

Casos de violência de gênero por adolescentes no RJ cresceram 600% entre 2019 e 2025, com agressores cada vez mais jovens. Discursos misóginos em "machosfera" são estudados e combatidos.

Jackson Pinto da Silva foi preso suspeito de feminicídio contra Nilza Moura de Souza Antunes. O crime teria ocorrido com violência doméstica, motivação patrimonial e premeditação, com o corpo enterrado em um buraco feito com retroescavadeira.

Um pai foi preso em Francisco Beltrão (PR) após ser filmado chutando a filha de três anos. A legislação brasileira proíbe castigos físicos contra crianças, considerando-os crime de lesão corporal no contexto de violência doméstica.

Vereador Abraão Sampaio Feitosa Kaxinawá foi preso em flagrante em Jordão, Acre, por ameaça e vias de fato no contexto da Lei Maria da Penha. A defesa nega lesão corporal e afirma que ele foi liberado após audiência de custódia.

Projeto de Lei 7.549/26 propõe tornozeleiras eletrônicas na cor rosa para agressores em casos de violência doméstica e de gênero. A medida visa facilitar identificação, inibir reincidência e reforçar proteção a vítimas. A aplicação ficará a critério do Executivo e do juiz.

Daiany Rodrigues de Souza, 33, foi morta a facadas em Confresa (MT). O suspeito, José da Cruz Evangelista, 63, preso após se apresentar à polícia, havia prometido ajudá-la a montar um restaurante. A vítima gravou vídeo dias antes afirmando que ele a ameaçava.

Especialistas alertam para a violência contra a mulher com ataques ao rosto, que buscam destruir a identidade das vítimas. Casos como o de Alana Anísio e Samira Khouri evidenciam a brutalidade e as marcas permanentes deixadas por esses crimes, que muitas vezes são subnotificados. Projetos de acolhimento e mudanças legislativas buscam combater essa forma de agressão.

A região de Bauru registrou ao menos 11 casos de violência doméstica no domingo (5), mesmo dia da eliminação do Brasil na Copa do Mundo. Ocorrências incluem prisões por agressão em Cafelândia e Jaú, e tentativa de feminicídio em Teodoro Sampaio. Especialistas apontam aumento de 24% em ameaças contra mulheres em dias de jogos.

Homem é preso em Jaú (SP) suspeito de agredir a companheira e arremessar recipiente de vidro contra a filha dela, com deficiência intelectual. Ele também tentou atacá-la com faca. Caso é investigado pela Lei Maria da Penha.

Um menino de 7 anos salvou a mãe de ser morta pelo companheiro em Vila Velha, ES. O homem, 47, agrediu a mulher após discussão e a ameaçou com uma faca. A criança interveio, pedindo para que o pai não a matasse. O agressor foi preso em flagrante.
Um homem de 37 anos agrediu a mãe e a companheira dela em Vila Velha, ES, quebrando objetos e ameaçando a mãe de morte. O suspeito, sob efeito de entorpecentes, foi autuado por lesão corporal, injúria e ameaça e encaminhado ao sistema prisional.

Um homem foi preso em Itaobim (MG) após ameaçar a ex-companheira com um revólver e um facão. Ele também estava com munições, maconha e o veículo foi apreendido por irregularidades.

Amazonas ultrapassou 5 mil medidas protetivas concedidas em 4 meses de 2026, aumento de 18,5% em relação a 2025. Justiça do estado concedeu 5.025 medidas para vítimas de violência doméstica.

Vereador Geno Pereira (PT) foi preso em flagrante no Piauí por embriaguez ao volante e agressão contra uma mulher após tentar separar briga. Ele foi liberado após pagar fiança. A discussão pode ter tido motivações políticas.

Homem é preso em Barra do Piraí por descumprir medida protetiva. Alerta de monitoramento indicou aproximação indevida da vítima, levando à prisão e depoimentos na delegacia.

A Patrulha Maria da Penha acompanha vítimas de violência doméstica, fiscaliza medidas protetivas e fortalece redes de apoio. Mudanças na lei incluem violência vicária e vicaricídio como crimes hediondos, além do uso de tornozeleira eletrônica para agressores.

Ceará teve um aumento de 46% nos feminicídios e 4,1% nos casos de violência contra a mulher nos primeiros cinco meses de 2026, comparado a 2025. Dados da Supesp-CE indicam 19 feminicídios e 10.926 casos enquadrados na Lei Maria da Penha.