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Tren de Aragua: A Facção Venezuelana Que Se Espalhou Pelo Brasil
En desarrollo
Crime·13/6/2026Resumen IA

Tren de Aragua: A Facção Venezuelana Que Se Espalhou Pelo Brasil

A facção venezuelana Tren de Aragua (TDA) expandiu suas operações para o Brasil, estabelecendo-se em Roraima e outros estados. O grupo, conhecido por sequestros, extorsão e tráfico, é acusado de vínculos com o governo Maduro e foi classificado como organização terrorista pelos EUA. No Brasil, o TDA atua no tráfico de drogas e armas, exploração sexual e mineração ilegal, muitas vezes explorando a vulnerabilidade de imigrantes venezuelanos.

G
G1
13 min de lectura
PF e Receita combatem fraude de R$ 86 bilhões em alfândega no Rio
NOTICIA
28/4/2026

PF e Receita combatem fraude de R$ 86 bilhões em alfândega no Rio

A Polícia Federal, a Receita Federal e Ministério Público Federal deflagraram, nesta terça-feira (28), a Operação Mare Liberum para combater a corrupção na alfândega do Porto do Rio. Segundo a Receita, o esquema envolveu a movimentação de R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões em propinas. Notícias relacionadas:Esquema de corrupção no Porto do Rio é alvo de operação da PF.MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais.PF apreende mais de duas toneladas de maconha prensada no Paraná.A associação criminosa investigada envolve importadores, despachantes e servidores públicos que atuam na facilitação de contrabando e descaminho. Estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Vitória, no Espírito Santo, além do afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e oito analistas tributários, medidas de bloqueio de bens e restrições a atividades profissionais. As investigações apontam a atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, sem o pagamento de tributos. É a maior operação da história da Corregedoria da Receita Federal.  A investigação foi iniciada em 2022 a partir de controles internos da corregedoria e denúncias. Mais de 100 servidores da Receita e 200 policiais federais participam das diligências de hoje. “A Receita Federal está estruturando imediatamente ações de apoio ao Porto do Rio de Janeiro para manter a fluidez do comércio, além se revisar as operações irregulares realizadas no período investigado”, diz o fisco.   Novas medidas ocorrerão para responsabilização de quem pagou a propina.Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, entre outros.

A
Agência Brasil Geral
PF e Receita combatem fraude de R$ 86 bilhões em mercadorias no Rio
NOTICIA
28/4/2026

PF e Receita combatem fraude de R$ 86 bilhões em mercadorias no Rio

A Polícia Federal, a Receita Federal e Ministério Público Federal deflagraram, nesta terça-feira (28), a Operação Mare Liberum. para combater a corrupção na alfândega do Porto do Rio. Segundo a Receita, o esquema envolveu a movimentação de R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões em propinas. Notícias relacionadas:Esquema de corrupção no Porto do Rio é alvo de operação da PF.MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais.PF apreende mais de duas toneladas de maconha prensada no Paraná.A associação criminosa investigada envolve importadores, despachantes e servidores públicos que atuam na facilitação de contrabando e descaminho. Estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Vitória, no Espírito Santo, além do afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e oito analistas tributários, medidas de bloqueio de bens e restrições a atividades profissionais. As investigações apontam a atuação de grupo estruturado na liberação irregular de mercadorias, com divergências entre produtos importados e declarados, sem o pagamento de tributos. É a maior operação da história da Corregedoria da Receita Federal.  A investigação foi iniciada em 2022 a partir de controles internos da corregedoria e denúncias. Mais de 100 servidores da Receita e 200 policiais federais participam das diligências de hoje. “A Receita Federal está estruturando imediatamente ações de apoio ao Porto do Rio de Janeiro para manter a fluidez do comércio, além se revisar as operações irregulares realizadas no período investigado”, diz o fisco.   Novas medidas ocorrerão para responsabilização de quem pagou a propina.Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, entre outros.

A
Agência Brasil Geral