Dernière minute
ESIncendio en un edificio de Chamberí provoca el colapso del tejado sin heridosESTrump anuncia reanudación de conversaciones con Irán tras cancelar "ataque masivo"ESAccidente múltiple en Italia deja seis muertos y treinta heridosESBombardeo ruso en Kiev causa al menos 10 muertos y 30 heridosESLa crisis migratoria en Ceuta: decenas de muertos y más de 60.000 inmigrantes en pocos díasESCeuta busca la normalidad tras la entrada masiva de migrantes; cifras de retornos y fallecidos actualizadasESIncendio de Senet en Alta Ribagorça sigue activo con 71 hectáreas afectadasESLa trágica muerte de Nirmal Purja en el Broad Peak conmociona al mundo del alpinismoESEl coste de evitar apagones ahoga a las pequeñas comercializadoras de luz en EspañaESLa UE busca una generación sin humo para 2040 con subida de impuestos al tabacoESIncendio en un edificio de Chamberí provoca el colapso del tejado sin heridosESTrump anuncia reanudación de conversaciones con Irán tras cancelar "ataque masivo"ESAccidente múltiple en Italia deja seis muertos y treinta heridosESBombardeo ruso en Kiev causa al menos 10 muertos y 30 heridosESLa crisis migratoria en Ceuta: decenas de muertos y más de 60.000 inmigrantes en pocos díasESCeuta busca la normalidad tras la entrada masiva de migrantes; cifras de retornos y fallecidos actualizadasESIncendio de Senet en Alta Ribagorça sigue activo con 71 hectáreas afectadasESLa trágica muerte de Nirmal Purja en el Broad Peak conmociona al mundo del alpinismoESEl coste de evitar apagones ahoga a las pequeñas comercializadoras de luz en EspañaESLa UE busca una generación sin humo para 2040 con subida de impuestos al tabaco
Newsgather
RetourSTJ decide sobre punição de ministro Marco Buzzi por assédio e importunação sexual
STJ decide sobre punição de ministro Marco Buzzi por assédio e importunação sexual
En développement
G1il y a 3 heuresLaw3 min de lectureBrazil

STJ decide sobre punição de ministro Marco Buzzi por assédio e importunação sexual

L'essentiel

  • O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidirá na quinta-feira (6) sobre a punição do ministro Marco Buzzi, acusado de assédio e importunação sexual.
  • A Procuradoria-Geral da República (PGR) defende a aposentadoria compulsória, mas há debate jurídico sobre a validade dessa sanção após a Reforma da Previdência.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai julgar a conduta do ministro Marco Buzzi, acusado de assédio e importunação sexual, sendo o terceiro ministro do tribunal a ter sua conduta analisada desde 1989. Há uma controvérsia jurídica sobre a validade da aposentadoria compulsória como punição máxima após a Reforma da Previdência.

Taille de police

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai decidir na quinta-feira (6) se o ministro Marco Buzzi deve ser punido ou não pelas acusações de assédio e importunação sexual contra duas mulheres, além de injúria.

Essa é a primeira vez que os ministros vão deliberar se um integrante do tribunal, se punido, deve ser aposentado compulsoriamente ou demitido. Ao STJ, a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que ele seja aposentado.

Desde a instalação da Corte em 1989, Buzzi é o terceiro ministro do STJ com a conduta sob análise.

Em 2004, o ministro Vicente Leal pediu aposentadoria após ser afastado do cargo a partir da investigação sobre suposta participação em um esquema de venda de habeas corpus para traficantes.

Seis anos depois, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu aposentar o ministro Paulo Medina, que também estava afastado do cargo, por beneficiar, por meio de sentenças, empresas que solicitavam liberação de máquinas caça-níqueis à Justiça.

A primeira é de uma jovem de 18 anos que passou as férias de janeiro com a família na casa do ministro em Santa Catarina. A segunda denúncia é de uma mulher que trabalhou no gabinete dele.

A pena administrativa máxima aplicada a magistrados como punição por violação dos deveres funcionais nos últimos anos tem sido a aposentadoria compulsória.

Contudo, neste ano, a partir de uma decisão do ministro Flávio Dino, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou o fim da aposentadoria compulsória remunerada como a punição mais grave imposta a juízes.

Os ministros entenderam que a reforma da Previdência de 2019 extinguiu a esse tipo de punição.

A aposentadoria compulsória é alvo de críticas por permitir que o magistrado continue recebendo salário proporcional ao tempo de serviço — ou seja, muitas vezes pode ser vista como uma espécie de "prêmio" (receber salário sem trabalhar), em vez de punição efetiva.

Agora, o pleno do STJ vai ter que decidir, caso considere as acusações contra Buzzi procedentes, se vai seguir o entendimento do Supremo ou a manifestação da PGR de que a decisão da Primeira Turma não é vinculante, devendo ser aplicada aposentadoria.

"Há controvérsia jurídica sobre a extinção da sanção de aposentadoria compulsória como decorrência das modificações trazidas pela ECnº 103/2019 [Reforma da Previdência]", argumentou a PGR.

Ao longo de mais de 50 páginas, a Procuradoria defendeu que os elementos reunidos na apuração justificam a punição de Buzzi.

"A instrução do PAD demonstrou que o requerido realizou contato físico não consentido com a vítima 1, em episódio ocorrido no mar e, entre os anos de 2023 e 2025, nas dependências desse STJ, tocou sem consentimento o corpo da vítima 2, fez comentários de natureza imprópria sobre seus atributos físicos, exibiu para ela no celular conteúdo de teor sexualmente sugestivo, além de ter se manifestado de forma ofensiva e potencialmente intimidatória no ambiente de trabalho", diz a PGR.

"Caracterizadas, assim, a autoria e a materialidade das infrações funcionais imputadas ao requerido [Buzzi], descritas na portaria inaugural do presente procedimento administrativo disciplinar, a desafiar a aplicação da sanção administrativa", escreveu a PGR.

Ao longo de todo o processo, a defesa de Marco Buzzi negou as acusações. Na última manifestação antes do julgamento, os advogados questionam os depoimentos das vítimas, falam que o ministro é vítima de conluio e até apresentaram um laudo de disfunção erétil.

"A questão repousa notadamente em definir qual será o valor probatório do disse-me-disse, da fofoca de gabinete, do burburinho dos corredores, do zum zum zum, que sendo comum em todos os ambientes corporativos e institucionais – a voz da cidade que ora apedreja ora exalta a Geni de Chico Buarque – se qualificam pela volatilidade e imprecisão e, ingressados na seara judiciária, colocam em xeque a própria possibilidade de contraditório e testa os limites do exercício da defesa forense", argumentou a defesa.

À surveiller

Perspective IA — des possibilités, pas des certitudes

  • O STJ decidirá na quinta-feira (6) sobre a punição do ministro Marco Buzzi.

    Très probable · En quelques jours

Questions ouvertes

  • Qual será a decisão do STJ sobre a punição de Marco Buzzi?
  • O STJ seguirá o entendimento do STF sobre a aposentadoria compulsória?

Sujets liés

This article was originally published by G1.

Articles liés

Plus sur ce sujetSTJ