
AI-generated summary
Deltan Dallagnol teve seu registro de candidatura cassado pelo TSE em 2023 devido à condenação por suposta fraude à Lei da Ficha Limpa, após pedir exoneração do MPF enquanto enfrentava processos internos que poderiam levar à sua demissão. A perda do mandato como deputado federal ocorreu após o trânsito em julgado do processo.
A campanha do ex-procurador da Operação Lava Jato foi marcada por disputas na Justiça Eleitoral. Desde o dia 19 de setembro, uma liminar do Tribunal o proibia de realizar atos públicos de campanha, veicular propaganda no rádio e na TV e de usar recursos públicos do Fundo Partidário ou do Fundo Eleitoral.
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná, no sábado (3). Neste domingo (4), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu a decisão e manteve a candidatura.
Com isso, a situação atual do registro de Dallagnol é considerada “deferido com recurso” pela Justiça Eleitoral. Os votos dados à chapa foram processados e aguardam a decisão definitiva, que será tomada pelo plenário do TSE.
Se a decisão for pela inelegibilidade de Dallagnol, o Paraná pode ter que realizar novas eleições para o Senado. Entenda abaixo.
A discussão atual do caso gira em torno da decisão do TSE, de 2023, que cassou o registro de candidatura de Dallagnol, na época no Podemos. A condenação resultou na perda do mandato dele como deputado federal. Leia mais sobre a condenação abaixo.
Agora, nas eleições de 2026, Dallagnol pediu um novo registro de candidatura para concorrer ao Senado pelo Paraná. Em 8 de setembro, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) autorizou a candidatura por 4 votos a 3. A decisão, porém, foi questionada no TSE.
Enquanto esse recurso não é julgado, o plenário do TSE decidiu, em 21 de setembro, manter a liminar concedida em decisão individual do ministro Floriano de Azevedo Marques, que suspendeu os atos de campanha de Dallagnol. O resultado do julgamento foi 5 a 2.
Na sexta-feira (2), a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou a favor da manutenção da candidatura. No sábado (3), porém, o ministro Floriano de Azevedo Marques publicou nova decisão individual indeferindo o registro de Dallagnol. A decisão determinou que os votos dados à chapa fossem considerados nulos. Horas depois, a decisão foi suspensa pelo presidente do TSE, Nunes Marques, já no dia da votação.
Isso não significa que o TSE decidiu definitivamente que Dallagnol está elegível, já que o plenário do tribunal ainda deve julgar o caso.
Com a decisão de Nunes Marques, o registro volta a ficar na situação de “deferido com recurso” e os votos são processados, mas a validade deles depende da decisão definitiva.
Caso Dallagnol seja declarado inelegível, toda a chapa é impedida de assumir o cargo, ou seja, os suplentes dele não assumem a vaga. Neste cenário, o estado pode ter que realizar novas eleições para o Senado.
Dallagnol se candidatou a deputado federal nas eleições de 2022. Na época, o TRE do Paraná aprovou o registro de candidatura. Houve recurso ao TSE. Por não ter uma decisão definitiva, ele participou da eleição e assumiu o cargo. Quando o caso foi julgado pelo Tribunal Superior, o registro de candidatura foi cassado. Consequentemente, Dallagnol perdeu o cargo.
Na época da cassação, o relator do caso, o ministro Benedito Gonçalves, entendeu que Dallagnol cometeu uma fraude contra a Lei da Ficha Limpa ao pedir exoneração do Ministério Público Federal (MPF) 11 meses antes das eleições, enquanto enfrentava processos internos da instituição. Esses processos internos apuravam a conduta do então procurador da Operação Lava Jato e poderiam levar à demissão dele. A expulsão do órgão resultaria na inelegibilidade de Dallagnol, pela lei da Ficha Limpa.
No entanto, a Lei da Inelegibilidade determina que fique inelegível por oito anos o servidor público que deixar o Judiciário ou o Ministério Público para escapar de uma punição. E foi nesse caso que os ministros do Tribunal Superior Eleitoral entenderam que o caso de Dallagnol se enquadrava. O processo tramitou no TSE, que decidiu por unanimidade pela condenação de Dallagnol. O processo transitou em julgado, ou seja, foram esgotados todos os recursos.
AI outlook — possibilities, not facts
O plenário do TSE vai julgar o recurso e definir se Dallagnol permanece candidato ou é declarado inelegível.
Very likely · Within weeks
Se Dallagnol for declarado inelegível, o Paraná terá que realizar novas eleições para o Senado.
Likely · Within months

The most voted candidate in the state of Rio de Janeiro for the position of state deputy obtained 145,509 votes in the municipality of Rio de Janeiro, according to data from the TSE. The report explains that seats in the Legislative Assembly are distributed using a proportional system, considering the total number of votes cast by each party, and not just individual votes.

Lohanna França, state deputy from PV, was elected federal deputy with 107,213 votes in Minas Gerais after receiving rape and death threats in 2023. The main suspect was arrested in 2025 in Pernambuco and linked to anonymous internet groups known as 'chans'.

Delegate Caveira from PL was the most voted candidate for federal deputy in Pará in the 2026 elections, with 414,927 votes (8.59% of valid votes). The MDB elected six representatives, followed by PL, Podemos, PSD, PT and other parties. The investigation took place this Sunday (4) and defines the Pará bench in the Chamber from 2027 onwards.

The 40 state deputies who will occupy the seats of the Legislative Assembly of Santa Catarina from 2027 were defined. Ana Campagnolo (PL) was the most voted with 387,523 votes, followed by Luciane Carminatti (PT) with 124,590. Carol de Toni was elected senator with 33% of the votes counted so far. TRE-SC reported 128 places without power and 122 police incidents related to the election. Maria Evangelina da Silva Jardim, 103 years old, voted in Florianópolis.

The Legislative Assembly of Amapá defined its composition for 2027 this Sunday (4), with 14 deputies re-elected and 11 new or returning representatives. João Pedro (PDT) was the most voted with 3.79% of valid votes, followed by Rodolfo Vale (União) and Jack Jk (PDT). União Brasil and Republicans lead with five seats each.

Elected, he was the 15th most voted candidate in the state for state deputy, having received 9,194 votes in Água Boa, the municipality where he received the most votes. Seats in the Legislative Assembly are distributed using a proportional system, based on the total number of votes cast by each party, not just individual votes.