Casal confessa morte de bebê por superdosagem de calmante em Ipatinga
Quick Look
- Casal confessou à Polícia Civil que matou o próprio bebê com superdosagem de calmante em Ipatinga, no Vale do Aço.
- Eles afirmaram ter jogado o corpo em um rio.
- A investigação começou após contradições nas versões sobre o paradeiro da criança.
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Segundo a Polícia Civil, os dois confessaram durante as investigações que a morte ocorreu no fim de novembro de 2025, em Ipatinga, no Vale do Aço.
De acordo com os depoimentos, eles administraram ao bebê uma quantidade excessiva de medicamento calmante com o objetivo de fazê-lo dormir.
Ainda segundo o casal, ao perceberem que a criança morta e decidiram ocultar o corpo. Eles afirmaram que o corpo foi lançado em um rio da cidade.
A investigação teve início após a polícia identificar contradições nas versões apresentadas pelo casal sobre o paradeiro da criança. Diante das inconsistências, foi instaurado um inquérito policial para apurar o caso.
Durante as diligências, os investigadores reuniram elementos que apontavam para a prática de um crime contra a vida, o que levou ao pedido de prisão preventiva dos suspeitos.
Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias da morte, localizar os restos mortais da vítima, verificar se houve participação de outras pessoas e concluir a responsabilização criminal dos envolvidos.
O desaparecimento do bebê passou a ser investigado após pessoas próximas à mãe procurarem a Polícia Militar em 27 de maio. Elas relataram ter recebido mensagens da mulher informando que o filho havia morrido.
Ao ser questionada, a mãe apresentou versões diferentes sobre o que teria acontecido com a criança. Em uma delas, afirmou que o bebê teria sido morto após uma agressão. Em outra, disse que o companheiro teria agredido o menino.
Quando os policiais foram até a residência do casal, em Lagoa Santa, encontraram o imóvel em condições precárias e ouviram novas versões contraditórias dos pais. O homem afirmou, inicialmente, que o bebê havia morrido após receber uma dose excessiva de clonazepam e que o corpo teria sido descartado por uma mulher conhecida da família.
Na ocasião, a criança não foi localizada e o casal foi levado para prestar depoimento, mas acabou liberado por não haver situação de flagrante. Com o avanço das investigações e a coleta de novos elementos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva dos suspeitos, que foi deferida pela Justiça.






