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Tarcísio de Freitas foi eleito governador de São Paulo em 2022 e iniciou seu primeiro mandato em 1º de janeiro de 2023. Sua reeleição em 2026 garantiu um segundo mandato, com a coalizão governista ampliando sua base na Assembleia Legislativa.
Tarcísio de Freitas (Republicanos) discursa pela primeira vez na Alesp como novo governador de SP neste 1 de janeiro de 2023. — Foto: Divulgação/GESP
Os partidos que integraram a coalizão responsável pela reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) conquistaram 65 das 94 cadeiras da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) nas eleições deste domingo (4). O resultado garante ao governador uma ampla maioria para o segundo mandato e reforça a predominância do campo de centro e direita no Legislativo paulista.
O bloco governista é formado por PL, Republicanos, PSD, MDB, PP, Podemos, União Brasil, Novo, PRD e PSDB. Juntas, as siglas elegeram mais de dois terços da Assembleia, superando com folga os 48 votos necessários para aprovar projetos de lei ordinários e também os 57 votos para aprovar mudanças na Constituição do estado.
A principal força da coalizão continuará sendo o PL, que elegeu 27 deputados estaduais e ampliou sua bancada em relação à atual legislatura. O partido foi impulsionado pela votação recorde da influenciadora conservadora Eduarda Campopiano, que recebeu 1.956.238 votos e se tornou a candidata mais votada da disputa para a Assembleia.
Além do PL, também tiveram papel relevante na vitória governista o PSD, com nove deputados eleitos, o Republicanos e o Podemos, com seis cadeiras cada, além de MDB e PP, que conquistaram cinco vagas cada. O União Brasil elegeu quatro parlamentares.
A oposição, por sua vez, seguirá liderada pelo PT, que elegeu 16 deputados estaduais. Apesar de manter a condição de segunda maior bancada da Casa, o partido terá um parlamentar a menos do que atualmente. A legenda foi puxada pela votação de Eduardo Suplicy, segundo candidato mais votado do estado, com 654.627 votos.
Eduarda Campopiano (PL) e Eduardo Suplicy (PT) são os deputados estaduais mais votados de São Paulo — Foto: Reprodução/Instagram e Will Shutter/Câmara dos Deputados
O PSOL foi o principal destaque da oposição. A sigla saltou de cinco para nove deputados estaduais e passará a dividir com o PSD a condição de terceira maior bancada da Assembleia. Entre os eleitos estão Sofia Favero, terceira candidata mais votada da eleição, Carlos Giannazi e Paula da Bancada Feminista.
A composição da próxima legislatura indica que Tarcísio de Freitas chegará ao segundo mandato em situação mais confortável do que a encontrada no início de sua primeira gestão. Ao longo dos últimos quatro anos, o governador conseguiu aprovar projetos considerados estratégicos, como a privatização da Sabesp, graças a uma base ampla no Legislativo.
Bancadas eleitas para 2027
PL: 27 deputados
PT: 16 deputados
PSD: 9 deputados
PSOL: 9 deputados
Republicanos: 6 deputados
Podemos: 6 deputados
MDB: 5 deputados
PP: 5 deputados
União Brasil: 4 deputados
PSB: 3 deputados
Novo: 1 deputado
Missão: 1 deputado
PSDB: 1 deputada
PRD: 1 deputado
Os 20 deputados estaduais mais votados de São Paulo em 2026
Eduarda Campopiano (PL) – 1.956.238 votos
Eduardo Suplicy (PT) – 654.627 votos
Sofia Favero (PSOL) – 407.773 votos
Carlos Giannazi (PSOL) – 367.861 votos
Paula da Bancada Feminista (PSOL) – 326.190 votos
Giovanni Sanches (PL) – 235.363 votos
Rogerio Lins (Podemos) – 229.928 votos
Tenente Coimbra (PL) – 198.342 votos
Rafa Minato (Missão) – 185.582 votos
Danilo Joan (PP) – 182.839 votos
Thomaz Henrique (PL) – 178.164 votos
Ediane Maria (PSOL) – 170.844 votos
Luiza Erundina (PSOL) – 169.567 votos
Delegado Olim (PP) – 163.918 votos
Rodrigo Ashiuchi (PL) – 162.562 votos
Monica das Pretas (PSOL) – 159.100 votos
Itamar Borges (MDB) – 159.058 votos
Bruna Furlan (Republicanos) – 157.381 votos
Marcos Damasio (PL) – 156.691 votos
Dani Alonso (PL) – 155.574 votos

The numbers released refer to voting in the municipality and do not indicate who was elected or advanced to the second round. The report was produced automatically based on TSE data and with the support of an artificial intelligence system, under the supervision of journalists, and can be updated with new information.

She was the third most voted candidate in the state for the position of federal deputy, with the municipality of Maranhão as the place where she obtained the most votes, with 179,351. The report explains that seats in the Chamber of Deputies are distributed using a proportional system, based on the total votes of each party or federation, and not just on the individual votes of candidates.

With 99.99% of the ballots counted, Flávio Bolsonaro obtained 56.1 million votes (47.03%), while Lula had 53.8 million (45.16%). The highest levels of support for Bolsonaro occurred in Roraima, Rondônia, Santa Catarina, Mato Grosso and Acre, while Lula led in Piauí, Bahia, Maranhão, Pernambuco and Sergipe.

Filipe Barros (PL), elected senator for Paraná at the age of 35, will be the youngest in the country since 1903 when he takes office in February 2027. Júlio César de Carvalho Lima (PSD), at 78 years old, is the oldest senator elected. Among the governors, Lucas Ribeiro (PP), aged 37, is the youngest in Paraíba, and Jorginho Mello (PL), aged 70, re-elected in Santa Catarina, is the oldest.

After losing the election for the government of Bahia, ACM Neto (União Brasil) criticized the campaign of current governor Jerônimo Rodrigues (PT) as 'low level', citing personal attacks and lies. Meanwhile, candidate Elielson de Jesus Santos (Percata) was arrested on suspicion of 'exiting the poll' in Laje, and a 52-year-old man was arrested in Aramari for disrespecting poll workers.

White and null votes in the 2026 elections represented 4.51% of the total, with 1.69% white and 2.82% null, maintaining a similar level to that of 2022 and well below the 18.7% recorded in 1998, confirming the downward trend in the last two presidential elections.