AI-generated summary
O Ibovespa havia atingido recordes históricos na semana anterior, superando os 209 mil pontos. O dólar acumulava queda de 8,50% em 2026 apesar da alta diária. O Banco Central cancelou um leilão de swap cambial devido a um problema técnico.
Na volta do feriado, o dólar fechou em alta, e a bolsa recuou após os recordes da semana passada. A moeda estadunidense voltou a ficar acima de R$ 5, apesar da queda no exterior.
A bolsa brasileira caiu 1,04%, pressionada por ajustes após as máximas históricas e pelo cenário eleitoral. No mercado internacional, o petróleo fechou sem direção, com o barril internacional recuando e o barril dos Estados Unidos encerrando em alta.
Números do dia
Dólar à vista: R$ 5,023, (+0,74%)
Ibovespa: 206.887,52 pontos (-1,04%)
Petróleo Brent: US$ 105,69 por barril (-0,9%)
Petróleo WTI: US$ 94,14 por barril (-0,43%).
Dólar em alta
O dólar comercial encerrou a sessão com valorização de 0,74%, cotado a R$ 5,023. Mesmo com a alta, a moeda estadunidense acumula queda de 8,50% em 2026.
A moeda avançou no mercado brasileiro, apesar do movimento contrário no exterior. O índice do dólar, que mede o desempenho da divisa estadunidense diante de uma cesta de seis moedas, recuava 0,34%, aos 102,190 pontos, às 17h05.
No Brasil, os investidores acompanharam as pesquisas eleitorais divulgadas ao longo do dia, em meio à disputa presidencial. O cenário contribuiu para os movimentos do mercado cambial.
O Banco Central cancelou, no fim da manhã, o leilão regular de rolagem de swap cambial (venda de dólares no mercado futuro) que ofertaria 50 mil contratos com vencimento em 3 de novembro. O cancelamento ocorreu em razão de um problema técnico.
Ibovespa recua
O Ibovespa fechou em queda de 1,04%, aos 206.887,52 pontos, após oscilar entre a mínima de 206.146,15 pontos e a máxima de 209.071,98 pontos. O volume financeiro negociado na sessão somou R$ 45,63 bilhões.
O pregão foi marcado por ajustes nas posições dos investidores após o índice atingir recordes históricos na semana anterior, quando superou a marca dos 209 mil pontos.
Além da realização de lucros (venda de lucros para embolsar ganhos recentes), o mercado acompanhou o cenário eleitoral e o desempenho das bolsas internacionais.
Em Nova York, os principais índices tiveram um dia de cautela, com perdas em ações de empresas de semicondutores e repercussão dos resultados trimestrais de grandes bancos norte-americanos. O S&P 500, das 500 maiores empresas, encerrou o dia em queda de 0,02%.
Petróleo sem direção única
Os contratos futuros de petróleo fecharam em direções opostas nesta terça-feira, com investidores avaliando as perspectivas de aumento da oferta russa e as tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Referência para as negociações internacionais, o petróleo do tipo Brent para dezembro caiu 0,9% e encerrou a sessão a US$ 105,69 por barril.
O petróleo WTI para novembro, negociado nos Estados Unidos, subiu 0,43%, para US$ 94,14 por barril.
A commodity oscilou após três sessões consecutivas de alta. No cenário internacional, os investidores acompanharam as perspectivas para a oferta de petróleo russo, os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia e as tensões envolvendo a Arábia Saudita e os rebeldes houthis, no Iêmen.
Em relatório mensal divulgado nesta terça-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve em 600 mil barris por dia a previsão de aumento da oferta de petróleo de países fora do grupo em 2026. Para 2027, a organização elevou em 200 mil barris por dia a projeção de crescimento da demanda.
* com informações da Reuters
AI outlook — possibilities, not facts
O Ibovespa pode continuar volátil nas próximas sessões enquanto o mercado digere os ajustes após os recordes e acompanha o cenário eleitoral.
Possible · Within days
O dólar pode manter pressão altista no curto prazo se o cenário eleitoral permanecer incerto e o Banco Central não retomar os leilões de swap cambial.
Possible · Within weeks
The Lula government's economic team estimates that the Complementary Bill that provides for the forgiveness of debts of Individual Microentrepreneurs (MEIs) registered in the Union's Active Debt will have a fiscal impact of R$3 billion in three years, with amounts of R$1.12 billion in 2027, R$1.01 billion in 2028 and R$909.4 million in 2029. The project provides for the full forgiveness of R$ 12.6 billion in debts of around 3.6 million MEIs, as long as they pay their monthly contributions on time in the six months following the law's entry into force.
Brazilian exports to the European Union increased by 30.7% between May and September 2026 due to the trade agreement between Mercosur and the EU, according to minister Márcio Elias Rosa. From January to September, sales totaled US$44.17 billion, an increase of 20% compared to 2025. The Minister of Foreign Affairs, Mauro Vieira, highlighted that bilateral trade grew by more than US$6 billion since the treaty came into force on May 1st. The event also celebrated the opening of 700 new international markets for Brazilian agricultural products since 2023, with US$5.8 billion already exported to these destinations and a projection of US$80 billion in the next four years. The Minister of Agriculture, André de Paula, stated that Brazil intends to end the year as the world's largest food exporter.
The IMF projected growth of 2.2% for the Brazilian economy in 2026, below the previous estimate of 2.4%, but above the government's projection of 2.0%. For 2027, the forecast fell from 2.2% to 1.9%. The report cites high interest rates, withdrawal of fiscal stimuli and international uncertainties as factors behind the slowdown, while inflation and unemployment remain within expected targets.
The federal government announced five measures for MEIs, including forgiveness of public debts, renegotiation of private debts via Desenrola 3.0, creation of Pix MEI for investments, increase in the revenue ceiling and exemption from invoices for individuals.
The Central Bank's Focus Bulletin raised the inflation projection (IPCA) for 2026 from 5.01% to 5.22%. Simultaneously, the market reduced expectations for the Selic rate from 13.50% to 13.25% per year and maintained the GDP growth forecast at 1.85%.
The IMF lowered growth projections for Latin America and the Caribbean, citing the impact of the global energy shock and the lack of benefits from the AI sector in the region. Brazil and Argentina had estimates cut, while Mexico had a mixed review.