
Candidato à Presidência encontrou-se com Douglas Ruas no Rio de Janeiro e negou intenção de encerrar benefícios como Bolsa Família e Farmácia Popular.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reuniu-se com Douglas Ruas no Rio de Janeiro, prometendo manter e aprimorar programas sociais como o Bolsa Família e o Farmácia Popular, além de focar em capacitação profissional para promover mobilidade social.
AI-generated summary
O candidato Flávio Bolsonaro busca desmentir rumores sobre o fim de programas sociais como o Bolsa Família e o Farmácia Popular.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se encontrou nesta sexta-feira (9) com Douglas Ruas (PL), no Rio de Janeiro, e afirmou que, se for eleito, vai manter e melhorar programas sociais criados ou mantidos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o Bolsa Família e o Farmácia Popular. Ruas deve ser declarado governador do estado neste sábado (10).
Flávio negou que pretenda acabar com os benefícios e disse que quer ampliar as oportunidades de capacitação e qualificação profissional para a população de baixa renda. Segundo ele, o objetivo é promover mobilidade social e permitir que pessoas em situação de pobreza melhorem suas condições de vida.
"Eu vou fazer muito melhor. Vou garantir o Bolsa Família para quem precisa, só que eu vou fazer muito mais. Eu vou garantir que o estado chegue até você com capacitação, com qualificação. Eu vou fazer o maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu, porque o meu projeto é tirar o pobre da pobreza e deixar o pobre rico", afirmou.
O senador também negou que pretenda privatizar ou acabar com o Farmácia Popular. Ele disse que quer modernizar o programa e facilitar o acesso aos medicamentos, com a possibilidade de entrega dos remédios nas casas dos beneficiários.
"Eu vou melhorar a farmácia popular. O remédio vai chegar na porta, vai chegar dentro da sua casa. A gente vai dar na sua mão, na palma da sua mão, que é um celular. Você não apenas vai receber o remédio, você vai receber um SMS com a hora que você tem que tomar o seu remédio para você não esquecer", declarou.
Ao comentar as críticas, Flávio atribuiu ao PT a divulgação de informações falsas sobre suas propostas e pediu apoio para combater o que chamou de boatos.
Em encontro com apoiadores e empresários no RJ, Flávio Bolsonaro reforçou a parceria com Douglas Ruas para atrair novos investimentos para o estado e a capital fluminense.
“Vamos fazer um mandato de Presidente da República para o Brasil e para o Rio de Janeiro com as melhores pessoas. A gente vai resgatar a credibilidade do Brasil e do Rio. Vai chover investimentos, vai chover empregos, com obras de infraestrutura para tudo quanto é lado. Vai ter empresas querendo investir aqui no carioca e no fluminense. Faltam 16 dias para acabar a era do Lula”, disse.

The national secretary for Access to Justice, Sheila de Carvalho, asked the Federal Police to open an investigation to investigate death and rape threats against elected federal deputy Ana Elisa (PT-MG), which led to the deactivation of her social networks.

Senator Flávio Bolsonaro (PL) promised to transform Caixa Econômica Federal into a development bank for entrepreneurs on the periphery, if elected. He also criticized the Lula government's economic policy and the fuel tax cuts.

The Ministry of Justice asked the Federal Police to investigate death and rape threats against elected deputy Ana Elisa Santos Silva, who deactivated her account on X after intensified attacks.

Lula's campaign filed an Aije with the TSE against Flávio Bolsonaro, accusing him of abuse of economic power and irregular use of Pablo Marçal's networks and a cryptocurrency scheme for electoral propaganda.

Vice President JD Vance expressed uncertainty about the live broadcast of the execution of Nidal Hasan, convicted of the 2009 Fort Hood massacre. The Pentagon plans the shooting for December 3, drawing criticism from the UN over the public nature of the act.
Summary of recent headlines in Brazil covering the electoral clash between Lula and Flávio, the environmental crisis with fires in Manaus and statements by political figures about threats to the Judiciary and the international scenario.