
Ministro do STF arquivou ação por injúria e calúnia envolvendo Alfredo Gaspar, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke
O ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou uma queixa-crime por injúria e calúnia entre os parlamentares Alfredo Gaspar, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, citando a imunidade parlamentar e a ausência de justa causa para a investigação.
AI-generated summary
O caso envolve acusações mútuas de crimes entre parlamentares durante uma reunião da CPMI do INSS em março de 2026.
Ao rejeitar a queixa, Gilmar citou a imunidade parlamentar e apontou ausência de justa causa para a abertura de uma investigação.
O embate político tem como pano de fundo uma apuração preliminar, já arquivada, de suposto estupro de vulnerável atribuído a Alfredo Gaspar.
O caso ganhou repercussão nacional após um pedido de abertura de inquérito enviado à Polícia Federal. No entanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou arquivamento dessa apuração, ressaltando que os elementos apresentados eram frágeis.
O próprio ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento da investigação preliminar por falta de indícios.
A queixa-crime analisada por Gilmar Mendes nesta sexta teve origem em discussões sobre o suposto crime dentro do Congresso.
Em de março de 2026, durante reunião da CPMI do INSS, da qual Alfredo Gaspar era relator, o clima esquentou quando ele apresentava o relatório final.
Interrompido por Lindbergh Farias, que era contra o relatório, Gaspar foi acusado pelo petista de ser "estuprador". Depois, nos corredores do Congresso, Lindbergh e Soraya Thronicke concederam entrevista coletiva mencionando a apuração da PF.
Ao analisar a queixa por injúria e calúnia, Gilmar Mendes disse que o caso foi marcado por hostilidade recíproca e antagonismo político. O ministro destacou que o próprio Alfredo Gaspar também desferiu ofensas graves contra Lindbergh durante o bate-boca, chamando-o de "bandido", "usuário de drogas" e "ladrão".
Para o ministro, embora as manifestações contivessem termos pesados e inadequados ao decoro parlamentar, as falas integraram um contexto de debate político diretamente vinculado à atividade legislativa e aos trabalhos da CPMI.
A decisão reforça que a entrevista coletiva nos corredores do Congresso configurou uma extensão lógica da discussão travada na CPMI e diz que não havia provas de fraude deliberada por parte dos congressistas ao repercutirem informações sobre o suposto crime.
"Nesse cenário, não cabe ao STF estabelecer uma espécie de gradação abstrata da gravidade ou da reprovabilidade das ofensas dirigidas pelos parlamentares uns aos outros. Tampouco compete à Corte atuar como instância ordinária de disciplina do debate político, substituindo os mecanismos institucionais de controle do decoro parlamentar", concluiu o ministro.

The Attorney General's Office asked the STF to suspend part of Minister Nunes Marques' decision that imposes prior judicial authorization for the transport of indigenous voters by public bodies.

The supermarket chain RedeMix suspended the use of t-shirts celebrating its 22nd anniversary following a decision by the Labor Court in Bahia. The MPT pointed out possible electoral harassment due to the similarity of the number stamped with that of a presidential candidate.

Brazilian Karin Rachel Aranha Toledo reports exhaustion after four years of international legal dispute to reunite her son Adam, taken to Egypt by his father without authorization in 2022.

Public Ministry of Labor obtained an injunction that prohibits city hall from pressuring employees to participate in campaign events, after reports of political meetings and demands for proof of presence.

Minister Gilmar Mendes, of the STF, rejected a criminal complaint between parliamentarians, citing immunity and lack of just cause. The case involves mutual accusations of insult and slander that occurred during and after the INSS CPMI in 2026.

The Goiás Court annulled the trial of five military police officers sentenced to seven years in prison for the deaths of three teenagers in Goiânia in 2019. The Court highlighted a lack of individualization of the defendants' conduct.