
Mário Santana da Silva foi condenado a 46 anos e 8 meses de prisão em regime fechado pelo feminicídio de Maria Amanda Farias dos Santos
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Maria Amanda Farias dos Santos foi assassinada na madrugada de um sábado (21) na casa da avó do ex-companheiro, no bairro da Ponta da Terra, em Maceió. Segundo a perícia, a vítima foi atingida por mais de 20 facadas. A arma usada no crime foi encontrada quebrada. Mário fugiu, mas foi localizado por policiais militares enquanto caminhava pela rodovia AL-101 Sul, com as roupas sujas de sangue. Ele confessou o crime durante a abordagem.
Homem é condenado a 46 anos por matar ex com mais de 20 facadas em Maceió
Maria Amanda Farias dos Santos foi morta na Ponta da Terra. Familiares disseram que ela tinha medida protetiva contra o ex-companheiro.
Por g1 Alagoas
Mário Santana da Silva foi condenado nesta terça-feira (3) a 46 anos e 8 meses de prisão. Ele matou a ex-companheira em Maceió.
A vítima, Maria Amanda Farias dos Santos, estava grávida e tinha uma medida protetiva contra o condenado. Ela foi assassinada com mais de 20 facadas.
O crime ocorreu na madrugada de um sábado (21) na casa da avó do acusado, no bairro da Ponta da Terra, após uma discussão.
Mário fugiu do local, mas foi preso na rodovia AL-101 Sul com roupas sujas de sangue. Ele confessou o crime durante a abordagem policial.
O homem alegou ter discutido após saber que o namorado da vítima agrediu sua filha. Familiares afirmam que ele não aceitava o fim do relacionamento.
Mário Santana da Silva, condenado por assassinar ex com 20 facadas. — Foto: Reprodução
Um homem foi condenado a 46 anos e oito meses de prisão, em regime fechado, por matar a ex-companheira com mais de 20 facadas no bairro da Ponta da Terra, em Maceió. O julgamento aconteceu no Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, no bairro Barro Duro.
A sentença contra Mário Santana da Silva foi definida nesta terça-feira (3), durante julgamento na 9ª Vara Criminal da Capital.
A vítima, Maria Amanda Farias dos Santos, era mãe de três filhos e estava separada do condenado desde abril. Segundo familiares, ela tinha uma medida protetiva contra o ex-companheiro.
O Ministério Público de Alagoas (MPAL) sustentou as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e dissimulação, além do feminicídio e das circunstâncias de a vítima estar grávida e o crime ter ocorrido na presença de seus descendentes.
De acordo com o MPAL, Mário insistiu para que Amanda fosse até a casa da avó dele, na Ponta da Terra.
No local, os dois discutiram, e o homem atacou a ex-companheira com golpes de faca.
A promotora de Justiça Adilza Freitas, que atuou no julgamento, destacou a gravidade do crime e alertou para os riscos enfrentados por mulheres após o fim de relacionamentos.
Relembre o crime
Maria Amanda Farias dos Santos, vítima de feminicídio. — Foto: Reprodução
Maria Amanda foi assassinada na madrugada de um sábado (21), dentro da casa da avó do ex-companheiro, no bairro da Ponta da Terra.
Segundo a perícia, a vítima foi atingida por mais de 20 facadas. A arma usada no crime foi encontrada quebrada.
Após o assassinato, Mário fugiu, mas foi localizado por policiais militares enquanto caminhava pela rodovia AL-101 Sul, com as roupas sujas de sangue. Ele confessou o crime durante a abordagem.
Na ocasião, o homem afirmou à polícia que havia discutido com Amanda após receber a informação de que o atual namorado dela teria agredido a filha de 2 anos do casal.
Segundo o relato dele, a discussão terminou com o ataque a facadas. Ele disse não se lembrar de quantos golpes havia desferido.
Familiares da vítima, no entanto, acreditavam que o crime foi motivado pelo fato de Mário não aceitar o fim do relacionamento.
Amanda morava no bairro da Levada e costumava levar os filhos à casa da avó paterna para que mantivessem contato com o pai.
Dos três filhos que deixou, dois eram do relacionamento com o condenado: uma menina de 2 anos e um menino de 9 anos.
Após a prisão, Mário foi levado à Central de Flagrantes, onde foi autuado por feminicídio. Posteriormente, passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva mantida.
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A defesa de Mário Santana da Silva pode recorrer da sentença
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