I Seminário de Economia Criativa da Amazônia discute desenvolvimento sustentável
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- O I Seminário de Economia Criativa da Amazônia, em Santarém (PA), reúne especialistas para discutir o desenvolvimento sustentável da região amazônica.
- O evento foca em unir crescimento econômico, preservação ambiental e valorização de saberes tradicionais.
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Artistas, empreendedores, pesquisadores, gestores públicos e agentes culturais estarão reunidos para discutir o desenvolvimento sustentável da região amazônica — Foto: Divulgação
Santarém, no oeste do Pará, sedia a partir desta quinta-feira (11), o I Seminário de Economia Criativa da Amazônia. Com o tema "Amazônia, território criativo!", a programação segue até sexta-feira (12) no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES). O objetivo é discutir o setor como motor de desenvolvimento sustentável.
O encontro foca em alternativas econômicas que unam crescimento, preservação ambiental e a valorização dos saberes tradicionais. A iniciativa é promovida pelo Instituto Território das Artes, Ministério da Cultura e Rede Pará Criativo, com apoio institucional da Prefeitura de Santarém.
A abertura contará com uma palestra da secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão. Ao longo dos dois dias, especialistas de diversos estados demonstrarão como transformar a cultura da floresta em oportunidades de renda para comunidades tradicionais, rurais e urbanas.
O cronograma inclui painéis sobre a atração de investimentos para negócios sustentáveis e o uso do turismo alinhado à agenda climática. O chef Saulo Jennings participará das discussões para compartilhar sua experiência com o empreendedorismo baseado na valorização de ingredientes regionais.
Além dos debates teóricos voltados para a formulação de novas políticas públicas, o seminário oferecerá atividades práticas ao público. Está previsto um workshop focado na produção de animação infantil, com a proposta de integrar tecnologia, cultura e formação profissional.
A expectativa é que o encontro contribua para a formulação de novas políticas públicas, incentive parcerias e fortaleça redes de cooperação entre os diversos atores envolvidos na construção de uma economia mais sustentável e conectada às potencialidades da Amazônia.
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